Será que milhões de inocentes terão de morrer, para que se encare oficial e internacionalmente o banimento de armas nucleares, incluindo a sua investigação e estocagem?
- Creio que se tal morticínio de milhões acontecer, haverá - pelo contrário - uma aceleração para a hecatombe final. Logicamente, uma guerra nuclear vai ser desencadeada num ponto ou região delimitada, inicialmente. Depois, vai alastrar, até envolver todas as potências com capacidade nuclear. As zonas que não têm estas armas, também irão sofrer, pois em tal etapa do confronto nuclear todos os ecossistemas serão gravemente contaminados.
Toda a vida humana - a prazo - estará condenada. A civilização, o humanismo, o que há de elevado no ser humano, desaparecerão logo.
Aliás, já estão a desaparecer, pois o genocídio da população de Gaza foi perpetuado na indiferença, quando não aprovação dos cidadãos do Norte rico. Nos países Ocidentais, diziam professar uma ou outra versão do crisitianismo. Que o professem ainda, não o creio: Muitos, incluindo as lideranças políticas, intelectuais e religiosas, renegaram os valores do cristianismo, só restando os «não-valores» cínicos do poder e do dinheiro.
O crime continuado de Gaza abriu a caixa de Pandora de todas as aventuras bélicas, que entretanto aconteceram e as que estão para acontecer. Este crime, com a cobertura e conivência vergonhosa do Ocidente, torna possível a generalização da IIIª Guerra Mundial, na sua brutalidade, mormente contra civis indefesos.
O que se nos depara como mais provável hoje, é destruição das bases económicas para a sobrevivência das Nações; é a transformação em ruínas dos monumentos de todas as várias culturas; é o desaparecimento dos valores morais, ou seja, a barbárie generalizada.
Este patamar, que certas potências estão prontas a encetar e ultrapassar, vai ser um rápido ponto de viragem para a final destruíção do planeta, através da guerra nuclear.
Seja qual for a religião, ideologia, etnia, etc, pessoas de todas as condições e origens irão sofrer uma morte atroz, seja por irradiação, contaminação radioactiva, escassez de alimentos e/ou violência resultante.
Como evitar este terrível destino?
Como o poder está concentrado em muito poucas mãos, seria de esperar que estes, os poderosos, se tornassem sábios, generosos, humanos? - Lamento, mas não acredito nisso. Sobretudo, por aquilo que eles têm mostrado ao mundo, nestes tempos. Mas também, em relação aos humanos, em geral. Pois se os perigos tornam heróicos alguns, revelando coragem para salvar seus semelhantes, estes humanos são muito reduzidos em número. Embora o seu sacrifício seja moralmente sublime, a sua eficácia será nula, para os elevados fins que se propõem.
Estamos entregues à pior canalha, de facínoras, psicopatas, narcísicos e de criminosos empedernidos. São eles que ascendem aos lugares cimeiros nos partidos e do comando dos Estados: São favorecidos os que não têm escrúpulos de qualquer espécie.
As massas, enlouquecidas, assustadas e furiosas, irão guerrear entre si, com a maior energia, esquecendo os valores religiosos ou morais que aprenderam. Os poderosos irão desencadear campanhas de condicionamento (lavagens ao cérebro) que farão com que os pobres e oprimidos se irão culpar uns aos outros, por tudo o que está a acontecer. Não irão identificar os senhores feudais da era tecnológica como estando na origem dos seus males e escravidão mental. Pois, se fossem capazes de sair do seu estado de alienação, já o teriam feito. Há muito tempo que este cenário está montado. Já está a ser desenrolado diante dos nossos olhos.
A conseguirá oligarquia globalista impor o seu projeto?
-Se o fizer, isso implica que terá de haver o desaparecimento de cerca de 4/5 da humanidade, para que os oligarcas possam dispor dos recursos do Planeta, sem ter de os partilhar com humanos, que consideram «piolhos». Estão convencidos, como elitistas que são, que poderão prevalecer num mundo de robots e de IA, dispondo das riquezas e confortos do Planeta inteiro. Este é o seu plano diabólico; eles estão convencidos de que têm boas hipóteses de o fazer triunfar.
Atualmente vejo assim, o estado do mundo e dos humanos.
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