Abaixo, uma peça das «romances sans paroles» (Op. 17/ nº3)
Fauré «estava no ouvido» de toda a sua geração. Embora não tenha rompido totalmente com o romantismo, abordou a matéria-prima musical com uma originalidade que contrasta com os autores do romantismo tardio, que se limitavam à reprodução de fórmulas, repetindo o que foi um sucesso, no passado.
Muitas pessoas ouviram a «Pavane», op.50 sem saber o nome do autor:
Esta Pavane tem uma ressonância renacentista e mesmo medieval. Porém, Fauré teve o bom gosto de não pretender imitar a música dessas épocas. A versão orquestral, que ouvimos aqui, foi elaborada pelo próprio compositor a partir da versão para piano.
A Élégie para violoncelo e piano, é porventura uma das peças instrumentais mais conhecidas de Gabriel Fauré. Aqui, na gravação histórica (1962) de Jacqueline du Pré ( violoncelo) e Gerald Moore (piano).
O Requiem Op. 48, de Fauré, é uma obra que continua a suscitar o interesse do público e dos músicos profissionais. Uma das peças extraídas do Requiem, é «In Paradisum»
Se Fauré soa, no século XXI, como moderno e clássico ao mesmo tempo, é - por um lado - que as suas composições são mesmo originais, resultam de procura formal muito exigente. Por outro lado, assume a herança da música europeia, inserindo-se nela - como elemento charneira - entre o século XIX e o século XX.
Muito se falou de despesas militares e sobre a guerra.
Mas, as questões realmente pertinentes, estão a ser abordadas com imensa irresponsabilidade.
O desempenho de Trump, neste encontro, mostra que o Mundo Ocidental está completamente destituído de orientação.
Os membros são incapazes de avaliar os riscos com um mínimo de seriedade. A banalização de tais comportamentos não significa que esteja tudo «bem». Atualmente, existem guerras que causam mortes e isso não é brincadeira, por mais que os dirigentes iludam os factos.
Chegámos ao ponto absurdo de considerar que o ataque à Rússia irá gerar desenvolvimento. Só haverá «desenvolvimento» nas empresas de armamento e de vigilância digital.
Quanto ao resto, será o alastrar de austeridade fabricada, o desvio das componentes sociais (segurança social, subsídios desemprego, de apoio a pessoas com deficiências, etc.) e o empobrecimento geral da população.
Para cobrir a enorme gatunagem em curso, usam a falsa capa da «proteção social»: Pensam criar um «rendimento básico universal», independente dos receptores contribuírem, ou não, com trabalho (o trabalho assalariado será, portanto, ainda mais desvalorizado).
Mas, entretanto, estão empenhados em desviar - desde já - partes importantes dos orçamentos nacionais para a indústria de armamento e vigilância!
------------------
Reflexão de Manuel Banet:
De forma quase automática, os que presidem agora aos destinos dos povos, estão a copiar o comportamento dos seus antecessores, nas vésperas da Iª Guerra Mundial. Tal como nessa altura, os partidos que antes se consideravam representando a vontade dos trabalhadores, os partidos social-democratas, «votaram os orçamentos de guerra». Agora também o fazem, mas com antecipação, «programando» desde já o início da guerra total com a Rússia para 2030. Note-se que a guerra não declarada, com «autorização» aos ucranianos de alcançar com ogivas de longo alcance alvos bem no interior da Rússia, foi intensificando-se, com o objetivo claro de provocar na Rússia uma contra-ofensiva aos territórios onde são fabricados os drones e outros armamentos usados pelos ucranianos. Igualmente, os sistemas de satélites e de «inteligência» ocidentais, têm guiado a par e passo as ofensivas das forças ucranianas, sendo certo que sem essa peritagem, seriam incapazes de atingir alvos na Rússia com um mínimo de precisão.
Também, quanto às provocações, sabemos bem que várias potências, nomeadamente a Inglaterra e outras, em vésperas de 1914, tinham todo o interesse em multiplicar os assassinatos na classe política e militar, causando instabilidade e provocando os poderes - empurrados pela opinião pública - a reagir. Temos assistido a uma multiplicação das intervenções terroristas, com a OTAN na origem, mas supostamente realizadas por serviços secretos ucranianos.
Finalmente, a campanha distorcendo grosseiramente a natureza do «inimigo», dando a entender que se trata dum ditador sanguinário, tem sido «o pão nosso de cada dia» de uma série de media em todo o Ocidente, sinal da campanha de condicionamento das mentes, por forma a amedrontar os cidadãos e impedi-los de considerar argumentos racionais, que poriam de rastos os elementos de propaganda raivosa anti-russa e anti-Putin.
A enorme sucção de capitais para a máquina de guerra, acompanha-se por uma militarização da sociedade civil. As leis celeradas (completamente anti-constitucionais) são aprovadas à pressa; servem para criminalizar demonstrações pacifistas. A «rédea livre» é dada a uma extrema-direita cada vez mais arrogante, promovida para intimidar os que à esquerda pudessem ajudar a formar uma resistência popular e de massas.
Tem-se o equivalente de há cerca de 120 anos atrás. É provável que os manuais de guerra psicológica, atualmente usados na OTAN e noutras instâncias, sejam atualizações de manuais descrevendo as técnicas ensaiadas antes e durante a Iª Guerra Mundial.
A descoberta e as escavações em curso há cerca de 30 anos e longe de terminadas, de Gobekli Tepe - datado de cerca de 13 mil anos - são uma subversão completa da ideia que se tinha desse período.
Com efeito, pensava-se que as comunidades neolíticas começaram por desenvolver a agricultura, o que - por sua vez - permitiu a existência de um excedente, ou seja, havia possibilidade de certo número de pessoas se dedicar a outra coisa, diferente da produção alimentar. Então, segundo o pensamento arqueológico convencional, ergueram-se as primeiras cidades, os primeiros Estados e civilizações, com suas castas guerreiras, sacerdotais, com os camponeses, artesãos, e os primeiros templos... Tudo isto está posto em causa pois, na época em que foi construída Gobekli Tepe, no «crescente fértil», não existia ainda uma sociedade baseada na agricultura.
As gramíneas selvagens eram colhidas e transformadas, mas não existia o semear e recolher sistematicamente, destas espécies. As escavações em Gobekli Tepe revelaram, em relação aos construtores deste vasto e sofisticado conjunto cultual, que eles ainda viviam da caça/coleta. Assim, temos uma civilização baseada na caça e colecta, mas com avançadas técnicas de construção e representações animais sofisticadas, que correspondiam a uma simbólica complexa, relacionada com a astronomia.
Mas, antes da sua descoberta, a comunidade científica não considerava que tal coisa fosse possível, em povos destituídos de agricultura.
A lição que podemos tirar, é que os humanos têm sido capazes de proezas técnicas, artísticas e espirituais em variadíssimas circunstâncias. Em especial, quando existe abundância de recursos, como foi o caso no planalto da Anatólia, há 13000 anos, na civilização que construiu Gobekli Tepe.
A imagem de neandertais com aspecto de brutos que realmente prevaleceu, não apenas na «ciência popular» mas mesmo na paleoantropologia dos séculos XIX e XX, tem sido finalmente posta em causa por avaliações das suas capacidades físicas e mentais, assim como por subsistirem durante longos períodos de clima glaciar na Eurásia. Também se verifica que os Denisovanos e os Neandertais tiveram uma larga interação, houve formação de híbridos antes de terem tido oportunidade de se cruzarem com os - nessa época - emigrantes mais recentes, vindos deÁfrica, os Homo sapiens.
A interação de populações destas três sub-espécies - Neandertais, Denisovanos, Homo sapiens - formou o tronco comum que deu origem ao que é a espécie humana única de hoje.
Esta unicidade tem base objectiva, pois a interfecundidade entre todas as etnias (chamadas incorretamente «raças»), produz híbridos plenamente funcionais e férteis.
Nas várias centenas de milhares de anos, assiste-se a um processo de especiação por introgressão. Isto significa que os traços favoráveis ou adaptativos, nestas espécies, foram conservados na sua descendência híbrida, sendo incorporados os genes e regulações dos mesmos, de acordo com os desafios que a humanidade teve de enfrentar.
A propósito disso, verifica-se uma anómala homogeneidade dos genomas na espécie Humana, se comparada com os outros animais, em especial com os símios. Com efeito, por exemplo, os naturais da Papuásia-Nova Guiné - que não tiveram nenhuma hibridação com outro grupo - estão muito mais próximos, em termos genéticos, das populações doutros continentes, do que seria de esperar. As diferenças genéticas existem, mas são fracas quando comparadas às que existem entre populações da mesma espécie, nos símios antropóides atuais.
Várias populações de chimpanzés das florestas tropicais/equatoriais de África, foram testadas para o seu ADN: A diversidade genética intra-específica, entre grupos distintos, é maior que a diversidade genética entre os grupos mais afastados nos humanos.
Esta anomalia da fraca diversidade genética dos grupos humanos etnica e geograficamente separados, levou a postular-se ter havido uma quase extinção global da humanidade. Nessa altura, os indivíduos que contribuíram para a perpetuação da espécie, seriam da ordem de poucos milhares. Por outras palavras, deu-se um estreitamento brusco da população reprodutora total. É difícil de provar exatamente quais os factos que estiveram na origem de tal perda da diversidade genética dos humanos. Sabemos que existiram cataclísmos suficientes e de extensão vasta, durante o intervalo de tempo considerado, que poderiam ser a causa dessa quase extinção.
Entretanto, ainda há muito por descobrir, quanto aos antecedentes imediatos que deram origem à espécie humana dita «moderna», há cerca de 300 mil anos, provavelmente em África.
De qualquer maneira, está fora de dúvida que nós, humanos modernos, somos primos dos neandertais e dos denisovanos. Não restam dúvidas de que estes três grupos da humanidade interagiram, trocando genes e tecnologias.
Esta visão, muito diferente da teoria anterior, de que a nossa espécie foi causadora da extinção dos neandertais, obriga a considerar um novo modelo de evolução e de especiação para a humanidade.
Neste modelo, desempenham largo papel as introgressões (hibridações entre espécies próximas, mas diferentes) e a selecção subsequente dos genes importados de outras espécies. Caso tais genes conferissem um coeficiente de selecção positivo, perante os desafios ambientais, eles eram conservados. Existem genes de origem neandertal nos euroasiáticos contemporâneos e não são «relíquias» do passado; funcionam normalmente e conferem características fenotípicas próprias. Eles foram perpetuados ao longo de inúmeras gerações. Pelo contrário, outros genes oriundos dos neandertais foram excluídos, embora estivessem presentes nas populações híbridas iniciais. Neste último caso, jogaram incompatibilidades intra-genómicas, entre genes ou conjuntos de genes, provenientes de Homo sapiens e de Neandertais.
----------------------------------------------
PS: Temos acompanhado as descobertas em paleoantropologia, em relação aos neandertais, especialmente. Consulte o artigo seguinte:
Excertos do recital dado por Arthur Rubinstein em Moscovo, em 1964.
A virtuosidade duma interpretação pode avaliar-se pela intencionalidade de cada nota, no discurso musical.
Arthur Rubinstein é ainda hoje referência inultrapassável pela profundidade com que nos devolve os sentimentos encerrados nas partituras de Chopin.
Existem vários outros intérpretes de excepcional qualidade. Porém, eu considero que estas gravações ao vivo de Rubinstein, são momentos em que podemos apreender a estrutura, a expressão e a técnica ao serviço da obra.
Estas peças para cravo (cerca de 130), não foram editadas em vida do compositor e estão dispersas por vários manuscritos. Os movimentos e as tonalidades indicam que elas se destinavam a ser executadas agrupadas em suites. Porém, a composição das mesmas é - nalguns casos - difícil de determinar. Por outro lado, tem-se indicações de que em França, nessa época a música para cravo** não especificava rigorosamente quais as peças de uma Suite, deixando uma certa margem de escolha ao interprete, para incluir - ou não - determinada dança, encurtar ou alargar o conjunto da Suite, etc.
Quanto ao prelúdio, este era praticamente obrigatório, pois desempenhava uma dupla função: Por um lado, permitia o executante certificar-se que o instrumento estava bem afinado para a tonalidade na qual se iriam desenrolar as sucessivas peças da suite; por outro lado, ajudava a criar o ambiente sonoro adequado para os auditores poderem melhor apreciar as subtilezas das diferentes peças da suite, todas no mesmo tom (ou no tom relativo) do prelúdio.
Em todo o caso, o grau de latitude improvisatória que exprimem estes prelúdios «non-mesurés», não nos deveria surpreender. A música barroca em geral ( quer na França ou noutro país participante no grande movimento estético, que se estendeu, pelo menos, durante um século e meio ) era música com elevado grau de improviso. Improvisar era não só admitido, como encorajado. Mas, o improviso obedecia a regras gerais e específicas aos instrumentos utilizados e ao carácter das peças.
-----------
* Os préludes non-mesurés são peças onde as notas não têm os seus valores relativos (colcheias, semínimas, etc), onde apenas estão registadas as alturas relativas dos sons. Não têm compasso ("non-mesurés"), pelo que nestas incertezas de tempo e de rítmo, a sensibilidade e perícia do intérprete contavam mais ainda do que numa peça «vulgar». Pode dizer-se que é uma particularidade da Escola Francesa de cravo. Não conheço exemplos não-franceses de peças «non-mesurées»
** François Couperin, sobrinho de Luis Couperin, escreveu um célebre livro didático para o cravo «L'Art de Toucher le Clavecin» .
Veja o artigo sobre o mesmo (também com exemplos de prelúdio):
A marca BYD tem uma história curiosa. No início dedicou-se a fazer baterias recarregáveis para telemóveis. Tornou-se o maior exportador chinês de veículos eléctricos. Mas, não adormeceu sobre os seus louros. Está na origem da última revolução tecnológica. É esta a história que o video nos conta.
Segundo hipótese atual, todos os seres humanos vivos teriam cerca de 20% do genoma oriundo de uma «espécie fantasma»; uma porção herdada de tal população, desaparecida (designada população B), ter-se-ia hibridizado com a população A.
Esta nova visão vem reforçar a tese duma origem plural da espécie humana: Já não somente os 2-4 % de ADN neandertal nas populações euroasiáticas não-africanas, ou os 2-6 % do ADN denisovano nas populações da Ásia e Oceânia.
A identificação da população ancestral B poderá corresponder a um crânio, encontrado na África do Sul, o «Homem de Kabwe».
Este, terá divergido do tronco principal da evolução humana há 400 mil anos e vivido de forma independente. Esta espécie só terá voltado a ficar em contacto com a população ancestral A, cerca de 200 mil anos depois: Nesta época, múltiplos acontecimentos de cruzamento/hibridação terão ocorrido.
Esta nova visão da formação dos H. sapiens (os humanos modernos), destrona a visão linear, na qual um único ramo teria sobrevivido até hoje, enquanto as restantes espécies surgidas se teriam extinguido num momento ou noutro do processo. Seriam «becos sem saída» da evolução.
O modelo que surge com cada vez mais verosimilhança é o da «manta de retalhos» (ou «patchwork»). O genoma total da espécie humana moderna, teria contribuições de várias espécies extintas, as quais se cruzaram num momento ou noutro com o tronco principal do que iria ser a nossa espécie. Em resultado desses cruzamentos, houve aquisição diferencial de genes, ou seja, partes do genoma daquelas espécies ancestrais foram conservadas, enquando outras foram excluídas.
Por exemplo, os humanos modernos, vindos de África e «invasores» da Europa, foram encontrar neandertais, que viviam há centenas de milhares de anos no continente europeu, adaptados a um clima muito mais frio do que o atual. Estes neandertais tinham desenvolvido características anatómicas, fisiológicas, imunológicas, adaptadas ao clima glaciar. No total, a humanidade atual conserva coletivamente cerca de 40% do ADN de origem neandertal, embora cada indivíduo euroasiático possua cerca de 2 a 4 % de sequências herdadas dos neandertais. Os genes favoráveis para a sobrevivência foram retidos e os que entravam em conflito com os genomas humanos (sapiens) foram excluídos, por selecção natural. Um mecanismo semelhante permitiu que as populações, vivendo a grandes altitudes, nos Himalaias e no planalto central tibetano, tivessem conservado genes provenientes dos denisovanos, que lhes dão um fenótipo duma densidade maior de glóbulos vermelhos no sangue e, portanto, permite-lhes superar a escassez do oxigénio nas altas montanhas.
Para além da pertinência da interpretação dos achados em si mesmos, pode-se questionar o próprio conceito de «espécie»:
- Quando é que é legítimo considerar um cruzamento como tendo ocorrido entre duas populações da mesma espécie, ou, alternativamente, entre duas espécies diferentes, mas que conservam um certo grau de interfecundidade?
Nós é que fabricamos o conceito de espécie; nós é que classificamos os fósseis segundo as suas semelhanças e diferenças, como pertencendo à espécie X, ou Y, ou ainda, a um híbrido de X e Y.
O problema, com a sequenciação de ADN fóssil, não desapareceu, ele somente mudou de nível:
- Quantas divergências em sequências no genoma (ou em certo número de genes) serão necessárias para que os ADN extraídos dos fósseis X e Y sejam considerados pertencer a variantes dentro da mesma espécie, ou - alternativamente - a duas espécies distintas?
Perante a acumulação de factos nas várias disciplinas (paleoantropologia, bioquímica, fisiologia, genética, ecologia, etc.) podemos ser obrigados a redefinir conceitos e mesmo a efetuar uma mudança drástica na nossa visão da evolução humana.
Em ciência, há estes momentos de mudança de paradigma. Devido ao contexto diverso, os fenómenos observados passam a ser avaliados de forma radicalmente diferente. Estamos numa destas fases, em Paleoantropologia.
População atual de Papua- Nova Guiné portadora de elevada percentagem de genoma denisovano no qual existe ADN de origem neandertal numa percentagem de 10 a 30%. Pensa-se que houve hibridação de populações de denisovanos com populações de neandertais muito tempo antes destas populações terem encontrado Homo sapiens e hibridizarem-se com estes. Ver:
A recuperação foi espectacular, muito mais rápida do que engenheiros e ambientalistas previram. Se derem oportunidade à Natureza, ela pode recuperar dum desastre natural ou causado pelos humanos. Ela faz o seu trabalho em tempo recorde e muito melhor !
Quando decidi escrever algumas palavras introdutórias sobre meritocracia, deparei-me com a impossibilidade de abarcar o fenómeno, sem ir ao fundo das questões envolvendo as sociedades capitalistas.
Note-se que o fenómeno tem existido mais ou menos desde a segunda metade do século XVIII, na Europa e América do Norte, até hoje, em sociedades que funcionavam segundo o paradigma do capitalismo. Embora alguns grupos marginais, dentro ou fora dessas sociedades, tivessem conservado o modo de produção das sociedades agrárias e feudais.
Mas, para situar a questão, vamos começar por analisar um caso particular, o da Prússia e de outras potências, no início do século XIX. Este reino foi acometido pela guerra provocada por Napoleão, triunfante de Austerlitz (1805). Na sequência da derrota Austro-Russa, decide entrar em guerra com a Prússia, para a submeter ao novo Império.
Não estamos perante o confronto da burguesia triunfante (Império Napoleónico) a lutar contra o reaccionarismo da Prússia, congelada no tempo (feudalismo tardio): Mas estamos na presença de dois modos de organizar os exércitos, moldados pela mentalidade prevalecente nas sociedades e círculos de poder respectivos.
O poder absoluto de Napoleão Bonaparte era devido a muitos fatores, entre os quais, a esperança de uns jovens da burguesia que, no antigo regime (pré-revolução), não podiam aspirar ascender aos quadros médios e superiores do exército; estes lugares estavam reservados aos membros da aristocracia.
No seguimento do período conturbado da França revolucionária e da contra-revolução do Directório, Napoleão abre, definitivamente a hierarquia militar aos que tivessem mérito próprio. «Promoção pelo mérito» não excluía a presença de aristocratas, mas exigia que eles fossem os mais adequados à função.
Num regime de centralismo extremo, o Chefe máximo podia vetar alguém, independentemente do seu mérito demonstrado, caso não fosse suficientemente devotado à sua pessoa - a Napoleão e ao Império.
Desde o tempo do Império Romano, que a organização militar tinha um papel estruturante na sociedade civil. Na realidade, se um camponês não escravo queria ascender na sociedade romana, tinha um único caminho, na prática: O de servir como soldado numa legião romana. Passadas dezenas de anos, recebia um pedaço de terra de cultivo, normalmente obtido pela espoliação de inimigos de Roma. A posse de terra, nesse tempo e durante muito tempo ainda, foi a condição sine qua non para se ascender à classe de «elite», à aristocracia.
Ora, no Reino da Prússia, a organização e treino meticulosos dos diversos corpos do exército, vinda do tempo de Frederico II, serviu para a Prússia derrotar militarente o Império Austríaco. No início do século XIX, o exército prussiano continuava a ter uma excelente organização, mas moldada no século XVIII: Concebida, treinada e caldeada para as guerras do século XVIII. Entretanto, tinha havido a Revolução Francesa e o exército prussiano, como os de outras potências europeias, viu-se completamente ultrapassado pelos novos métodos de organização e táctica dos exércitos revolucionários franceses. Estes, conseguiram notáveis vitórias em várias frentes, que impediram o avanço das hostes coligadas para invadir a república nascente.
Pode-se atribuir uma quota-parte ao entusiasmo revolucionário e ao desespero, para o sucesso destes exércitos de «sans-culotte», que Bonaparte conhecia bem. Porém, o facto fundamental é que a própria situação obrigou a recorrer a métodos completamente novos e contraditórios com (todos) os manuais de instrução para oficiais do Século XVIII.
O exército prussiano, depois da derrota fulgurante, aprendeu (da maneira dura) a adequar sua estrutura e métodos aos tempos presentes. O mesmo aconteceu com as tropas do Império Russo, que sofreram derrotas em Austerlitz (aliados dos austríacos) e - aliados dos prussianos - em Eylau, Heilsberg e Friedland (na Prússia oriental, 1807).
A visão estratégica tornou-se predominante, o dogma do combate em linhas compactas desapareceu, foi aumentado o papel dos regimentos de infantaria ligeira-atiradores e "Chasseurs à Cheval" (caçadores a cavalo), especializados no reconhecimento: Seu papel mais relevante era antes da batalha principal, em sondar as posições do inimigo.
Sobretudo, a hierarquia dos exércitos, a partir daí, não foi ocupada em exclusivo por indivíduos vindos das fileiras da aristocracia. Isto pode parecer de menor importância, hoje. Porém, tanto nas fileiras napoleónicas, como nas dos seus inimigos, a recompensa por serviços prestados, especialmente em situação de combate, era a promoção, a subida de posto hierárquico. Este sistema operava eficazmente para preencher as vagas. Ele estimulava os jovens, filhos de burgueses, a alistarem-se, sabendo que se tivessem ocasião de mostrar qualidades militares e morais, teriam assegurada a subida na hierarquia.
A origem da meritocracia vem, a meu ver, da forma, instaurada pela revolução francesa, de preencher os quadros militares. Além das qualidades de coragem, presença de espírito e capacidades de liderança, os oficiais tinham de possuir conhecimentos técnico-científicos em vários domínios. As Escolas de Guerra e as Escolas Politécnicas, formavam cadetes para o exército em geral e para especialidades como artilharia, engenharia militar, etc.
A generalização da «promoção por mérito» após Iª Guerra Mundial, resultou da necessidade dos capitalistas darem a ilusão da sociedade não ser baseada na exploração e no domínio dos possuídores dos meios de produção. Queriam que a hierarquia no trabalho fosse vista como resultante duma sociedade onde existiam oportunidades, onde ser-se talentoso, dedicado e inteligente, permitia ascender aos lugares de chefia. Muitos destes lugares continuavam a ser preenchidos pelos familiares e protegidos dos grandes capitalistas. Mas, conseguiram fazer passar a ilusão, na pequena e média burguesia, de que o fator determinante era o seu mérito.
Se analisarmos um pouco abaixo da superfície esse «mérito», depressa vemos que não se trata dum mérito absoluto, mas relativo. A capacidade dos candidatos preencherem os escalões superiores das empresas, não era só técnica, mas implicava também a devotada fidelidade aos patrões e ao sistema capitalista, em geral.
São numerosos os casos de pessoas com grandes qualidades intelectuais, que foram preteridas; elas não ofereciam a garantia de serem «colaboradores» subservientes e obedientes.
A competição pelo acesso aos lugares na universidade, no interior desta e a própria concorrência das universidades entre si, veio reforçar a fachada de «justiça», relativamente à selecção dos candidatos a postos exigindo saber técnico especializado, mas hierarquicamente subordinados.
Suplemento
Veja vídeo da Profª Mattei - Enquanto se mantém o mito da meritocracia, está a consolidar-se a sociedade mais desigual que jamais existiu:
(Acima) Retrato a óleo de Mozart, ao piano, aos 14 anos
- Traduzi parte do comentário apenso ao vídeo acima:
«O QUINTETO EM MI BEMOL MAIOR PARA PIANO E INSTRUMENTOS DE SOPRO, K. 452, foi completado por Mozart em 1784 e estreado dois dias depois, no Teatro Imperial em Viena. Pouco tempo depois da estreia, escreveu ao seu pai que "Eu próprio considero que é a melhor coisa que escrevi em toda a minha vida". A distribuição das partes é a seguinte: piano, oboé, clarinete, trompa e fagote.
Compõe-se de três andamentos: 1. Largo - Allegro moderato 2. Larghetto 3. Allegretto
A sua estrutura assemelha-se à da sonata típica. No primeiro andamento (Largo-Allegro), o Allegro está escrito na forma sonata, com os temas a serem passados dum instrumento para o outro, sendo o piano o introdutor dum tema e assumindo depois o papel de acompanhador, quando o oboé, a clarineta e o fagote realizam as suas respectivas variações sobre esse tema. O Larghetto é um andamento típico, análogo dos 2º andamentos doutras peças de Mozart, suave e gentil, que atrai a atenção. O Allegretto assume a forma de "sonata-rondó" do mesmo estilo que Mozart utilizou como andamento final em muitos dos concertos para piano que escreveu nesse período e contém uma cadenza - escrita por Mozart - próximo do fim.
Esta peça foi inspiração para o Quinteto em Mi bemol para Piano e Sopros, Op. 16 de Ludwig van Beethoven que escreveu a sua peça enquanto homenagem, em 1796. A composição de Beethoven utiliza os mesmos instrumentos que a de Mozart.»
Comentário de Manuel Banet:
A beleza divina desta peça, excelente exemplo de escrita musical do Classicismo, brilha em cada uma das suas partes. Mas, o excecional está na integração perfeita de cada instrumento no conjunto. Porém, esta formação instrumental é pouco usual na música dessa época. O diálogo do piano com os vários instrumentos de sopro surge com perfeita naturalidade.
Consigo imaginar Mozart ao piano, introduzindo os temas e dialogando com os instrumentos de sopro.
Uma peça bem humorada, interpretada com perfeição e equilíbrio pelos elementos do quinteto.
PS1: Um manuscrito desconhecido, contendo autógrafos de Mozart, foi descoberto recentemente na Bibliothèque Nationale de Paris. Um pequeno livro com partituras manuscritas. O conteúdo estaria relacionado com as lições que Mozart deu, durante sua estadia em Paris, a uma jovem «estúpida e preguiçosa». Veja AQUI.
PS2: Uma peça de juventude, completamente inédita. Descoberta em 2024 Ganz Kleine Nachtmusik, K648 foi gravada na biblioteca da editora de música Bärenreiter.
A visão de Alex Krainer do campo de batalha global é de que esta guerra é diferente de todas as outras, pela sua extensão, afetando em simultâneo todos os recantos do globo e pela utilização de armas económicas, em paralelo com as armas de longo alcance (mísseis, drones...). A guerra das trincheiras na Ucrânia, seria uma exceção e não a regra.
Alex Krainer é um especialista em matérias-primas, metais preciosos e combustíveis.
Chama a atenção sobre a tendência para o uso de múltiplas divisas: as partes dum negócio recorrem a diversas divisas, consoante os parceiros envolvidos na troca.
A bolha da IA está a ser «aguentada» pelos bancos centrais; estes têm mais poder do que o público imagina. Eles não querem que esta bolha rebente. Porque assim, o público ficará mais tempo na ilusão de que os dirigentes políticos e económicos controlam a situação.
As economias de países (Venezuela, Zimbabué...) que entraram em colapso, viram seus mercados bolsistas crescer até máximos inéditos, ao mesmo tempo que a divisa respectiva perdia rapidamente todo o seu valor (hiperinflação).
Este fenómeno não é particular àqueles países. Em condições análogas, pode voltar a acontecer. Poderá também ocorrer em países aparentemente mais sólidos, pois resulta das características sistémicas, «embutidas» no sistema económico e financeiro.
No contexto da depressão que vem aí - período longo, onde as economias não conseguem produzir ao nível da sua capacidade normal; em que muitas empresas têm de fechar as portas - os bens tangíveis vão ser os mais importantes repositórios de valor:
- Além da energia, bens agrícolas, metais preciosos e metais industriais, serão os mais valorizados.
A colaboração com um crime, faz dessas pessoas co-responsáveis objetivas do crime. As pessoas que, sabendo da gravidade do facto de se lançar desta maneira uma vacina, não disseram nada, são coniventes. As que sofreram toda a espécie de humilhações, ostracismo, discriminação e mesmo despedimento, por dizerem a verdade, têm de ser restituídas nos seus postos, ou indemnizadas e as pessoas responsáveis, que levaram a cabo estas perseguições, deveriam ser processadas e julgadas.
As pessoas que têm maior contacto com a ciência e competência específica para avaliar os efeitos das vacinas contra o COVID, são epidemiologistas, virologistas, especialistas em genética molecular, especialistas em doenças imunitárias, biólogos populacionais... Estão, numa percentagem lamentável, profundamente implicadas na fraude
A administração da vacina de ARN-mensageiros, com o gene da proteína «spike» modificado, é um ato gravivíssimo. Com efeito já se sabia que esta proteína causava inflamação nos tecidos; a expressão dessa proteína e circulação da mesma no sistema sanguíneo, foi causadora dos trombos - que podem ter consequências fatais - e das miocardites, que mesmo as que não são causadoras de morte, causam um enfranquecimento duradoiro do miocárdio, etc. Além destes efeitos, existe um aumento de cancros, caracterizados por ocorrerem em pessoas saudáveis, muitas vezes jovens, cancros que todavia eram raros, apareceram agora com maior frequência. A hipótese de trabalho que se deveria ter feito e sabendo do malogro total que foram as experiências com animais, era que este tipo de vacinas estava ainda numa fase muito precoce, que não podia ser utilizada em larga escala, sem que previamente fosse provada a sua inocuidade.
Uma vacina não é um medicamento e não deve ser avaliada como se o fosse. A própria OMS estabeleceu (há muito anos) que se deveria interromper os ensaios para uma vacina nova em seres humanos, quando existisse uma taxa de 1:20000 (ou maior) de efeitos secundários graves (causando doença crónica, incapacidade prolongada ou mesmo morte). Ou seja, se uma pessoa em vinte mil, tivesse um ou vários desses efeitos secundários graves, os testes deviam ser logo interrompidos e a substância posta de lado. Este patamar oficial de segurança é mais estricto que o dos medicamentos para tratamento de doenças. Neste último caso, a nova medicação a ser administrada não se destinava a pessoas em plena saúde, mas a pessoas doentes. No caso da vacina, esta é administrada a pessoa saudável, para prevenir a infecção ou que, tendo havido infeção, os anticorps adquiridos combatam a infecção e os sintomas da doença sejam leves. Por isso, considera-se intolerável haver aquela proporção (1 em 20000) de pessoas, que estando de perfeita saúde, possam sucumbir ou ficar permanentemente inválidas, em consequência de uma vacina experimental.
Os responsáveis da Pfizer, da Moderna, da Astra-Zeneca e outras firmas farmacêuticas, também os membros dos ministérios da saúde dos diversos países, estavam ao corrente dessas normas, além da OMS que as emitiu. Porém, para viabilizar a venda de milhões de vacinas não devidamente testadas e sem que seu efeito fosse avaliado de acordo com as normas, inventaram «uma urgência», para ultrapassar os passos indispensáveis à colocação no mercado, dessa nova vacina.
Os políticos no poder, nessa altura, foram enganados ou levados a crer em cenários catastróficos, de modo a autorizar o uso da nova vacina, não devidamente ensaiada. Os criminosos corruptos que existem na indústria farmacêutica e todos os que - ao nível de peritos e de políticos - apoiaram tal medida, não agiram de boa fé.
A prova disso está na criminalização / proíbição de uso de ivermectina, ou de hidroxicloroquina. Difamaram gravemente os cientistas e médicos que aplicaram - com sucesso - terapêuticas usando estes medicamentos, bem conhecidos e sem efeitos secundários graves. A cabala resultou, pois assim foi ocultado do grande público que, se bem administados, estes medicamentos podiam reduzir significativamente a mortadilade e a morbilidade de pessoas infetadas com o vírus do covid. Assim, havendo medicamentos que tinham uma certa capacidade de mitigar a doença, já não seria legítimo decretar a epidemia de Covid, como uma situação excecional e urgente, autorizando que os protocolos para testar a nova vacina fossem «aligeirados» .
Nos anos subsequentes à epidemia de covid, a taxa de mortalidade deveria ter voltado ao normal, isto é, aquilo que era em 2019. Porém, em países onde a vacinação anti-covid foi muito elevada, nos anos subsequentes, houve um aumento persistente da taxa de mortalidade. Ora, não havia nenhuma epidemia, nem guerra, nem fome... nesses países, geralmente países «ricos» e com elevados padrões de saúde...
O excesso de mortalidade é a quantidade de mortes a mais, ocorrida num ano, num dado país, quando se faz a média da mortalidade nos 10 anos anteriores. Esta medida não é específica, para uma ou outra causa de morte: Mas, no curto prazo, o número de mortes por ano varia muito pouco, na ausência de catástrofe natural, de guerra, de fome generalizada, ou de grave epidemia. Portanto, o excesso de mortes, pode e deve colocar a pergunta sobre qual a causa provável de tal excesso.
Os técnicos de saúde ao serviço dos governos e a OMS, declararam que a epidemia de Coronavírus estava ultrapassada, a partir da segunda metade do ano de 2021. Atribuíram este esgotamento a um efeito positivo da vacinação anti-COVID nos vários países. Porém, um factor muito importante, para o desaparecimento dum surto epidémico é a própria imunidade natural dos pacientes que sobrevivem à doença, mesmo sem terem sido inoculados com uma vacina. Estes indivíduos são como uma «armadilha» para os vírus, pois estes agentes patogénicos entram em contacto com os indivíduos, mas são destruídos pelo sistema imunitário ou ficam incapazes de se reproduzir e de espalhar a doença.
Após campanha maciça de vacinação, a epidemia deveria extinguir-se... tal seria o cenário «normal». Porém, a capacidade de prevenir a difusão da doença das chamadas «vacinas» contra o covid era próximo de nula; muitas pessoas ficaram infetadas e doentes após terem sido inoculadas com a vacina. Para disfarçar o crime e para terem chorudos lucros como desejavam os principais accionistas dessas mega-empresas farmaceuticas, instauraram «reforços» da vacina, não só inúteis, como prejudiciais (como referido pelo Prof. no vídeo). Tudo o que fizeram foi ao arrepio das regras estabelecidas, do que se sabia de doenças infecciosas deste tipo, da eficácia ou não de vacinas, neste tipo de viroses. Escolheram o gene da proteína «spike», para inserirem por clonagem no vector de ARN (vacinas Pfeizer, Moderna e outras) ou no interior da cápside esvaziada de SV40 (Astra-Zeneca e outras). Mas já era sabido, nessa altura, que a proteína spike se comporta como toxina, causadora de inflamação nos tecidos!
Os responsáveis por estas medidas, estavam bem conscientes dos seus fracassos, ou do excesso de mortalidade que provocavam, mas queriam ocultar o mais possível manipulando as estatísticas, promovendo publicações de mera propaganda como sendo sérias, etc...
A ocultação intencional seguiu o seu curso nos anos posteriores. Empresas poderosas, fizeram lobi junto das estruturas de saúde de países como os EUA, bloqueando a realização de estudos epidemiológicos, ou, pelo menos, a sua divulgação nos media de grande circulação. A intenção é dupla: desviar a atenção das responsabilidades criminais de industriais, de funcionários e governos, por um lado; por outro, manter as pessoas a aceitar serem vacinadas com vacinas anti- COVID e promovendo a tecnologia da ARNm para toda uma série de doenças.
É muito reveladora, a não-realização ou a ocultação de dados, em muitos países, sobre as doenças que as pessoas tiveram e podem ser relacionadas com a vacina anti-COVID.
Com efeito, seria muito direto demonstrar-se , relativamente à vacina, a sua inocuídade e efeitos benéficos (caso existissem) na saúde da população. Mas, na prática, só as organizações estatais de saúde têm meios e acesso a dados confidenciais de pacientes e da população em geral. Só elas podem realizar tais estudos estatísticos. Aquilo que elas não conseguem ocultar é o parâmetro mais inespecífico, da variação da morbilidade e da mortalidade geral na população. A inocuídade relativa da vacina seria um grande «trunfo» político para os que advogam que tais campanhas de vacinação foram absolutamente necessárias, na epidemia de COVID. Em geral, são os mesmos que querem continuar a aplicar os tais métodos vacinais recorrendo a ARNm, para outros agentes patogénicos. Mas, não são feitos inquéritos em larga escala, nem se estudam os resultados estatísticos: Quando as autoridades têm os meios para o fazer e não o fazem estão na mesma posição do criminoso que quer ocultar as provas do crime.
Veja o vídeo acima em que um médico «do establishment» vem mostrar que os dados dos pacientes contrariam a narrativa das autoridades. Em muitos casos, as vozes de cientistas e académicos com a melhor reputação foram silenciadas, com ameaças diversas, campanhas de difamação, etc.
Globalmente, está-se perante um crime, numa escala tal, que seria necessário um «Tribunal de Nuremberga», como se diz no vídeo. Porém, a opinião pública também é um «tribunal», se for informada da monstruosidade dos crimes ocorridos e dos muitos milhares de vítimas causadas pela conjura internacional, verdadeira e não imaginária, que se abateu sobre quase todos os países do Mundo.