domingo, 28 de junho de 2026
BYD : CONSTRUTORA DE BATERIAS COM CARRO EM VOLTA
A marca BYD tem uma história curiosa. No início dedicou-se a fazer baterias recarregáveis para telemóveis. Tornou-se o maior exportador chinês de veículos eléctricos. Mas, não adormeceu sobre os seus louros. Está na origem da última revolução tecnológica. É esta a história que o video nos conta.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Invenção chinesa: Vidro para suporte de chips em super-computadores
Avanço incrível da China, que deixa para trás os processos da indústria de «chips» do resto do mundo.
sábado, 30 de maio de 2026
A CHINA APELA À REFORMA DA ONU
Pequim e Nações do Sul Global Apontam Para Multilateralismo Mais ForteO Ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, sublinhou que, apesar das recentes falhas, as Nações Unidas permanecem o "corpo legítimo do sistema de segurança multilateral e fundamento para a ordem internacional baseada em regras" Acentuou a necessidade de fazer reviver a ONU e de a revitalizar com reformas atempadas. Wang estava falando numa reunião de alto nível no Conselho de Segurança da ONU sobre "defender os propósitos e principios da Carta das Nações Unidas e o fortalecimento de um sistema internacional centrado na ONU", Terça-feira 26 de Maio, na sede da ONU em Nova Iorque. O encontro foi realizado a pedido da China. Cerca de 20 países participaram na discussão. O encontro também foi participado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, que fez notar que o mundo está perante um crescendo de conflitos geopolíticos sem precedente, em que o respeito pela lei internacional está a ser perigosamente diminuído, causando frequentemente uma "paralisia" do Conselho de Segurança. Wang defendeu que a causa profunda do caos de hoje, não reside num espírito antiquado da ONU, mas antes que a ordem internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais - ambas escritas na Carta - não estão a ser guardadas pelas nações poderosas. Ele criticou as ações unilaterais nos domínios militar, económico e político, que são frequentemente levadas a cabo pelos EUA e seus aliados, asseverando que estes atos socavam o espírito da Carta, avisando que o tempo de fazer tentativas de domínio unilateral nos assuntos intenacionais, já acabou. [...] Artigo completo (em inglês), no site seguinte: https://www.savageminds.co/p/china-calls-for-un-reform-amid-global |
quarta-feira, 27 de maio de 2026
HUAWEI PRODUZIRÁ 'CHIP' INOVADOR ULTRAPASSANDO AS SANÇÕES DOS EUA
sexta-feira, 22 de maio de 2026
quinta-feira, 21 de maio de 2026
ALEX KREINER: O PETRODOLAR E A DECADÊNCIA DO OCIDENTE
Alex Kreiner: «The Empire doesn't play nice»
segunda-feira, 18 de maio de 2026
sexta-feira, 1 de maio de 2026
O Petrogas-dólar: stratégia secreta dos EUA por detrás da guerra com Irão [Crónica da IIIª Guerra Mundial, Nº62]
domingo, 19 de abril de 2026
Fragilidades demográficas e económicas da China
https://www.youtube.com/watch?v=OsNb5_BpGIg&t=165s
quarta-feira, 15 de abril de 2026
LÍDER DA OPOSIÇÃO DE TAIWAN EM VISITA À CHINA + «blackout» mediático sobre BRI
https://www.youtube.com/watch?v=fiDtfdBYHBQ
segunda-feira, 13 de abril de 2026
ROTAS DA SEDA COM MILHARES DE ANOS
Um manancial de factos históricos que são ignorados no Ocidente!
sexta-feira, 10 de abril de 2026
quarta-feira, 1 de abril de 2026
PORQUÊ A COTAÇÃO DO PETRÓLEO EM YUAN É UMA MUDANÇA SISTÉMICA?
Todos nós sabemos como é extravagante e mutável o temperamento do (ainda) Presidente dos EUA. As decisões que saem diretamente da sua cabeça, a maioria delas é influenciada pelas pessoas que o rodeiam. Que estas pessoas sejam muito ricas e tenham interesses que divergem muitíssimo do americano comum, está para além de qualquer dúvida. É um sistema oligárquico. Como sistema de governo, não existe nada mais repugnante e -sobretudo - perigoso, para uma nação que ainda é a mais poderosa financeiramente e militarmente. Mas, este estatuto tem um fim, como tiveram todos os impérios no passado. Realmente, os dois pilares principais do poderio dos EUA sobre o Mundo estão fortemente postos em causa: a força militar, desafiada com sucesso pela resistência tenaz e a estratégia inteligente do Irão e dos seus aliados regionais. A hegemonia do dólar, posta em causa através de trocas em moedas locais, ensaiadas com grande sucesso pelos países dos BRICS. Num futuro próximo, a generalização do sistema de pagamento «M-BRIDGE» vai permitir uma expansão e agilização das trocas comerciais completamente fora do sistema SWIFT, controlado pelos EUA. Se houver dois sistemas em concorrência para os pagamentos internacionais, as sanções, armas de guerra económica consideradas ilegais, face à lei internacional, já não terão qualquer eficácia. O próprio sistema financeiro e económico, que durante oitenta anos permitiu que os EUA tivessem um défice comercial e orçamental crónico e cada vez mais acentuado, já não será sustentável. O vídeo abaixo explica em detalhe porquê, tal como outros artigos e vídeos, que tenho postado neste blog.
Páscoa em Paz Para Todos os Povos!
VEJA TAMBÉM COMO UMA «PIADA» INSULTUOSA DE TRUMP A MBS PODE SAIR-LHE MUITO CARA:
PS: Veja o vídeo seguinte:
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2026/03/o-fim-do-dolar.ht
VEJA TAMBÉM:
https://youtu.be/PceLdBNlKRU?is=8LNH44uR8HqyQQct
sábado, 28 de março de 2026
O FIM DO DÓLAR
quarta-feira, 25 de março de 2026
ENORME VANTAGEM DA CHINA EM RELAÇÃO ÀS OUTRAS ECONOMIAS DO EXTREMO-ORIENTE
Com o rebentar da guerra de agressão contra o Irão, por parte de Israel e dos EUA, a região toda ficou envolvida no conflito, nomeadamente, além do Irão, as monarquias do Golfo Pérsico (incluindo a Arábia Saúdita) e gerou-se uma escassez súbita de petróleo e gás natural, afetando o mercado mundial. Pelo facto da China ser o maior importador mundial de petróleo e de 40% desse petróleo ser oriundo do Golfo Pérsico, poderia pensar-se que o estado atual de escassez iria afetar especialmente a China, nas suas mais diversas valências industriais e outras. Porém, a China preparou-se desde há muito tempo para situações deste tipo:
- Primeiro, construiu uma reserva de petróleo que corresponde - a pelo menos - 90 dias de consumo normal.
- Segundo, tem uma diversificação nas suas fontes de petróleo que poucos países têm; com efeito, uma importante e crescente percentagem do petróleo consumido pela China, vem da Sibéria, via oleoductos, portanto dum fornecimento regular, estável.
- A China foi um dos raríssimos países que continuou a abastecer-se de petróleo nos primeiros dias da guerra no Golfo, visto que os iranianos que controlam o estreito de Ormuz, lhes deram salvo-condutos para a navegação dos navios-tanques chineses.
- Mas, as coisas vão muito além da diversificação do abastecimento em petróleo: A China tornou-se o maior produtor (e exportador global) de paineis solares. Também desenvolveu a indústria das eólicas e tem uma rede instalada que é o triplo da do seu concorrente mais próximo, os EUA.
- Desenvolveu a energia nuclear para produção de energia e tem experimentado, no deserto de Gobi, com real sucesso, reactores a Tório. O Tório é um elemento mais abundante que o Urânio. Ao contrário do Urânio, o Tório pode ser reciclado no próprio processo de produção de energia; os reatores a Tório são quase auto-suficientes.
Abaixo, transcrevo passagens do artigo de Kevin Walmsley (de 25 de Março): «Após Três Semanas de Guerra no Golfo, a diversificação do setor energético da China mostra os seus frutos.»
https://kdwalmsley.substack.com/p/the-china1-diversification-strategy
First, over half the vehicles sold in China today are electric vehicles, and that electricity is generated with domestic energy supplies.
Further, the Chinese electric grid is powered by a far higher share of renewable energy than anywhere else. China installs more new solar capacity than the rest of the world combined, and just adding to their lead in solar power generation. They also dominate in wind power. Currently the United States leads in nuclear power plants online, but China has more nuclear plants under construction than the rest of the world combined:
So as China has electrified their transportation networks, they’ve also built out an electric grid that’s fed by renewables and domestic sources of supply. China still does import three-fourths of its crude oil. But for the past several years China has been overbuying, and stashing surplus crude into storage tanks.
They don’t publicly disclose their stockpiles of crude—our analysts are guessing at the import numbers because they’re not really sure what comes across from Russia, or on tankers that are under sanction. So they are also just guessing how much is going into stockpiles, but industry insiders put the number at around 1.3 billion barrels. Remember, too, that there still is oil flowing from Iran to China, despite the war. So compared to the other countries in Asia, China is the least impacted by the war in the Middle East.
South Korea is capping prices, which won’t do anything. Pakistan is increasing gas prices by 20 percent for car drivers to free up supplies for trucks and buses, even though wholesale gas prices are up much more than 20 percent. In Vietnam, gas stations are already running out, and the government there says they have oil for another month or so and are telling their populations not to hoard fuel.
The Philippines gets 90% of its oil from the Middle East, and government workers there are working 4 days a week. Bangladesh is rationing fuel and closing universities to save electricity. In India, the crematoriums can’t get enough LPG to burn bodies, so they had to close down.
These are the countries who sold themselves as viable manufacturing centers, to global companies looking to de-risk from China. Thousands of companies attempted a “China+1” strategy, and moved some production out of China to these neighboring countries to reduce geopolitical risk, just traded one problem for a bunch more.
The idea was that diversifying production away from China means a reduction in risk, and somehow a stronger supply chain. But that was an illusion. These countries are dependent on the smooth flow of fossil fuels from the Middle East, at low prices, to run their power plants and transportation systems.
That’s gone, and today those factories are paying a lot more to keep the lights on, and get their people back and forth from home.
sexta-feira, 20 de março de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
A GLOBALIZAÇÃO NÃO MORREU; ELA APENAS MUDOU DE ROUPAGENS
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
O CANADÁ NÃO NEGOCEIA SOB AMEAÇA
O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, respondeu - virando as costas e saindo - às imposições de Trump. Oiça este condensado da incompetência e narcisismo de Trump.




