segunda-feira, 6 de julho de 2026
RUBINSTEIN : Recital CHOPIN [Segundas-f. musicais n° 65]
quinta-feira, 11 de junho de 2026
CLARA ZETKIN avisou, em 1923, sobre o FASCISMO
O seu relatório sobre a natureza de classe e os perigos do fascismo foi apresentado, oralmente, numa reunião da Internacional comunista, em Moscovo. Esta alocução impressionou os presentes, que a aprovaram por unanimidade.
Mas, pouco depois em 1924, após a ascenção de Josef Stalin a secretário-geral do PCUS, a linha oficial do movimento comunista internacional mudou, tragicamente, em relação à política* a adoptar face ao fascismo em ascenção.
*A subida ao poder de Stalin na URSS, e líder de facto da IIIª Internacional, trouxe consequências graves. Personagens do movimento comunista que tinham uma linha diferente de Stalin foram primeiro afastados. Depois, vários sofreram processos inteiramente forjados, nos quais «confessavam a sua culpa». Isto não evitou serem executados. Mas, ao nível global, pela influência de Stalin na IIIª internacional e sobre vários partidos comunistas, sobretudo europeus (Espanhol, Francês, Alemão, etc), houve uma modificação brusca de orientação: foi abandonada a política de «frente ampla» que incluía organizações não-comunistas, para a política de «classe contra classe», que se traduziu no confronto direto com partidos socialistas e social-democratas. Na Alemanha, onde o partido socialista era muito forte, isto tornou possível que Hitler e seu partido manobrassem à vontade, dentro e fora do parlamento, aumentando o seu apoio popular através de campanhas demagógicas, amplamente financiados pelos donos das indústrias metalúrgicas e químicas e de bancos.
Vejam e oiçam o conteúdo do video, que acompanha de perto o percurso de Clara Zetkin: Ele interessa a todos os anti-fascistas, não apenas aos que se identificam com o comunismo...
sábado, 30 de março de 2024
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
[CRÓNICA(Nº20) DA IIIª GUERRA MUNDIAL] PARA SABERES O QUE NOS TENTAM OCULTAR!
Será inútil sublinhar aos meus leitores habituais a relevância de John Helmer, o jornalista correspondente em Moscovo: Ele escreve o blog «Dances With Bears». Nele, consegue dar-nos conta duma série de dados censurados ou menorizados pela media corporativa, sempre pronta a vozear o ponto de vista de Israel e dos EUA e dos seus fantoches da OTAN.
Pessoalmente, sem a leitura do referido blog, pouco conseguiria saber sobre este campo de batalha decisivo, sobre a resistência palestiniana unificada, sobre as potências árabes e muçulmanas do Médio-Oriente e sobre as dificuldades militares e económicas que enfrenta Israel.
A crónica que está no link abaixo tem imenso valor informativo. Lendo-a, percebo (pelo contraste ...) a manipulação mediática ocidental, a constante mentira por omissão ou contando histórias totalmente fabricadas e destinadas a criar um sentimento de ódio contra os palestinianos. Já não me espanta que a opinião pública dos países ocidentais seja manipulada a considerar que o carrasco é a vítima, e a vítima é o carrasco. É a fabricação do consenso, assim como da própria «realidade»!
Leiam John Helmer!
sexta-feira, 14 de julho de 2023
EIS PORQUE A REBELIÃO NA RÚSSIA FOI UM NÃO-EVENTO ... E O QUE ISSO SIGNIFICA [Chris MacIntosch]
«Here's Why the Sudden "Rebellion" in Russia was a NothingBurger... And What it Really Means»
[Copiado de Doug Casey's International Man <service@internationalman.com> ]
O colapso iminente da Rússia. A rebelião pelas tropas do Grupo Wagner, seguida pela igualmente súbita não-rebelião que pôs a media de massas a rodar em parafuso. O mais interessante e hilariante era observar essa media de massas passar de "Os mercenários Wagner estão assassinando ucranianos", a "Os mercenários Wagner vão libertar-nos da tirania de Putin". E depois, claro, o silêncio. Em boa verdade, o melhor que eles têm a fazer é ficarem calados. Fico simplesmente estarrecido, que alguém continue a ouvir estes palhaços que, ou vomitam propaganda, ou simplesmente não têm a mínima ideia do que se está a passar mas sentem necessidade de dizer... bem, qualquer coisa. Com certeza, devem sentir humilhação, nesta altura?
Em qualquer caso, estão aqui alguns pensamentos e questões que tive, depois de ter digerido aquilo que suponho ter ocorrido.
Eu observei a media de massas vir com múltiplas (Eu contei 7 e depois deixei de contar mais) reportagens, saindo no Sábado de manhã. O facto de termos um dilúvio de reportagens num intervalo de tempo tão curto, pareceu-me estranho. Veja-se que o «motim» tinha literalmente começado umas horas antes. Horas!
Depois, soube que as agências de segurança tinham informado o Congresso dos EUA mais cedo, nessa semana, sobre a insurreição prevista. Mais cedo, nessa semana? Então os cérebros da CIA e o Congresso sabiam isto de antemão. O que significa que a media corporativa também soube isto antecipadamente. O que explica como conseguiram fazer sair literalmente dúzias de artigos em poucas horas. Eles redigiram com antecedência a narrativa da Guerra Civil Russa!
O que levanta a questão seguinte: Como é que os serviços de segurança sabiam deste facto, em desenvolvimento, antes dele ocorrer, se não estavam envolvidos no caso? Terão tentado um "golpe de Maidan 2.0"?
Se isto é verdade, sabem o que significa? Significa que os EUA atacaram diretamente a Rússia. Trata-se dum ato de guerra.
Estas conclusões talvez levem as pessoas a pensar que «talvez», somente «talvez», a CIA tenha estado envolvida num país estrangeiro, numa tentativa de derrubar seu governo. É chocante, eu sei, pois isto teria sido um ato de guerra cometido pelos EUA contra a Rússia. Mas, estou certo que não. Eu estou certo de que o grupo Wagner ficou muito zangado com Putin e tentou retirá-lo do poder; estou igualmente seguro que - depois de avançar e de NÃO encontrar qualquer resistência, o grupo Wagner mudou de ideias e decidiu fazer um desvio até à Bielorrússia e tomar uma cerveja com Lukashenko. Isto faz todo o sentido. Sabe qual a temperatura na Rússia, durante esse fim-de-semana? 26°C. Bem, podem pensar que não é particularmente quente, mas eu desafio-vos a vestir roupa militar e carregar com todo o equipamento durante várias horas, sob este Sol; depois dir-me-ão se iriam desprezar uma cerveja gelada. Então, foi assim que aconteceu e que o golpe foi encerrado. Num fim-de-semana, apenas. Agora, se houve dinheiro que REALMENTE mudou de mãos entre a CIA e Wagner, bem, esse intervalo de tempo deve ter sido o suficiente para a transferência ser concluída. Só por dizer...
- Aceitar e arriscar o pescoço tentando derrubar Putin, arrastando consigo o Exército Russo (Wagner é cerca de 20% dos efetivos em combate)
- Recusar e dizer aos seus inimigos que «vão cavar batatas», o que significa que eles ficam com o dinheiro e que você continua a combater.
- Ou diz-lhes, "claro que sim", toma o dinheiro e representa um programa de «psyops» (= operação psicológica), durante o fim-de-semana e - no fim de contas - continua a combater do lado russo. Assim tem o melhor dos dois mundos.
Então, o que vai ser? Deixo-o decidir qual o cenário mais provável. O que penso, é que se torna evidente para todos - exceto para os mais limitados da cabeça - perceberem que aquilo que nos dizem é, com certeza, incorreto.
Há também um outro pequeno pormenor a considerar. Iria pensar que, aquando do golpe de Estado, a fuga de capitais para fora da Rússia seria extremada e que se veria isso -imediatamente- no mercado mundial de divisas.
Curiosamente, o rublo não deixou de fortalecer-se, quer em relação ao dólar, quer ao euro, ou à libra esterlina. Quanto a mim, isto prova que os «moscóvios» são uns estúpidos.
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Mercenários do Grupo Wagner
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
COMO SERIAM AS GRANDES CIDADES NUMA GUERRA NUCLEAR + PAUL ROBESON
Sometimes I Feel Like a Motherless Child-Paul Robeson
quinta-feira, 25 de março de 2021
[Manlio Dinucci] Mísseis hipersónicos dos EUA na Europa, a cinco minutos de Moscovo
Retirado de: https://www.globalresearch.ca/us-hypersonic-missiles-europe-five-minutes-moscow/5740790?print=1



