terça-feira, 10 de março de 2026
Água: a molécula anómala, que proporciona a vida
segunda-feira, 9 de março de 2026
domingo, 8 de março de 2026
JAN PETERSON SWEELINCK "EST-CE MARS" [Segundas-feiras musicais n°52]
FUTURO SOMBRIO DA HUMANIDADE
Será que milhões de inocentes terão de morrer, para que se encare oficial e internacionalmente o banimento de armas nucleares, incluindo a sua investigação e estocagem?
- Creio que se tal morticínio de milhões acontecer, haverá - pelo contrário - uma aceleração para a hecatombe final. Logicamente, uma guerra nuclear vai ser desencadeada num ponto ou região delimitada, inicialmente. Depois, vai alastrar, até envolver todas as potências com capacidade nuclear. As zonas que não têm estas armas, também irão sofrer, pois em tal etapa do confronto nuclear todos os ecossistemas serão gravemente contaminados.
Toda a vida humana - a prazo - estará condenada. A civilização, o humanismo, o que há de elevado no ser humano, desaparecerão logo.
Aliás, já estão a desaparecer, pois o genocídio da população de Gaza foi perpetuado na indiferença, quando não aprovação dos cidadãos do Norte rico. Nos países Ocidentais, diziam professar uma ou outra versão do crisitianismo. Que o professem ainda, não o creio: Muitos, incluindo as lideranças políticas, intelectuais e religiosas, renegaram os valores do cristianismo, só restando os «não-valores» cínicos do poder e do dinheiro.
O crime continuado de Gaza abriu a caixa de Pandora de todas as aventuras bélicas, que entretanto aconteceram e as que estão para acontecer. Este crime, com a cobertura e conivência vergonhosa do Ocidente, torna possível a generalização da IIIª Guerra Mundial, na sua brutalidade, mormente contra civis indefesos.
O que se nos depara como mais provável hoje, é destruição das bases económicas para a sobrevivência das Nações; é a transformação em ruínas dos monumentos de todas as várias culturas; é o desaparecimento dos valores morais, ou seja, a barbárie generalizada.
Este patamar, que certas potências estão prontas a encetar e ultrapassar, vai ser um rápido ponto de viragem para a final destruíção do planeta, através da guerra nuclear.
Seja qual for a religião, ideologia, etnia, etc, pessoas de todas as condições e origens irão sofrer uma morte atroz, seja por irradiação, contaminação radioactiva, escassez de alimentos e/ou violência resultante.
Como evitar este terrível destino?
Como o poder está concentrado em muito poucas mãos, seria de esperar que estes, os poderosos, se tornassem sábios, generosos, humanos? - Lamento, mas não acredito nisso. Sobretudo, por aquilo que eles têm mostrado ao mundo, nestes tempos. Mas também, em relação aos humanos, em geral. Pois se os perigos tornam heróicos alguns, revelando coragem para salvar seus semelhantes, estes humanos são muito reduzidos em número. Embora o seu sacrifício seja moralmente sublime, a sua eficácia será nula, para os elevados fins que se propõem.
Estamos entregues à pior canalha, de facínoras, psicopatas, narcísicos e de criminosos empedernidos. São eles que ascendem aos lugares cimeiros nos partidos e do comando dos Estados: São favorecidos os que não têm escrúpulos de qualquer espécie.
As massas, enlouquecidas, assustadas e furiosas, irão guerrear entre si, com a maior energia, esquecendo os valores religiosos ou morais que aprenderam. Os poderosos irão desencadear campanhas de condicionamento (lavagens ao cérebro) que farão com que os pobres e oprimidos se irão culpar uns aos outros, por tudo o que está a acontecer. Não irão identificar os senhores feudais da era tecnológica como estando na origem dos seus males e escravidão mental. Pois, se fossem capazes de sair do seu estado de alienação, já o teriam feito. Há muito tempo que este cenário está montado. Já está a ser desenrolado diante dos nossos olhos.
A oligarquia globalista conseguirá impor o seu projeto. Ela está convencida que terá de haver o desaparecimento de cerca de 4/5 da humanidade, para que eles possam dispor dos recursos do Planeta, sem ter de os partilhar com humanos, que consideram «piolhos». Estão convencidos, como elitistas que são, que poderão prevalecer num mundo de robots e de IA, dispondo das riquezas e confortos do Planeta inteiro. Este é o seu plano diabólico e estão convencidos de que têm boas hipóteses de o fazer vingar.
Atualmente vejo assim, o estado do mundo e dos humanos.
A QUESTÃO ERRADA SOBRE A GUERRA NO IRÃO
----------------------------------------------------------------------------------- The Wrong Question about the War in IranAt its root, the assault on Iran is inseparable from the question of Palestine.Yakov M. Rabkin Much of the discussion surrounding the current war on Iran focuses on its potential outcome for the United States. One of the most frequently asked questions is whether Washington will suffer yet another loss of face in the Middle East. But this is the wrong question. Even if the war produces chaos and ultimately harms the United States and Europe—as earlier interventions in Iraq, Libya and Syria did—the more important issue is what benefit Israel, the war’s proponent and initiator, stands to gain. After all, Prime Minister Benjamin Netanyahu has said he had been planning this war for 40 years. The reason for this is Iran’s principled stance on justice for the Palestinians. That commitment transcends religious divisions: Iran is predominantly Shia, while Palestinians are predominantly Sunni. Iranians and their allies in Lebanon and Yemen are prepared to die as martyrs, and many have already been killed by joint Israeli and American strikes. Yet the yearning for justice has proven to be both profound and resilient. Iran remains the principal stronghold of resistance to Israel. It not only decries Israel’s apartheid regime and genocide in Gaza but also supports armed resistance groups such as Hezbollah and Hamas. By contrast, almost all governments in the region are only opposed to Israel’s occupation and oppression of Palestine in principle, while cooperating with Israel in practice. Turkey is an important transit point for oil and gas supplied to Israel. Egypt has helped Israel isolate Gaza and starve its inhabitants. During the last Israeli attack on Iran in 2025, Jordanian and Saudi air defences protected Israel from incoming Iranian missiles. The United Arab Emirates, Bahrain, Morocco, and Sudan formalized relations with Israeli through the 2020 Abraham Accords. Elbit, an Israeli company, accounts for 12 percent of Morocco’s total arms imports, and other Arab regimes openly or tacitly purchase Israeli weapons and surveillance equipment. This pattern is exhibited by many other countries, particularly in the West. ----------------------------- PS1: Aquilo que muitos anti-capitalistas bem-intencionados não compreendem é a relação da luta de classes em cada país e região, com a luta global pela libertação das garras do suprematismo americano. As greves em portos do Mediterrâneo, dos trabalhadores portuários recusando carregar material de guerra para Israel, as manifestações de massas em variados países que pertencem à OTAN, o repúdio de parte significativa dos americanos sobre o desencadear desta guerra, tudo isso faz com que a classe política esteja mais hesitante em satisfazer os lóbis pró-sionistas e ceder às tendências autoritárias, no Ocidente. Em Espanha, o governo de Sanchez tem uma posição de princípio clara, sobre o genocídio palestiniano e sobre a guerra de agressão israelo-americana contra o Irão. Penso que - indiretamente - as posições oficiais de Espanha refletem o sentimento do povo espanhol, contrário a estas aventuras imperiais. |
sexta-feira, 6 de março de 2026
Prof. Jiang PREVÊ QUE OS EUA VÃO PERDER (E EXPLICA PORQUÊ)
Veja também:
https://jonathancook.substack.com/p/israel-planned-this-war-on-iran-for
Um caso de guerra assimétrica: |
quinta-feira, 5 de março de 2026
A GLOBALIZAÇÃO NÃO MORREU; ELA APENAS MUDOU DE ROUPAGENS
Conferência de Pepe Escobar: QUAL É O GRANDE JOGO NA ÁSIA CENTRAL?
E QUAL A RELAÇÃO COM A IIIª GUERRA MUNDIAL? *
quarta-feira, 4 de março de 2026
Biliões proporcionados às empresas de IA pelo Estado e Banco Central
ATÉ AO FIM DA NOITE [OBRAS DE MANUEL BANET]
Vai até ao fim da noite com ou sem candeia,
Com ou sem companhia. A solidão não piora nada
A escuridão é passageira; a luz do dia vem saudar
Aqueles, persistentes, que avançam todos
Os passos até chegar à superfície do poço
O poço do medo está em nós; é ilusão
Em plena escuridão já estamos
Não somos cegos; nunca a escuridão
É total; podemos 'ver' tacteando
Ouvir, cheirar, provar, sentir
Reverberam as vozes
Ficam as pegadas dos passos...
terça-feira, 3 de março de 2026
Prof. Jiang Xueqin - Raciocínio surpreendente sobre 3° Guerra Mundial
segunda-feira, 2 de março de 2026
Três Compositores Portugueses dos Séc. XVI e XVII [Segundas-f. Musicais nº51]
domingo, 1 de março de 2026
Crónica da IIIª Guerra Mundial [ nº56]: SERÁ ESTA A ÚLTIMA?
Quando rebentou a 1ª Guerra Mundial, numerosos jovens recrutas estavam contentes: « Esta guerra será a última!» clamavam eles. Os propagandistas da guerra, de todas as nações e facções, reforçavam este mito. A guerra mais cruel e destruídora que a humanidade tinha visto, até então, acabou num «armistício». Mas, este «armistício» não deu azo a que se construísse uma verdadeira paz. Na verdade, o período de 20 anos entre as duas Guerras Mundiais, foi um longo «falso armistício», entrecortado por guerras e pela subida de forças totalitárias apoiadas em ideologias e em sentimentos de raiva, de «desforra», de nacionalismos e ódios étnicos.
Mas, tudo isso era insuflado, discretamente, pelos grandes potentados industriais das nações maiores, os quais tinham consolidado os seus impérios graças à Iª Guerra e estavam desejosos por ver de novo as diversas nações escoar o sangue dos seus jóvens em amplos rios tingidos de vermelho.
Eles- os industriais - sabiam que seriam eles os vencedores, quer fossem alemães, britânicos ou americanos... Não esqueçamos que o grande capital já estava muito internacionalizado, nas décadas de 1920 e de 1930. As empresas industriais do aço podiam fornecer aço para fabricar blindados alemães, americanos, ou franceses.
Os produtos das indústrias químicas eram produzidos numa nação, ou em várias, mas revertendo sempre o lucro para um número pequeno de grandes empresas e seus proprietários, que detinham as patentes destes produtos.
A banca também lucrava, de várias maneiras, com a guerra: Receptadora de contas bancárias, intermediária em negócios multimilionários, emprestando (com juros) aos Estados endividados, etc.
Desta vez (como tenho escrito repetidamente), na «IIIª Guerra Mundial» não existe uma declaração de guerra, nem, por vezes, atos de hostilidade, continua a haver comércio, as embaixadas continuam abertas, em muitos casos. Mas, existe uma sucessão de guerras, cada uma delas trágica para os que nela estiveram envolvidos, desde a re-balcanização da ex-Jugoslávia, às guerras em África, ora no Norte de África, ora no Sul, no Leste ou Oeste. Nestas, os campos opostos estavam a ser armados por potências, das quais os países africanos foram ex-colónias, ou regimes neo-coloniais. Um cenário semelhante tem existido nas guerras da Ásia Ocidental e Central. Enquanto uma zona estava em pleno furor, noutra abrandavam os atos bélicos, sem garantia de não voltarem a reacender-se amanhã.
- E os grandes poderes? Os que acumulam riqueza à custa dos outros povos, principalmente e que se serviram dos seus conhecimentos do estado interno daquelas nações, para colocar uns contra os outros, atiçando guerras civis, apoiando ou derrubando um ditador, mas para exclusivo proveito do seu domínio?
- As potências tecnológicas? Estarão elas «inocentemente» a desenvolver maravilhas microinformáticas, que depois são desviadas para fins bélicos? Ou são parte integrante do complexo militar-industrial dos países mais poderosos? São «unha com carne» com as indústrias armamentistas, que usam seus «chips» (processadores) e sua tecnologia informática, desde a espionagem, até aos mais sofisticados drones e mísseis ?
- E os bancos, que estão eles a fazer? Não creio que fiquem «de mãos cruzadas». Eles se posicionaram, desde há longo tempo, para dominar a cena internacional. Têm sido eles, os vencedores reais, quaisquer que sejam os vencedores nominais! Amshel Rotschild dizia: «não me interessa quem governa uma nação, desde que seja eu quem controla o seu banco central». Com efeito, através dos empréstimos, a grande banca tem as nações presas pelo mecanismo da dívida pública, sendo esta um tipo de empréstimo especial, cujos contratos são assinados pelos poderes políticos do momento; mas o pagamento recai sobre o povo desse país e mesmo, sobre seus descendentes. As pessoas e seus descendentes são ignorantes e não-participantes em tais negócios. Mas, são sempre eles que pagam (com juros) os empréstimos para as guerras.
E por falar em pagar... Já viram que os povos estão a contribuir para acções militares para as quais nunca foram consultados? Quem diria que a questão da guerra e da paz, certamente questão da maior relevância política, nunca é discutida publicamente, seriamente, com candidatos que têm uma clara visão sobre o assunto e com posições afirmadas nos órgãos legislativos? É como se o povo... não fosse chamado para o assunto.
A «questão da guerra», dizem os dirigentes entre si, «não deve nunca ser discutida pelo povo, especialmente quando as nações se preparam para a fazer»!
Enquanto as pessoas viverem numa infância prolongada, pela irresponsabilidade e mantida pelo circo eleitoral e «democrático», continuará a haver guerras...
Como dizia Einstein, «Não sei, ao certo, como será combatida a IIIª Guerra Mundial, mas a IVª sei: Será combatida com pedras e paus».
Haverá ou não mais guerras?
- A questão desdobra-se em duas alternativas: Consoante o futuro se assemelhe mais a uma ou a outra, assim teremos, ou não, guerras.
A) A cidadania dos diversos países toma controlo dos assuntos políticos, tendo poder de decisão democrática em tudo o que respeita às nações respectivas.
A guerra torna-se impossível porque, naturalmente, as contendas serão resolvidas diplomaticamente, à mesa de negociações, nunca no terreno de batalha, pois os povos sabem perfeitamente que esta última hipótese nunca traz resolução justa verdadeira.
B) A cidadania dos diversos países continuará a seguir os líderes do momento, os quais serão, na verdade, os paus-mandados das grandes fortunas (industriais, financeiras, tecnológicas...). Continuará a haver guerras. Porque a lógica do poder fará com que a guerra continue sendo um negócio muito lucrativo para esse mesmo poder.
Vemos que o futuro está nas nossas mãos. Além disso, somos todos/as responsáveis pelo que se está a passar. Quer tenhamos apoiado ou não os atuais dirigentes políticos, a nossa responsabilidade é de não permitir que as nações continuem a recorerr à violência maior de todas, ao crime mais hediondo, para resolver suas contradições. A nossa abstenção - não no voto, mas na ação - é, afinal de contas, conivência com o que se está a passar. Independentemente de apoiarmos, ou não, um dos lados em contenda.
Porquê? Porque os cobardes que nos (des)governam só conseguem chegar aos seus fins, se houver nossa anuência, nossa tolerância, nosso «deixar fazer». Reparem que, em situações passadas, relativamente próximas de nós: Vários governos foram obrigados a negociar acordos de paz com o outro lado, por pressão da opinião pública do seu país, mesmo quando a situação militar, só por si, não tinha chegado ao colapso.
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PS1: Tenho lido críticas sobre a «fraca resposta» da Rússia e da China em defesa da Venezuela ou, agora, do Irão:
As grandes potências que são a Rússia e a China, não iriam cometer o erro de confrontar diretamente os EUA e a OTAN, para salvar um regime, por mais que - em termos geoestratégicos - seja importante.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
RESPOSTA DO IRÃO AO ATAQUE AMERICANO-ISRAELITA...
(FACTOS QUE A MÉDIA CORPORATIVA NÃO MENCIONA)
Dr. Ramzy Baroud : FICHEIROS EPSTEIN OBRIGAM-NOS A RASGAR O MANUAL DA POLÍTICA
https://www.arabnews.com/node/2634245/amp?utm_source=substack&utm_medium=email
Epstein files force us to tear up the political playbook
https://arab.news/5wyyw
When British author David Icke wrote his seminal work, “The Biggest Secret: The Book That Will Change the World,” published in 1998, he was not speaking metaphorically. When he detailed the “reptilian genetic streams” of “elite” families — human-reptile hybrids allegedly engineering global events — he meant it literally. To Icke, the world is not run by mere humans but by an interdimensional species operating just outside the visible light spectrum.
While many scoff at this as the ultimate apex of human gullibility, millions have found a dark comfort in Icke’s “wisdom.” According to a landmark 2013 poll by Public Policy Polling, about 4 percent of American adults — between 12 million and 13 million people — believe that shape-shifting lizard people control our world.
Conspiracy theories in the US occupy a wide spectrum of beliefs. While the reptilian theory sits at the fringe, others command mainstream traction. According to that same study, 51 percent of Americans believe a larger conspiracy was behind the assassination of President John F. Kennedy, 37 percent view global warming as a hoax and 29 percent believe that aliens exist.
Recently, these fringe ideas have drifted toward official discourse. In 2021, former President Barack Obama said “there’s footage and records of objects in the skies that we don’t know exactly what they are.” And this month he stated that aliens are “real.” This was followed by US President Donald Trump declaring that he would begin “the process of identifying and releasing government files related to alien and extraterrestrial life.” This rhetorical tug-of-war has effectively moved the extraterrestrial conversation from the realm of the tabloid to the halls of mainstream politics.
The files point to a shadow government operating entirely outside the confines of democratic accountability
Dr. Ramzy Baroud
However, the most significant shift in public skepticism did not come from space, but from a private island. The Epstein files — the documentary evidence of a shadow network operated by Jeffrey Epstein — unveiled a web of influential statesmen, corporate titans and intelligence assets. To those who believed in a “New World Order” conspiracy back in 2013 (28 percent of the US population), the millions of documents released by the Department of Justice provide grim validation. They point to a shadow government operating entirely outside the confines of democratic accountability.
The crimes of Epstein are now a matter of public record, thanks to the tireless efforts of survivors and investigative journalists. But for political science, the Epstein saga represents a Galileo moment. It is the realization that our institutions are often not the center of the political universe but are in fact satellites orbiting elite private interests.
Historically, we have been taught to view the world through a few primary lenses: realism, which focuses on state-on-state power and national security; liberalism, which champions international institutions and the rule of law; and dependency theory, which highlights the economic exploitation of the “periphery,” the developing nations, by the “core,” the wealthy nations.
Under these frameworks, we analyzed the Richard Nixon era through realpolitik, the Bill Clinton years through liberal internationalism and the George W. Bush years through neoconservatism. But the Epstein network challenges all of them. This is no longer about core versus periphery or containment versus preemptive war.
Traditional theory assumes leaders act on behalf of their citizens. The Epstein files suggest a different reality: a secretive social contract bound by mutual vulnerability and blackmail. In this system, shared secrets are a more stable currency than gold or votes. We are witnessing the rise of the transnational elite theory. This framework suggests the true state is a borderless network of high-net-worth individuals who have more in common with each other than with the citizens of their own countries.
The failure of oversight was not a glitch — it was evidence of a system repurposed to support the elite
Dr. Ramzy Baroud
These “sovereign individuals” fly above national laws in private jets, moving assets through jurisdictional gaps that the average citizen cannot see. They do not just influence laws; they exist in the gray zones in between them. For decades, victims spoke out but mainstream institutions marginalized them. On the chessboard of power, they were too insignificant to matter. The failure of oversight bodies was not a glitch — it was evidence of a system repurposed to function as a support system for the elite.
The implications for our future understanding of power are profound. If the primary driver of high-level policy is no longer the ballot box or national interest but rather the preservation of opaque, transnational networks, then our current democratic models are essentially obsolete. We are forced to admit that the political theater we witness daily — the debates, the elections and the legislative battles — may merely be a superficial layer designed to distract from the deeper, darker mechanics of the global hierarchy.
Furthermore, this paradigm shift suggests that the marginalized of the world are not just those in impoverished nations but anyone excluded from this high-networked social contract. The divide is no longer strictly between the core and the periphery of nation states but between the networked elite and the disconnected public.
Now that the public sees the liberal world order as a system that applies rules only to the un-networked, it has lost its moral authority. While the old theories remain useful for understanding the history of politics, they cannot explain its current state. The elites are a powerful network capable of acting against their own governments’ national interests to achieve political power, private leverage and wealth.
Perhaps the literal lizard people have yet to be revealed in the sense that Icke tirelessly promotes. But as the Epstein saga proves, a predatory, cold-blooded and unaccountable elite is no longer a theory — it is documented reality.
- Dr. Ramzy Baroud is a journalist, author and the editor of The Palestine Chronicle. His latest book, “Before the Flood,” will be published by Seven Stories Press. His website is www.ramzybaroud.net. X: @RamzyBaroud

