quarta-feira, 4 de março de 2026
Biliões proporcionados às empresas de IA pelo Estado e Banco Central
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
DOSSIER «IA» («INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL»)
Decidi criar um dossier que agrupasse artigos e vídeos mais significativos em termos de aprofundar uma abordagem do fenómeno «IA», desde o ponto de vista da economia geral, à sua repercussão sobre as liberdades e autonomia dos cidadãos. O facto de transcrever ou citar qualquer artigo ou vídeo, não significa, obviamente, que eu esteja 100% de acordo com aquilo que nele é expresso. Antes pelo contrário, não limitarei as entradas aos pontos de vista que estejam mais próximos dos meus.
PS1: Muitos se inquietam que esta bolha de «IA» seja o mesmo que a bolha dita «.com», ou ainda que a bolha das criptodivisas. Com efeito, esta corrida pela melhor capacidade de funcionamento de instrumentos de IA envolve (segundo artigo de Lena Petrova) somas colossais:
. Alphabet levantou 17 milhares de milhões de dólares nos EUA e outros 6 milhares 500 mil milhões de euros na Europa.
. Meta investiu uma soma brutal de 30 milhares de milhões de dólares, com um livro de encomendas batendo todos os records, de 125 milhares de milhões.
. Oracle vendeu 18 mil milhões de dólares para financiar a construção do seu centro de dados. De acordo com o banco Morgan Stanley, as ambições relativas à IA, poderiam implicar 1,5 biliões em empréstimos ao sector tecnológico até 2028.
. JPMorgan estima que os hiper centros de dados irão custar 570 milhares de milhões apenas para o ano de 2026 - 4 vezes o que investiram, apenas há uns poucos anos..
[AI Boom Is Ending - The Truth Behind the Hype No One Wants to Admit]https://www.youtube.com/watch?v=Q6zHLELxEdA
Ben Norton:
https://www.youtube.com/watch?v=JAZqYQBwWNYhttps://www.youtube.com/watch?v=rtD_Emq0pbs
Entrevista a Iain Davis:The Technocratic Dark State
(clicar no link para ir para o vídeo em ODYSEE)
https://off-guardian.org/2025/11/23/watch-the-technocratic-dark-state/
QUANTUM SILK ROUTE
https://www.youtube.com/watch?v=oyS2s1LhMoA&t=3s
CNBC International
https://www.youtube.com/watch?v=gQemV8nChDo
- O CEO de NVIDIA está desesperado. Com efeito, a sua companhia está em risco de perder acesso ao mercado chinês. As restrições colocadas pela China significam que NVIDIA não irá fazer negócio naquele país, daqui para a frente. Além disso, a China desenvolveu soluções muito mais eficientes, nomeadamente os «chips» analógicos muito mais rápidos e consumo muito menor em energia. Não há dúvida que as empresas chinesas irão dominar o mercado no futuro.
SOUTH CHINA MORNING POST (HONG KONG)
It's Getting Harder And Harder To Preserve Our Mental Sovereignty (*)
domingo, 9 de novembro de 2025
PARA QUE SERVE A «IA» (INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL)
Como qualquer novidade tecnológica, estes sistemas de busca e processamento na Rede, através de algorítmos têm sido muito publicitados, têm-lhes sido atribuídos poderes miraculosos, a capacidade infinita de processar dados, «inteligência» muito acima da simples humanidade... Porém, realisticamente, tem servido, no quotidiano, para muitas coisas, por ex.: Os trabalhos de casa de alunos, fazer uma revisão extensa e completa sobre um tópico que nos interesse...
Algo que me parece muito interessante é o decifrar de antigas formas de escrita, de cuja «chave» nos falta (ou falta aos cientistas). Com o auxílio de IA, pode-se decifrar essas linguagens escritas e - a partir deste ponto - ler textos inscritos na pedra, em tábuas de argila, ou noutro suporte.
A interpretação, usando os algorítmos de IA, de qualquer coisa que saia fora da experiência corrente deverá - porém - ser vista com cuidado. Com efeito, a IA processa apenas informação que está estocada em qualquer ponto da Rede, acessível pela Internet. Se houver um número vasto de artigos científicos que interpretam um fenómeno, basicamente da mesma maneira, creio que um relatório de «IA» vai enfatizar estes pontos de vista maioritários, talvez mencionando pontos de vista divergentes, mas sem verdadeiramente fazer a avaliação crítica dos mesmos. Com efeito, a estatística não nos diz nada sobre a correcção ou incorrecção de uma dada hipótese, de uma dada teoria.
Do universo da IA está ausente o aspecto criativo. Compreende-se, pois a aventura criativa é justamente aquela em que se fazem hipóteses mais ou menos «anormais», fora da «média estatística». A criatividade, seja ela em que domínio for, parece-me continuar a ser exclusividade humana. Tanto nas ciências, como na criação literária, as capacidades que se devem conjugar situam-se a vários níveis. Desde o nível do conhecimento de dados em bruto, até ao nível da discussão sobre teorias concorrentes, sabendo quais os argumentos avançados pelos defensores de uma, ou de outra teoria. Nestes casos, a mente humana tem de exercitar o seu espírito de análise, de síntese, de crítica, de intuição, etc... Todas estas componentes têm de estar integradas, não somente em termos teóricos, como em termos de vivido.
As tarefas repetitivas, enfadonhas, poderão ser reservadas para a IA. Aqui, será importante para os utilizadores saberem como tirar partido da "ferramenta" em suas mãos. Com efeito, de acordo com a forma concreta como é formulada uma pergunta, assim a pesquisa e a resposta de IA, serão orientadas. Mas, penso que é algo que se pode dominar, após alguns meses de treino de utilização de IA.
Esta utilização da IA, permitiria utilizar as funções nobres em exclusivo para o cérebro, as funções que sempre foram apanágio da mente humana: A criatividade, seja em domínios científicos ou artísticos; ou a interacção com o mundo observado: A prova de uma teoria, não está na correcção formal do sistema de equações usado, mas nas observações e experiências controladas, permitindo confrontar o(s) modelo(s) proposto(s), com a realidade.
A crença das pessoas em «virtudes supranaturais» de máquinas ou artefactos («Deus ex Machina») vai continuar, durante algum tempo. Isso irá dar oportunidade aos que controlam este mundo, de transformar algo que tem potencial libertador e potenciador da produtividade humana, em algo opressor: Com efeito, se as descobertas e inovações fossem postas ao serviço da humanidade inteira, haveria um efeito direto positivo na vida das pessoas comuns. Por exemplo, a produtividade dos trabalhadores, tendo aumentado devido às transformações tecnológicas, poderiam receber melhor salário, trabalhando as mesmas horas que antes, ou até menos horas. Ficariam assim com mais tempo livre para se dedicarem à família, ao lazer, à educação e à cultura... Mas, isso seria um problema para a classe patronal. Esta não teria indivíduos submissos, temerosos, etc... Indivíduos incapazes de resistência face ao arbítrio. Neste mundo de classes antagónicas, onde a classe dominante dispõe da propriedade e uso monopolístico dos meios de produção, a prioridade do patronato vai ser de transformar em seu em favor qualquer inovação ou aplicação, para que esta aumente o seu poder e o controlo sobre as classes dominadas.
A automatação, a robotização, a utilização de IA, etc... seriam bem-vindas numa sociedade onde os recursos e a produção estivessem repartidos de maneira equitativa. Tais inovações têm um potencial libertador, mas, para ser efetivo, é preciso que a sociedade - no seu todo - se organize de forma não opressiva, que a hierarquia não seja de poder, mas somente de função, em que a decisão se distribua por aqueles/as a quem um determinado processo, trabalho, ou tarefa, dizem respeito. Pressupõe o controlo dos trabalhadores, e de todo o povo, sobre a utilização daquilo que é colectivo. Mesmo guardando a propriedade privada em grande parte dos meios de produção, esta não poderá ser um meio de exerceer poder sobre a sociedade em geral. Ela terá de estar a produzir segundo o interesse coletivo. A propriedade intelectual não poderá ser instrumento de controlo e extorção sobre os outros, terá de haver justiça em remunerar os inventores, mas não tolerar que se apropriem de «bens intelectuais» como forma de capital, reservando para si os «direitos» de propriedade.
Não há nada que o espírito humano não possa inquirir; não existe nenhum problema que esteja para além do alcance dos humanos.
O Universo, que tudo produz e destroí, dará continuidade à aventura da tecnologia humana, se esta não for dominada por sociopatas e psicopatas (os «vencedores» nesta sociedade). Estes, são pessoas sem nenhuma empatia, sem sentimentos de solidariedade, centradas em si próprias e no seu poder.
Mas, cabe a todos nós, nos apropriarmos das ferramentas (físicas e conceptuais), que nos podem libertar.
terça-feira, 1 de abril de 2025
AS SOCIEDADES ESTÃO EM COLAPSO... PARA LÁ DELE, O QUE VIRÁ?
Estamos a viver o colapso.
A chamada civilização ocidental está a desfazer-se diante dos nossos olhos e não se trata dum fenómeno natural. É resultante da vontade da oligarquia, dos multimilionários, que constituem a «super-classe» capitalista. Esta tem ditado a agenda, não apenas em relação à concentração do capital, com a consequente potenciação dos lucros, como em relação ao poder político, em particular, nos grandes potentados imperialistas.
Não se pense que este processo de demolição seja inteiramente caótico; porém, para nós, que estamos por baixo, ele parece efetivamente um caos, uma catástrofe, um pesadelo: tudo aquilo que tivemos, como mais ou menos certo e seguro nas nossas vidas particulares e sociais, se está a desmoronar. Mas o processo é - afinal - de uma demolição controlada, programada com o rigor necessário, para que não sejam postos em causa os fundamentos da sociedade capitalista. O processo tem sido designado por vários nomes, entre eles «The Great Reset» e outros chavões e frases ideológicas que se destinam a fazer crer numa explicação do que está a acontecer, mas sem dar realmente as chaves para a compreensão global dos fenómenos.
Não serve de nada dizer que «o capitalismo está em crise»: De facto, a crise é um dos principais processos que ele tem, enquanto modo de produção, para se adaptar aos novos contextos, desde invenções e suas aplicações na economia, até às transformações na política das grandes potências.
O que o processo atual mostra, não é que o «capitalismo esteja a morrer», longe disso; podemos ver como ele se está a desenvolver de modo pujante, na Ásia, em particular, na China. Mais uma vez se constata que está na própria natureza do sistema capitalista, a sua adaptação ás grandes transformações.
Hoje, a exploração já não se limita ao trabalhador individual, embora esta persista e até se tenha intensificado, nos últimos decénios. São relativamente novas, as modalidades de exploração da classe operária através do Estado todo poderoso, o capitalismo de Estado. A primeira versão - a soviética - acabou por se afundar nas suas próprias contradições. Mas o modelo «misto», o «socialismo com características chinesas», tem mostrado o seu vigor.
A classe capitalista ocidental não se engana ao colocar na China uma parte importante do aparelho produtivo das suas empresas, em estabelecer parcerias «win-win» com o Estado chinês, a fazer depender a extração de lucro do funcionamento bem oleado da exploração da classe operária chinesa, sob o controlo político da «elite comunista».
As pessoas, no Ocidente estão ainda a pensar em termos de ontém, ou mesmo, de antes-de-ontém. Não veem que, para se perpetuar o sistema capitalista no Ocidente, informatizado, digitalizado, robotizado, elas terão de se submeter à intensificação da exploração, que implica precariedade, dependência aos mecanismos assistenciais e a completa destituição social para os 90%, enquanto uma reduzida classe média irá servir os interesses da classe neofeudal, os 0.01%.
Esta classe neofeudal não terá muitas das características da classe feudal histórica: Não haverá ligação à terra, às grandes propriedades agrícolas; não haverá títulos de nobreza hereditária, embora as fortunas passem de geração em geração. Mas será uma nova classe feudal e a sociedade estará em breve debaixo deste novo feudalismo, pois as pessoas comuns terão perdido qualquer réstea de liberdade de movimentos, qualquer hipótese de determinar a sua carreira ou profissão, apenas terão escolha (se isso se pode chamar assim) entre serem assistidos crónicos, recebendo o mísero rendimento universal, o mínimo de subsistência na nova sociedade, ou submeterem-se a condições de exploração máxima, competindo com robots e algorítmos de IA, escravos-assalariados num dos gigantescos conglomerados mundiais que acumulam produção, serviços e comércio, como já se verifica na Coreia do Sul, com os "Chaebol" (Samsung, Hyundai, LG...).
Isto não é sequer a descrição de um futuro sombrio. Porque é o presente; está o mundo encaminhado nesta direção, quer queiramos quer não. Algumas regiões do mundo mostram-nos o seu presente, que será também o nosso, no futuro próximo. As muitas variações superficiais escondem a uniformidade do modo de agir e de explorar os recursos, humanos e naturais.
A capacidade das pessoas comprenderem o que se está a passar é sempre muito limitada. Na melhor das hipóteses, conseguem delinear as tendências principais. Mas, não podem socorrer-se duma teoria, seja ela qual for. A razão disto, é muito simples: os dados de que uma pessoa, ou um grande número de pessoas, dispõe sobre o presente, são limitados; há dados que pura e simplesmente não estão disponíveis, seja intencionalmente ou não. Há até elementos de informação não disponíveis, porque os investigadores das áreas de economia, sociologia, etc, não os consideram relevantes. Mas, alguns deles serão relevantes, apesar da opinião dos «especialistas».
Por outro lado, é sempre necessário um certo recuo histórico para se ter uma ideia geral da evolução social e económica. Não podemos fazer «história do presente», isso é somente a projeção da nossa ideologia sobre as ocorrências que se podem observar. Então como encarar a atual transformação? Como encontrar o fio condutor para se avaliar as evoluções possíveis?
As grandes transformações saem sempre fora dos modelos estabelecidos. Nada do que é realmente novo se pode plasmar numa realidade do passado. Quando se usa o termo «neo-feudalismo», é porque há aspectos superficiais que evocam o período feudal, mas sobretudo porque não se conseguiu compreender a lógica do supermonopolismo que se vem afirmando em diversas partes do globo.
Os arautos do capitalismo, por mais que possuam títulos académicos, apenas reproduzem a lenga-lenga «da sociedade de livre concorrência», do «livre mercado». Porém, esta visão está longe de corresponder à realidade.
O que um grande grupo capitalista atual faz, é tentar minimizar a concorrência, a todo o custo e por todos os processos. Desde a influência no aparelho de Estado, para colocar em inferioridade os seus concorrentes, às fusões e aquisições, para neutralizar o potencial de crescimento doutras empresas operando no mesmo sector, ou ainda outras e diversas táticas, envolvendo patentes, ou redes exclusivas de distribuição, etc. Se estudarmos - no concreto - a estratégia dos grandes grupos, vemos que sua máxima preocupação é conseguir uma situação de monopólio no mercado e, uma vez conseguida, mantê-la, usando toda a panóplia de meios legais e ilegais, para liquidar toda a concorrência, logo à nascença, se possível.
A sociedade capitalista atual será portanto caracterizada pelo domínio estratégico de grandes conglomerados, monopolizando setores inteiros ou, nalguns casos, partilhando o mercado apenas com um, ou com poucos concorrentes, em duopólio ou oligopólio.
Nesta sociedade, algumas atividades são deixadas a empresas familiares ou outras, porque não desempenham papel relevante para o controlo estratégico dos mercados. Mesmo nestes casos, difundiu-se o sistema de «franchising» ou seja, a exploração por concessionários, com a empresa-mãe a controlar tudo o que é produzido e recebendo uma renda, pelo facto do concessionário ter autorização para usar a marca prestigiosa.
Nesta sociedade, a produção em massa será abundante e barata: o trabalho humano será quase nulo e servirá somente para controlar os robots em ação. Uma cadeia de montagem de automóveis - atualmente - corresponde ao novo paradigma, onde quase tudo está robotizado, sendo a parte humana confinada a duas áreas: a concepção dos modelos, assistida por algorítmos de IA; e o controlo do produto saído da cadeia de montagem, também este assistido por computadores utilizando IA.
Numa sociedade com caraterísticas socialistas ou igualitárias, o mesmo processo de produção iria permitir que os seus membros tivessem ócios maiores; as pessoas trabalhariam apenas 4 horas por dia, 5 dias por semana, por exemplo. Numa sociedade onde o bem-estar das pessoas é uma preocupação central, a robotização seria algo muito positivo: Iria livrar os humanos da execução de trabalhos perigosos, insalubres, fatigantes, ou repetitivos. Mas numa sociedade onde as assimetrias sociais se extremaram, isso não irá passar-se assim. Dum lado, os multimilionários, do outro, pessoas destituídas, relegadas aos trabalhos pouco ou nada prestigiosos... Nesta sociedade, a robotização, a generalização da IA, irá servir para acentuar as condições de exploração e de submissão dos assalariados. Estes, não terão boas condições de vida, serão menos considerados que os robots, tanto mais que haverá um abundante «exército de reserva» de desempregados, ou de ultra-precários.
As condições objetivas da transição para uma sociedade de tipo socialista estão reunidas e isto não é de agora. No final do século XIX, já se podia claramente afirmar a mesma coisa. Certamente, as condições concretas de produção eram totalmente diferentes, das de hoje. Mas o fundamental estava realizado, tanto no passado, como hoje: A existência dum excedente, do qual os produtores podiam beneficiar ( se conservassem o fruto do seu trabalho), permitindo-lhes ter uma vida digna, ao abrigo das carências vitais.
Hoje, as condições objetivas existem, embora não pareça ser o caso, porque enormes quantidades da riqueza social produzida são constantemente desviadas para o usufruto exclusivo dos oligarcas parasitas, ou para construções faraónicas dos Estados, os quais estão controlados pela oligarquia e não pelo povo.
A transformação para um tipo real e realizável de socialismo é sobretudo obstacularizada pela campanha permanente, contra tudo o que - no passado e no presente - se aproxime do modelo socialista. Os próprios (nominais) defensores do socialismo, por vezes, têm contribuído para desprestigiar este modo de produção, junto dos trabalhadores.
A batalha pelo socialismo faz parte de uma luta multissecular, que implica - antes de mais - uma ética própria, que tem de se desenvolver nas fileiras dos que efetivamente desejam o socialismo. Para um modelo destes ser realizável, é preciso que existam estruturas sociais, como cooperativas, comunas (rurais ou urbanas) e associações de tipo igualitário, que irradiem uma cultura diferente e apelativa. A atração por outro modo de vida e por relações sociais mais satisfatórias a todos os níveis, tem de ser essencialmente através do exemplo. Só assim se poderão vencer os preconceitos e campanhas difamatórias dos propagandistas pró-capitalistas.
terça-feira, 11 de junho de 2024
DEEPFAKE? O QUE É AFINAL?
sábado, 24 de fevereiro de 2024
OS RISCOS DA «INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL» DAS EMPRESAS TECNOLÓGICAS [WHITNEY WEBB]
quinta-feira, 22 de junho de 2023
IA, O HOMEM & DEUS - Prof. John Lennox
Uma conversa do prof. Lennox com John Anderson bastante interessante, porque coloca as questões num plano ético ou moral, em vez de se extasiar com as maravilhas da tecnologia. Ainda mais relevante, quanto a mim, é o facto dele não situar o «Admirável Mundo Novo» da Inteligência Artificial no futuro, mas no presente.
https://www.youtube.com/watch?v=17bzlWIGH3g
quinta-feira, 25 de março de 2021
[Manlio Dinucci] Mísseis hipersónicos dos EUA na Europa, a cinco minutos de Moscovo
Retirado de: https://www.globalresearch.ca/us-hypersonic-missiles-europe-five-minutes-moscow/5740790?print=1
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
DOCUMENTÁRIO «THE NEW NORMAL» - A NÃO PERDER!
https://www.bitchute.com/video/PhAY96MueUTQ/
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
EXPEDIÇÃO NÃO-TRIPULADA CHINESA: SONDA IRÁ COLHER ROCHAS LUNARES
Se a China for bem sucedida nesta missão, será o terceiro país, depois da URSS e dos USA, a conseguir levar a cabo tal feito.
Veja o vídeo e consulte o artigo de Eduardo Baptista, no South China Morning Post: «Chang’e 5» da China ultrapassa a primeira grande dificuldade depois de entrar em órbita lunar»
quinta-feira, 18 de junho de 2020
DANIEL ESTULIN - RESUMO DE 2 WEBINAR [3 DE JUNHO E 13 DE JUNHO]
13 de junho:
Explicação dos distúrbios que estão ocorrendo nos EUA, mas também noutros sítios. Os subsídios aos desempregados, etc, vão acabar no final do Verão. Em todo o Ocidente capitalista e não apenas EUA, o que vai acontecer, quando começar a fome generalizada?
Estulin explica que estamos perante uma ruptura, um colapso do modelo actual, não se tendo qualquer modelo substituto.
A globalização capitalista está morta, estamos perante um colapso sistémico.
quinta-feira, 19 de março de 2020
A VERDADE POR DETRÁS DA EPIDEMIA DE CORONAVÍRUS
PS1 (20/03): Neste artigo, vemos que a «elite» política e empresarial dos EUA sabia da gravidade da crise e intencionalmente mentiu aos americanos:
https://www.theamericanconservative.com/dreher/they-knew-and-didnt-tell-us-sen-richard-burr-coronavirus-republicans/
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E CRIATIVIDADE
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
O «ADMIRÁVEL MUNDO NOVO» DA AI
sábado, 18 de fevereiro de 2017
TEORIA DA CONSCIÊNCIA E «INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL»
Uma excelente forma de nos familiarizarmos com os problemas da física e do estudo da consciência.


