quinta-feira, 23 de abril de 2026
O RESET NÃO SERÁ UM ACONTECIMENTO DE MERCADOS, MAS MONETÁRIO
quarta-feira, 22 de abril de 2026
ESTRATÉGIA DO IMPÉRIO USA, DESCRITA EM PORMENOR (Crónica da IIIª Guerra Mundial nº61)
JIMMY DORE CONCLUI - COM RAZÃO - QUE ESTAMOS NA IIIª GUERRA MUNDIAL, AGORA
terça-feira, 21 de abril de 2026
PARA QUE SERVEM AS CONSTITUIÇÕES?
O IRÃO DETÉM TODAS AS CARTAS, NÃO ISRAEL NEM OS EUA...
NEANDERTAIS: GENÉTICA DAS POPULAÇÕES PODE ESCLARECER SEU DESAPARECIMENTO
segunda-feira, 20 de abril de 2026
A DECISÃO MAIS ESTÚPIDA DA HISTÓRIA AMERICANA
Uma excelente análise jornalística em profundidade partindo da intuição premonitória de Whitney Webb.
STEPHANIE TRICK & PAOLO ALDERIGHI : STRIDE PIANO [Segundas-f. musicais nº56]
domingo, 19 de abril de 2026
Fragilidades demográficas e económicas da China
https://www.youtube.com/watch?v=OsNb5_BpGIg&t=165s
ORIGENS DO POVO BASCO (finalmente) DESVENDADAS
sábado, 18 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
REVIVER O ECOSSISTEMA ATRAVÉS DE (RE)INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES SELVAGENS
NA SERRA DE GUADALAJARA, EM ESPANHA
https://www.youtube.com/watch?v=2puOUHPivH8
quinta-feira, 16 de abril de 2026
«O PARADOXO DO TEMPO» (Richard Feynman)
A melhor divulgação científica pelo físico e Prémio Nobel Richard Feynman
quarta-feira, 15 de abril de 2026
LÍDER DA OPOSIÇÃO DE TAIWAN EM VISITA À CHINA + «blackout» mediático sobre BRI
https://www.youtube.com/watch?v=fiDtfdBYHBQ
terça-feira, 14 de abril de 2026
O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO AMERICANO (PROF. JIANG)
segunda-feira, 13 de abril de 2026
ROTAS DA SEDA COM MILHARES DE ANOS
Um manancial de factos históricos que são ignorados no Ocidente!
domingo, 12 de abril de 2026
O MENINO DE LAPEDO, UM ACHADO DA MAIOR IMPORTÂNCIA
Datado do paleolítico superior
sábado, 11 de abril de 2026
MARROCOS: DESCOBERTAS RELACIONADAS COM GÉNESE DOS HUMANOS MODERNOS
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Corbett report: «Nova Ordem Multipolar = Nova Ordem Mundial»
quinta-feira, 9 de abril de 2026
A VELOCIDADE DA LUZ - Leonard Susskind
quarta-feira, 8 de abril de 2026
FIASCO DE OPERAÇÃO DE "SALVAMENTO" E CONSEQUÊNCIAS [CRÓNICA DA IIIª GUERRA MUNDIAL Nº60]
Este fiasco teve consequências, de certeza, pois fez Trump mudar de tom, contrastando com a arrogância e grosseria exibida algumas horas antes, com um ultimatum que implicava a destruição de estruturas absolutamente indispensáveis para a vida civil, como as centrais elétricas, as unidades de dessalinização e as pontes, caso o Irão não «abrisse» o Estreito de Ormuz.
[Crónica da IIIª Guerra Mundial nº 59] QUANDO OS EUA CAIRAM NA ARMADILHA
terça-feira, 7 de abril de 2026
CRIMES DE GUERRA E SEU ENCOBRIMENTO [PROPAGANDA 21, Nº31]
segunda-feira, 6 de abril de 2026
O QUE SE ESPERA DAS FORÇAS POLÍTICAS E SOCIAIS CONTRÁRIAS A ESTA GUERRA E AO AUTORITARISMO?
- Estamos em guerra, é a IIIª Guerra Mundial.
- Esta evidência, infelizmente, toda a gente a tem, hoje. Porém, eu já tinha esta noção de que estávamos numa IIIª Guerra Mundial, desde 1999 e do ataque da OTAN (ilegal face à Lei Internacional), contra a Sérvia; a chamada guerra do Kosovo.
A quantidade de «palcos» de confronto violento multiplicaram-se, é impressionante. A maioria concentra-se no Médio Oriente. Muitas guerras atuais estão no prolongamento de guerras que já vêm do século XX (e algumas, desde o final da 1ª Guerra Mundial).
O que os ocidentais têm tido como «desenvolvimento», não é senão a continuidade da exploração colonial, e depois ex-colonial. Claro que as pessoas que beneficiam de uma situação de abundância e privilégio, vão dizer que ela se deve ao seu mérito próprio. Os ocidentais pensam-se como civilização superior, com um nível de desenvolvimento maior que as outras partes do globo. Mas isto é falso, sem dúvida, por dois motivos:
- A maneira como podemos medir o grau de civilização é, antes de mais, como os cidadãos de um determinado espaço civilizacional reagem em defesa dos valores da civilização onde estão banhados. Os ocidentais pretendem ser democráticos e viver em democracias. Mas, logo que algo se torne menos confortável para eles, abandonam - na prática - os princípios democráticos. Logo que se verifica uma corrente emancipatória dos oprimidos doutras partes do Globo ou até de seu próprio país, deixa de haver democracia.
A repressão feroz aos movimentos emancipatórios de ex-colónias, em África, na Ásia e na América Central e do Sul, mostrou a «democracia» deles, os oligarcas e seus lacaios, os governos ocidentais. Igualmente, em relação à classe operária, ou pessoas em rutura política dos sistemas ditos democráticos, verificaram-se episódios de uma violência inultrapassável.
Os sucessivos crimes contra a humanidade da parte do governo sionista de Israel tiveram o aplauso de muitos e o silêncio envergonhado de outros. O mesmo se está a passar hoje, com o Líbano e com o Irão.
Outra medida do estádio civilizacional é procurar de saber e compreender as ideias, os costumes, o modo de ser e pensar dos outros povos. Porém, na sociedade ocidental atual, não existe sequer tolerância para com outras etnias, outras culturas, outros modos de estar. Quanto muito, existe condescendência em relação às formas de cultura dos não-ocidentais, um reflexo do colonialismo: O civilizado ignora as formas artísticas, filosóficas e científicas de outras culturas, não as percebe nem tenta fazê-lo, ele ignora as histórias das sociedades extra-europeias respectivas.
O nacionalismo tornou-se a forma estereotipada de rejeição do outro. Esta visão foi incutida pelos elementos mais retrógados e opressores das classes oligáriquias ocidentais, como forma de impedir a solidariedade com povos coloniais ou ex-coloniais, da parte dos povos que foram, num certo momento histórico, seus colonizadores. Este racismo e colonialismo das mentalidades ocidentais, permite que a oligarquia desvie de si própria a raiva e frustração dos explorados. Canaliza este ódio em direção aos outros povos, sobretudo aos emigrantes.
A natureza desta Guerra Mundial é de se desenrolar num processo contínuo de aumento de tensões, provocações e das várias formas de guerra : Económica, com as sanções, a ingerência ou subversão dos países inimigos ou ainda, o isolamento diplomático, o bloqueio e, por fim, guerra dita «cinética».
A lenta e inexorável erosão das liberdades nos países que se afirmam como «democracias», acompanha a marcha em direção à guerra. O empobrecimento das populações, a diminuição drástica dos orçamentos sociais dos Estados, vai de par com o reforço - em efetivos e em equipamentos - das forças armadas e policiais, em prevenção de prováveis insurreições. As pessoas que criticam a deriva autoritária, sem terem - no entanto - feito nada contra as leis, apenas exercendo o seu direito à livre palavra, ao pensamento crítico, são perseguidas, sujeitas a sanções extra-judiciais, confirmando-se deste modo a morte do Estado de Direito, do respeito pela legalidade constitucional. As leis e atuações dos Estados, também vão sendo transformadas, com vista ao controlo social total.
O totalitarismo não se instaura, necessariamente, por um golpe de Estado ou uma subversão brusca da ordem constitucional. Existem bastantes exemplos que mostram o deslisar dos Estados: Eles aparentam ser democráticos, mas são Estados onde a democracia verdadeira desapareceu, ou seja, restam leis e constituições democráticas, sem qualquer relação com a realidade, pois estão constantemente a ser pisadas, pelas próprias entidades que tinham o dever de defendê-las.
A inadequação das pessoas e das organizações para enfrentar e combater este «fascismo deslizante», é trágica: Ela configura a incapacidade dos líderes em ver o presente tal como ele é. Alguns estão imbuídos de modelos históricos passados, que os impedem de captar o que a situação atual tem de inédito.
É preciso e urgente uma viragem para nova visão da política. O objetivo deve ser construir uma organização flexível, para combater o autoritarismo, que abafa e acaba por estrangular os elementos de democracia ainda presentes em nossas sociedades. Sem auto-censura, nem anátemas, deve-se agrupar, de forma admpla, as numerosas pessoas, as diversas forças sociais e políticas, realmente interessadas em impedir que um regime autoritário se instale.