Patrik Baab: A Propaganda de Guerra Destruíu a Média & a Liberdade de Pensamento...
https://www.youtube.com/watch?v=X1l4c5fWn8M
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A sinfonia é um género musical, que teve uma evolução muito rápida na época clássica.
O típico exemplo de «sinfonia clássica» possui 4 movimentos: um allegro inicial, um andante ou adagio; um scherzo (ou um menuet) e um final (presto ou allegro molto). Esta codificação, como todas em música, pode sofrer pequenas variações. Por exemplo, a sequência acima descrita pode ser antecedida por um breve andamento lento e solene...
As sinfonias que aparecem antes da época clássica, possuem o mesmo nome, mas francamente não pertencem ao mesmo tipo de música. Receberam o nome «sinfonia», no sentido de serem peças em que os vários instrumentos formam conjunto. Mas, de resto pouco mais têm em comum. A designação de tais peças tornou-se comum em óperas já no tempo de Monteverdi, sendo depois muito frequente aparecer em oratórias e cantatas. Haendel e J.S. Bach compuseram sinfonias no sentido antigo do termo. Carlos Seixas e Vivaldi, seus contemporâneos, usaram o termo no mesmo sentido.
As primeiras sinfonias no sentido moderno são devidas à escola napolitana, com Alexandre Scarlatti e seus discípulos. Nesta época (por volta de 1700) o termo era intercambiável com o de «Overture». De facto, muitas aberturas de óperas tinham a designação e estrutura da sinfonia.
Foi a escola Checa com Johann e Carl Stamitz, que no século XVIII codificou a sinfonia: os andamentos, os naipes de instrumentos e a unidade temática de cada andamento.
O célebre e cosmopolita Johann Christian Bach, filho de João Sebastião, fez carreira em Milão e em Londres. Ele compôs sinfonias e concertos para orquestra com solista. A sua criatividade e seu saber transparecem nas sinfonias, pelo equilíbrio entre a tradição do barroco e o estilo galante.
Mas, foram Mozart e Haydn que elevaram a sinfonia ao estatuto de composição de grande significado, de monumento revelador dos recursos do compositor e que punha à prova a qualidade dos instrumentistas e do maestro.
Cada exemplo abaixo, justificaria extenso comentário. Mas, decidi cingir-me apresentar as peças, esperando que a curiosidade do auditor o leve a procurar elementos sobre elas e seus respectivos compositores.
Sempre tive grande relutância
Em apostar nalguma coisa
Ou acontecimento. Pensava:
Se podes calcular a probabilidade
Dessa coisa, apostar é fútil,
E se não podes, é suicidário.
Mas hoje declaro que aposto.
Aposto pela vida, face ao caos
Face à extinção, ao domínio
Absoluto, incontroverso;
Face à capitulação, também
À fraqueza dupla do querer.
Aqueles que hesitam, calculam
Mas calculam mal; o cálculo
É simples: Escolhes lutar
Ou sofrer a humilhação
Antes de morreres esmagado.
Só os fracos hesitariam
Porque quem luta, quem se ergue
Usando seus meios e inteligência
Está a ganhar a partida;
Se ganhou, salvou-se e salvou-nos
De uma secular servidão.
Se perdeu, não perdeu... pois
A sua semente vingará.
Se não luta, é certo:
Perderá de certeza.
Por isso, aposto que o tempo
Trará uma nova geração
Bastante mais comprometida
Perante a urgência
De salvar a humanidade
De quem pretende dominá-la.
Se eles fizerem esta aposta
Terão meu apoio e participação
Na medida em que puder ser útil
A esperança reside no humano
Que subsiste em cada um.
Que este ascenda à consciência,
É A MINHA APOSTA
Murtal, Parede
A 5 de Dezembro de 2025
A- Lançando obrigações em yuan que podem ser convertidas em ouro no Mercado de Metais Preciosos de Xangai. Com rendimento de 7%, são muito mais apetecíveis que as Treasuries americanas, que apenas dão 2%.
B- Compra de ouro em quantidades bem superiores (10 vezes mais) às oficialmente declaradas.
C- Venda de prata no Mercado de Xangai, mas apenas em Yuan. Como existe uma enorme falta de prata disponível nos mercados ocidentais, os compradores têm de trocar as suas divisas por Yuan, para poderem comprar em Xangai. O valor da divisa chinesa e a sua internacionalização são cada vez maiores e a fatia das trocas comerciais em dólares vai diminuindo.
D - A China deixou, há anos, de acumular dólares sob forma de obrigações do Tesouro americano e tem colocado à venda quantidades elevadas das mesmas obrigações.
E- Tem promovido, com os seus parceiros dos BRICS (e outros), contratos comerciais envolvendo apenas Yuan e divisas dos parceiros, com exclusão do dólar.
Veja o vídeo abaixo, de Paulo Nogueira Batista Junior:
(debaixo das imagens clica nos URL para visualizar os vídeos)