Manuel Banet, ele próprio
Reflexão pessoal, com ênfase na criação e crítica
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
CHAEBOLS: A COREIA DO SUL DOMINADA PELOS MONOPÓLIOS
terça-feira, 27 de outubro de 2026
A DESCIDA AOS INFERNOS DA «CIVILIZAÇÃO» OCIDENTAL
À medida que as economias dos principais países capitalistas se afudam, aumenta o caos e a repressão selvagem e cega das «forças da ordem». A maior parte das pessoas está em denegação.
Só irão acordar quando as cenas de violência vierem até suas portas; quando polícias encapuçados, armados de pistolas-metralhadoras, irromperem em suas casas a pretexto de procurarem elementos subversivos e aterrorizando vossa família. Mas, nessa altura já será demasiado tarde.
O regime de terror já está sendo instalado nas ex-democracias liberais. Os fantoches governantes são os guardiães da «nova ordem». Estes, vendo que perderam completamente a confiança dos cidadãos, lançam a máquina repressiva, com a máxima violência contra os manifestantes, para se manterem no poder. Na realidade, eles são apenas executores às ordens da clique de bilionários, que controla as ex-democracias.
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
PROF. STEVE KEEN: OS PAÍSES DO EURO DEVIAM VOLTAR ÀS SUAS DIVISAS PRÓPRIAS
O Prof. Steve Keen critica vigorosamente as regras burocráticas e as políticas neo-liberais impostas à U.E. desde Maastricht.
Atribui a responsabilidade da recente insurreição da juventude, à escolha do governo francês em mobilizar os recursos orçamentais no investimento em armas, com vista a uma guerra -planificada e desejada - com a Rússia. As carências de investimento nas escolas, desde o recrutamento de docentes até às deficiências nos equipamentos escolares, são cada vez mais agudas, em consequência de anos sucessivos de políticas neo-liberais.
No orçamento mais recente, os gastos estatais com a educação sofreram um maior «apertão» de austeridade.
COMPLEMENTO DE INFORMAÇÃO:
O prof. Steve Keen participa numa mesa redonda com outros economistas, sobre o futuro do dólar.
domingo, 25 de outubro de 2026
O LIVRO DE ANN DAWSON [Segundas-f. musicais nº81]
Enquanto fonte manuscrita, este livro é considerado das mais importantes fontes na musicologia britânica, juntamente com o Fitzwilliam Virginal Book e o «My Lady Nevells Book».
No livro de Ann Dawson (datado de 1716) está u artisticamente encadernado e as notas de música estão perfeitamente desenhadas. Provavelmente, ele serviu para Ann Dawson receber lições de seu mestre de música (do qual se ignora tudo).
Muitos concertos para orquestra de cordas com instrumentos solistas foram transcritos para o cravo. Os autores incluem Vivaldi e outros italianos, Domenico Alberti e Francesco Manferdini.
Transcripções doutro tipo de obras. Foram transcritas:
- Abertura duma ópera de Bononcini, popular na época,
- Sonatas de Arcangelo Corelli e de Johan Christoph Pepusch; este último estava ativo em Londres nessa altura.
- De Jean Baptiste Lully, o «Choeur des Cybèles» da ópera Atys.
- Quanto às toccatas para cravo, vários autores estão presentes: William Babell, Haendel e um autor alemão do Norte da Escola de D. Buxtehude.
- John Weldon, com uma suite, é o único compositor britânico representado (ou, pelo menos, nomeado explicitamente).
- O livro transcreve, igualmentre, árias italianas para soprano ou para tenor, extraídas de óperas que tinham sido representadas em Londres, antes de 1716.
As transcripções incluem a realização anotada do baixo contínuo*. Segundo o musicólogo que analisou o Livro de Ann Dawson, é verosímil que a recolha tivesse sido efetuada com o intuito de ensinar a realização do baixo contínuo.
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* A linha do baixo sustenta a melodia. Sobre esta linha, o cravista devia realizar o baixo contínuo, executando uma sucessão de acordes, para acompanhar a voz solista. Esta execução obedecia a regras estrictas. Os músicos profissionais podiam - no entanto - realizá-lo de improviso.
**Vários dos concertos de Vivaldi, acima citados, foram igualmente transcritos por J. S. Bach, durante a sua estadia em Cöthen, ao serviço do príncipe. Este pequeno Estado alemão adoptara o calvinismo, o que, em termos de música litúrgica, significava a maior austeridade: Eram proíbidas peças instrumentais no culto; apenas peças vocais eram autorizadas, com textos extraídos da Bíblia, como os Salmos. Pelo contrário, na corte do Príncipe Leopoldo a música profana era muito favorecida. Ele possuía uma pequena orquestra, à qual se juntava frequentemente. Terá trazido da Holanda muitos livros de música impressa para a sua biblioteca, incluindo os concertos de Vivaldi. Estes concertos de Vivaldi e doutros compositores italianos (Alessandro e Benedetto Marcello, T. Albinoni, etc.) inspiraram Bach a transcrevê-los para cravo ou órgão. Bach, não só os transcreveu, como os interpretou, mostrando assim seu virtuosismo nos instrumentos de tecla.
Prof. M. Hudson descreve o processo de vassalagem da Europa

