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terça-feira, 5 de abril de 2022

LUTA ENTRE BLOCOS MAS UM MODELO COMUM DE TECNOCRACIA



 Veja no link abaixo a conversa entre James Corbett e Iain Davies sobre «A Nova Ordem Mundial e como a ela nos podemos opor»

https://off-guardian.org/2022/04/04/watch-iain-davis-on-the-new-world-order-and-how-to-oppose-it/


Comentário : 

Se os protagonistas desta conversa têm razão, muito pouco se poderá fazer para proteção  contra tal tecnocracia totalitária pois a sua forma de domínio vai tomar controlo  sobre nossos corpos. 

Creio que, se eles estiverem corretos, só  haverá lugar para outro modo de vida nas margens: 

- Ou dentro da sociedade tecnologizada como «cyber-punks», 

- Ou fora das zonas onde reina o novo modelo de sociedade, junto de povos que sempre viveram próximo do limiar da sobrevivência, ignorados, com seu modo de vida ancestral, relíquias antropológicas anteriores às sociedades globalizadas pela ciberbiotecnocracia.


quarta-feira, 23 de julho de 2025

POR DENTRO DA «GUERRA OMNIA*» COM DAVID A. HUGHES

*OMNIWAR, que traduzo por GUERRA OMNIA, significa a guerra total, em todas as dimensões da vida.



https://www.collapselife.com/


O site COLAPSE LIFE traz-nos o autor David A. Hughes, um verdadeiro intelectual com imenso valor, compreendendo dentro desta expressão não apenas a maturidade do pensamento teórico, como de uma coragem e uma ética que faltam a muitos dos ditos intelectuais nos nossos tempos. 

A sua análise sobre a deriva da sociedade dita «democrática liberal», para um tipo de «tecnocracia» é semelhante ao que vários autores, na década de 30, imaginaram. Mas, agora, esta utopia é tornada possível e está realizada, com o desenvolvimento da electrónica, da informática, da cibernética e doutras maravilhas tecnológicas que tanto nos podem emancipar, como nos escravizar à máquina impiedosa do capitalismo globalizado.

Abaixo, deixo o link para esta extraordinária entrevista (clicar no título)

Inside the Omniwar with David A. Hughes


(O site da entrevista é «Collapse Life»)


RELACIONADO

Política de sanções: A ideia por detrás das sanções é colocar a população de um país na miséria, na esperança de que ela se revolte e derrube o governo desse país. 

Isto é  ilustrado pelo novo estudo no jornal médico britânico Lancet, pelos economistas  Francisco Rodríguez, Silvio Rendón, e Mark Weisbrot, que encontraram que as «sanções unilaterais estavam associadas com um saldo anual de 564 258 mortes,” que estimam seja  “semelhante ao nível de mortalidade global associada a um conflito armado”.

Notam que “ as sanções têm efeitos substanciais na saúde pública, com uma taxa de mortalidade semelhante à das guerras".

O estudo conclui que “Woodrow Wilson referia-se às sanções como 'algo mais tremendo do que uma guerra'. A nossa evidência sugere que isto está certo. Durante a década passada, estimamos que as sanções unilaterais causaram cerca de 560 000 mortes anuais em todo o mundo. É difícil de imaginar outra política, com tais efeitos adversos para a vida humana e que seja constantemente usada.”

(retirado de...)

Lancet Study: U.S. Economic Sanctions Kill 500 000 People Per Year.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

[PROPAGANDA 21, Nº13] ENTREVISTA COM PIERS ROBINSON


 Tenho escrito séries de artigos sobre propaganda e seu papel na atualidade da pandemia de COVID, assim como na guerra da Ucrânia.

Para os números passados de ambas as séries, clicar nos links:

https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2022/03/propaganda-21-n12-narrativa-do-poder.html

(NO NÚMERO 12, PODE ENCONTRAR OS LINKS PARA OS ANTERIORES)

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https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2022/04/cronica-da-iiimundial-guerra-biologica.html

(ESTA CRÓNICA DA IIIª GUERRA MUNDIAL TEM LINKS PARA AS ANTERIORES)

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Hoje, apresento o nº13 da série PROPAGANDA 21, com a entrevista, de Elze Van Hamelen, a Pier Robinson:

Este investigador da propaganda tem realizado estudos sobre fenómenos recentes, respeitantes ao papel dos Estados, dos governos, da media, na gestão da perceção do público. Ele mostra como a democracia, nos países ocidentais (em especial na Europa), tem sido esvaziada de todo o conteúdo.

Pela nossa parte, na primeira das séries acima mencionadas, temos posto em relevo que os grandes Media, Empresas Tecnológicas, Indústria Bélica e Governo, se têm incestuosamente coligado, para levar a cabo a guerra surda contra os seus próprios povos, aqueles que teoricamente eles «representam». 

A tomada de controlo pela tecnocracia nas sociedades ocidentais não se passa no futuro distante duma «ScFi» («Ficção Científica»): passa-se aqui e agora.

Mas, com a agudização da crise económica em toda a sociedade ocidental, as formas subtis de propaganda que conseguiram persuadir muitas pessoas (a «fabricação do consenso») podem estar nos seus limites. Começa a despontar a consciência nas pessoas de que têm sido manipuladas. Por isso mesmo, as pessoas deveriam perceber que «a crise do COVID» não desapareceu, continua e pode ser «reativada», sempre que convenha aos poderes.

Se esta consciência se alastra, o reflexo dos poderosos é aumentar o nível da repressão, é criar ataques de falsa bandeira para amedrontar os súbditos e justificar um «estado de exceção permanente». Mas, se isso tudo não chega, irão recorrer à guerra, como é o caso presente, em que querem arrastar toda a Europa para um holocausto coletivo, pra satisfazer a agenda delirante da ínfima oligarquia de bilionários, de banqueiros e de proprietários das grandes indústrias bélicas. 

Esta guerra da Ucrânia dá-lhes o pretexto, quer a ganhem ou percam no terreno, para instalarem formas totalitárias de governança nos países da Europa ocidental, tradicionalmente com regimes de «democracia liberal». Os instrumentos necessários para isso já existem: divisas digitais emitidas pelos bancos centrais, obrigatoriedade de passe vacinal para se viajar, ou para ir a múltiplos locais dentro do próprio país, etc. A deriva totalitária é fácil, porque já criaram ou estão a criar as condições para o controlo permanente através de apps, obrigatórias na prática, sem as quais não se poderá fazer nada. 

Mas, o melhor é ouvir a entrevista abaixo (ligar legendagem, em inglês, para seguir o diálogo)



PS1: Em complemento, um resumo de uma conferência muito oportuna sobre a «Guerra de Informação», da Pré-História até à Ucrânia. A guerra da informação é afinal sinónimo de propaganda de guerra. Joe Laurie faz uma panorâmica notável desta forma de guerra.

PS2: A media faz «black-out» sobre importante estudo, incidindo sobre um número elevado de pessoas, que demonstra que a inflação do coração é mais frequente em pessoas vacinadas com o COVID, do que na população não vacinada. Consulte AQUI.


sexta-feira, 10 de abril de 2026

Corbett report: «Nova Ordem Multipolar = Nova Ordem Mundial»







Comentário de Manuel Banet:

 A tese de James Corbett no que toca ao estribilho de «Ordem Multipolar» é que não existe diferença radical destas oligarquias da China e da Rússia, em relação às oligarquias dos EUA e da OTAN. Tudo o que os primeiros pretendem é serem aceites, é terem um lugar à mesa do poder e da ordem mundial. 

Muito bem; pode ser que seja uma mera luta para repartição das alavancas de controlo global e de «estar por cima», decidindo em nome de povos, eles próprios sem verdadeira voz, nem autonomia, nem capacidade de decisão própria. 
A tecnocracia é um velho projeto datando de antes da 1ª Guerra Mundial, que se vem desenvolvendo em múltiplas instâncias, umas mais visíveis que outras.
 A Comissão Trilateral, a Chattam House, o Fórum Económico Mundial, o Clube Valdai, o Clube Bilderberg  ... Há numerosos «Think Tanks», ou instâncias, apenas conhecidas de alguns,  que têm moldado discretamente a política das principais potências. 
Fazem parte do Estado profundo, pois as pessoas participantes nestes «clubes» e «grupos de reflexão» são, ou foram, detentoras de cargos públicos. 
Muitas vezes, os departamentos do Estado (por exemplo, um ministério ou secretaria de Estado) encomendam estudos, que deveriam analisar questões complexas. 
Mas, muitas vezes, são apenas coberturas caras e pretenciosas, para «validar» decisões já tomadas nos escalões mais elevados do poder. 
Estas encomendas são fonte de rendimento regular destes Clubes e Think Tanks. É uma forma de corrupção e também de roubo do erário público. O dinheiro sai, por norma, dos orçamentos de departamentos estatais, destinados a remunerar as figuras que realizam (ou assinam) os tais «estudos». 
Além disso, existem múltiplas fundações privadas que financiam regularmente estes grupos influentes. Estas fundações são associadas aos setores que desejam moldar a visão governamental: Por exemplo, a indústria do armamento tem interesse em fazer prevalecer determinada visão da segurança, da geoestratégia, etc.
Trata-se de uma micro-sociedade em circuito fechado. Muitos empresários são aconselhados a encomendar «estudos», que são somente formas disfarçadas de exercer suborno. Isto está descrito em artigos sobre vários casos de Think Tanks nos Estados Unidos, por vários autores.  
Com certeza que algo parecido funciona nas outras grandes potências, ou mesmo em médias potências. 
Há um pacto de silêncio que inclui, não apenas os apoiantes do partido que esteja no poder, como a classe política no seu todo. Com efeito, mesmo os partidos e correntes de oposição tendem a «omitir» certos factos, pois têm esperança de vir a ser poder, algum dia. 
Além de que, para certos assuntos sensíveis, o facto de nomear as pessoas envolvidas nestes jogos de influência é extremamente perigoso, nomeadamente para os jornalistas.
A máquina do Estado é pesada, redundante, muito pouco eficaz.  Possui uma hierarquia oculta que manipula a hierarquia visível. Esta última, é preenchida por atores corruptos, sujeitos a chantagem, cuja competência em assuntos de Estado, sobre os quais decide, é ridiculamente limitada. 
Mas, como têm um batalhão de «conselheiros», para os mais diversos assuntos, basta que lhes sigam as sujestões. Acontece que os «conselheiros» são os peões dos grupos de interesses, ou lobbies. Estes, são fiéis aos interesses que promovem, não ao governo. 
Na «democracia» truncada, que nos estão constantemente a servir como se fosse o «modelo», o cidadão é desporvido de meios de influir nas decisões.  A escolha de tal ou tal indivíduo pode parecer relevante, mas não é, porque não se sabe qual a verdadeira «agenda» de um candidato. O mais banal é, uma vez eleito, ele fazer tudo diferente do que defendeu, durante a campanha eleitoral. 
O público não tem o mínimo controlo. Não pode fiscalizar os atos e decisões dos indivíduos que colocou no poder, através de eleições. 
Por que razão insistem nas eleições como o teste de democracia
- É  exatamente porque sem controlo e sem possibilidade dos eleitores revocarem o mandato dos eleitos, de forma institucional e eficaz, a «democracia» é apenas um jogo envolvendo atores e lóbis que os controlam através da corrupção...

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RELACIONADO:

terça-feira, 30 de março de 2021

OLHANDO O MUNDO DA MINHA JANELA - PARTE X

 


Se regressar mentalmente a alguns (poucos) anos atrás, reconheço que, se alguém me viesse contar sobre o quotidiano actual na sociedade, eu não acreditaria

Por isso, aconselho-vos a leitura do texto futurístico, de TE Creus, talvez ficcional, talvez antecipatório.

Este intróito leva-me a considerar a realidade da trapaça do COVID de frente: com efeito, nunca é demais repeti-lo, não é por o vírus ser real e por haver mortes reais, que tudo aquilo que os «esclarecidos» dirigentes e seus conselheiros têm dito e defendido é lógico, é científico, é realista, é humano.

Mas, ainda mais grave, é a passividade e conivência de quase toda a esquerda, cobarde, enfeudada ao sistema, comprada - quanto mais não seja - pelas mordomias (as migalhas) que lhe concede a oligarquia, nos diversos países e mesmo a nível mundial. É detestável o papel que estão a fazer , pois muitos se situam na «vanguarda» da «luta pelo desmascarar dos ditos conspiracionistas» , quando, na verdade, estão a colaborar sem vergonha e sem remates de consciência (ambas coisas de que sempre careceram) na morte da liberdade de expressão.

Os Klaus Schwab, os Bill Gates e os George Soros deste mundo podem sorrir, satisfeitos: em pouco tempo, conseguiram neutralizar discretamente os que se vangloriavam de ser os defensores dos trabalhadores, os que estão na primeira linha da defesa dos direitos humanos, etc... É caso mesmo para dizer, não apenas os neutralizaram como os recrutaram (veja-se o caso de BLM «black lives matter», ou de AF «antifa» e muitos outros pelo mundo fora).

Que amigos (e outros) não gostem do que escrevi, paciência! O facto é que denunciei há um ano, (ver aqui, também aqui) o maior golpe jamais realizado, ao nível global: pois essa análise é corroborada agora, por pessoas muito mais informadas e competentes do que eu. É aquilo que tem de ser dito; assim como aquilo que irei dizer a seguir:

Não seria possível tudo o que vemos: os despedimentos em massa, o esmagamento da capacidade reivindicativa dos trabalhadores, o atirar milhões de pessoas para a precariedade, logo para a doença mental, a depressão e o suicídio... nem tão pouco, a continuação das guerras de desgaste, cruéis e punindo as populações civis inocentes, no Iémen, na Síria, no Afeganistão, ou a ameaça muito séria de guerra a quente, com pontos de fricção em várias zonas no globo (essencialmente nas fronteiras da Rússia e da China), com o triunfo nos neo-cons do Estado profundo nas «eleições» americanas, que deram «a vitória» a um caquético fantoche, às ordens dos bilionários. Não seria possível isto tudo, sem uma traição secular de grande parte da esquerda. Na verdade, ela já tinha traído há muito, só que não tinha tido ensejo de revelar o que era, essencialmente.

Nunca mais voltará o mundo de antes, pois estamos em plena 3ª Guerra Mundial, a qual se compõe de complexas batalhas em diversas frentes, que vão das sanções, com efeitos devastadores nas populações civis dos países «inimigos» (vejam as vítimas no Irão ou na Venezuela, são as crianças, os doentes, os pobres, não são os militares de alta patente nem os governantes, que isso seja bem claro), às guerras por procuração e até à vigilância generalizada e militarização da sociedade civil, nos países dominantes.

Mas, nem tudo são trevas. Assiste-se ao acordar de uma consciência mais humana, mais próxima das muitas espiritualidades que nos legaram milhares de anos de História. 

O cristianismo, o budismo, o islamismo e todas as espiritualidades, não têm «culpa» das distorções, da hipocrisia e da falsidade dos que dizem professar tais religiões...

única luz de esperança que vejo agora, provém das pessoas que sinceramente aderem a qualquer religião, seja a que está mais próxima da minha cultura e modo de sentir, seja de outra. 

Muitos não compreendem que haja valores espirituais, pois os «valores» que eles conhecem, traduzem-se apenas em cifrões, em cotações bolsistas, etc.: São os materialistas vulgares e filosóficos... Para eles, a vida é o desfrutar, o prazer, não têm nenhum respeito ou preocupação com a verdadeira amizade, com o verdadeiro amor, com tudo aquilo que é intrinsecamente humano.   

Eles estão - aparentemente  - triunfantes: Os muito ricos enriqueceram ainda mais, desde há um ano. Sobretudo, consolidaram o seu poder. Para isso, jogou a descida dos padrões morais, sobretudo no mundo «rico», a ideologia do consumismo, hedonismo e egoísmo ostensivos. Também a traição dos chamados intelectuais, com especial destaque para os auto-proclamados defensores dos oprimidos, dos explorados, etc...

Claro que uma grande crise também está prenhe de grandes oportunidades; não apenas de destruição. Eu antevejo que as oportunidades não se limitarão à nova configuração do poder económico, mas também haverá uma «varridela» enérgica nas chamadas elites, nos políticos, na própria tecnocracia. 

Convido os leitores a procurar tudo o que não é relatado, filmado ou transmitido pela média corporativa, mas por fora. Aí, por vezes, encontram-se as mais interessantes e originais formas de pensamento e de organização. 

Os fascistas tecnocráticos são muito persistentes, mas existe já uma resistência: pessoas e grupos, considerados marginais hoje, mas que nos trazem a brisa fresca do futuro, não contaminada pela podridão do presente. Nada está definitivamente traçado.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

EDUCAÇÃO OU AMESTRAMENTO

                Resultado de imagem para dressage des chevaux

O principal factor que tem impedido um progresso verdadeiro do nosso país não é político, nem económico. Embora esse mesmo factor tenha um efeito muito extenso e profundo tanto na política (no sentido de cidadania), como na economia. Já se compreendeu, pelo título, que esse factor é a educação. Pois bem; não é completamente verdade, pois o que é crítico, neste caso, não será «mais» educação, nem «melhor» educação, mas sim OUTRA educação.

A sociedade evoluiu nos últimos 50 anos (no meu tempo de vida adulto, desde cerca de 1974, até 2018), a um ritmo tal que apenas podemos perceber se estudarmos a lentidão do ritmo das transformações tecnológicas e suas consequências sociais ao longo das épocas históricas, como o fizeram vários historiadores e antropólogos. 
Houve uma aceleração incrível das transformações sociais, decorrentes das transformações tecnológicas, com o que vários autores designam por 2ª revolução industrial ou «revolução digital».
Ora a modificação da sociedade é uma consequência, em primeiro lugar, das possibilidades de comunicação, de como se pode optimizar o trabalho, de como se podem transportar mercadorias e pessoas. Em segundo lugar, estas transformações implicam uma modificação na sociedade, que é obrigada - de bom ou mau grado - a incorporar tais mudanças na estrutura e funcionamento, sob pena de ficar estagnada, sujeita a ser «colonizada» ou «neo-colonizada».
Em Portugal, devido a um regime fascista atávico, que intencionalmente destruiu a única conquista válida da república liberal democrática, o ensino esteve demasiado tempo entregue ao que existe de mais ignorante e reaccionário. 
Salazar tinha medo que o povo tivesse conhecimentos, considerava que para o «bom povo», bastava «saber ler, escrever, contar e elementos da História pátria». 
Podia aqui fazer um longo discurso sobre o que representou não apenas em termos do analfabetismo sensu stricto como em termos culturais. Não é por acaso que Portugal foi considerado durante muito tempo (e ainda será parcialmente verdade, hoje...) o país dos três F (futebol, Fátima e fado).

O ensino em Portugal não está verdadeiramente mudado, desde o 25 de Abril, na sua essência, pois os políticos que têm ocupado postos no ministério da educação são - quer tenham experiência pedagógica prévia, quer não - imbuídos de «espírito de missão», ou seja, convencidos/as que eles/elas é que sabem. 
Na verdade, vemos os sucessivos textos legislativos, leis, decretos-leis, etc., com preâmbulos anunciando as mais puras intenções e com referência às mais progressivas teorias e correntes na pedagogia. 
Mas, ao nível da aplicação, tudo falha! Por exemplo, não existe quase nunca compatibilização: não existe preocupação em que os programas sejam compatíveis entre si; o aluno não os consegue integrar por si próprio, nem essa preocupação existe ao nível dos docentes, muitas vezes.
No geral, há uma total despreocupação em avaliar realmente o estado do ensino, no concreto. Esta afirmação pode parecer estranha, se recordarmos que, desde os anos 90 até hoje, tem havido uma autêntica inflação de «estudos de avaliação», uma avaliacionite generalizada...para se perceber que, afinal a contradição é só aparente e não real, temos de ter em conta os factos seguintes:
- Este ensino não é fundamentalmente mais que AMESTRAMENTO, ou seja «treinar» para o teste ou o exame; esta é a verdadeira norma à qual alunos terão de se submeter ... Isso é visto por todos, ministério, professores, pais, sociedade em geral, como a «grande questão». 
O erro é demasiado grosseiro e generalizado para não ser deliberado. Trata-se de táctica, de intenção, de um propósito definido. Claro que existe muito boa gente em estado de «denegação». Estas pessoas vão dizer que «o que é preciso é mais isto ou aquilo» (muitas vezes mais horas de aula da disciplina que, segundo ele/ela, é deixada para trás). 
Porém, eu penso que a inqualificável (porque abaixo de tudo) classe política e empresarial que nos governa, tem inconscientemente o desejo que as jovens gerações, especialmente as que pertencem às classes mais modestas, não consigam ultrapassa-los, a eles ou a seus filhos, que põem em colégios privados. 
Eles revelam assim a sua lógica de «comprar» uma «boa» educação, não a lógica republicana, que seria o oposto («aquilo que é bom para o cidadão comum, também é bom para mim e para minha família»). 
Mesmo os filhos-família, nos «bons» colégios privados, estão sujeitos a programas intensos de condicionamento. Este condicionamento não tem nada que ver com o desenvolvimento harmonioso das capacidades e a procura de que os jovens se insiram de forma produtiva na sociedade. A avaliação obsessiva e o subordinar os fins da educação à avaliação (que monstruosidade!) tem a sua própria lógica, mesmo que essa lógica seja a do doente mental.
É um condicionamento para enquadrar toda a sociedade segundo a ideologia da «meritocracia», de fazer com que as pessoas se conformem. 
As altíssimas taxas de «insucesso» são o principal produto deste sistema. Pois o sistema, na verdade, «funciona», visto de uma certa maneira ... porque está desenhado para fabricar um elevado número de «falhados», de pessoas frustradas, diminuídas e conformadas com o que as espera, na vida adulta: um trabalho precário, mal pago, intermitente, sem perspectivas nenhumas de carreira e sem um mínimo de remuneração estável, que permita fundar uma família e ter filhos.
Alias, não há dúvida que a queda demográfica acentuada dos últimos decénios em Portugal se deve, em grande parte, à deficientíssima integração dos jovens no mundo profissional. 

Assim, o bloqueio de uma verdadeira transformação da educação, trava todos os outros sectores da vida social e económica. Este bloqueio, como uma espécie de neurose obsessiva colectiva, limita a capacidade do país. Assim, Portugal não deixará jamais de ser uma espécie de «parente pobre e humilde», face às potências que têm tutelado este rectângulo, que poderia ser um belíssimo jardim, mas tem estado muito mal cuidado!

A educação não é sinónimo de amestrar. Decorar não é aprender. Saber não é regurgitar o que vem nos livros, ou aquilo que o prof. disse nas aulas... Tudo isto são evidências. Porém, vemos que as pessoas concordam superficialmente com elas, mas - na vida real - farão, ou aconselharão, exactamente o contrário: «educação» é amestrar; decorar é «aprender»; regurgitar é «saber»...

Note-se que a educação é toda ela assim, da escola básica à faculdade. 
Muitos alunos têm medo de pensar. Têm pânico, face a uma pedagogia que se proponha fazer/agir, em vez de «decorar»; a investigar, em vez de «papaguear» frases ou teoremas, ou seja o que for. Para estas crianças ou jovens,  o que se lhes pediu durante toda a vida e aquilo em que foram «amestrados», foi treinar a capacidade de decorar e reproduzir. 
Nenhum modelo pode ser mais contrário ao desenvolvimento da criatividade, da autonomia, da iniciativa, do espírito de descoberta. 
Tenho podido constatar que, se algum professor se coloca na postura de tentar uma pedagogia virada para os valores acima mencionados, é logo «posto na ordem» por colegas autoritários/as, ou mesmo pelos encarregados de educação, seguros de saberem melhor quem é «bom» ou mau «prof»!!
Ao nível do comportamento social, verifica-se o resultado desta disfunção educativa pela ausência de civismo em demasiadas pessoas; os que têm hoje 20 anos, estão imbuídos dos mesmos vícios que os das gerações anteriores. Portanto, há perpetuação de uma certa mentalidade, de geração em geração. 

Há uma hegemonia do discurso institucional e mediático a reafirmar a obsessiva primazia da «avaliação» sobre tudo o resto. 
Este discurso é a «marca d'água» duma tecnocracia pedagógica que se esmera em ver, apenas e somente, o que lhe convém ver: o aspecto quantitativo. Porque, quando «avaliam», não estão propriamente a avaliar, não estão preocupados com o aspecto de remediação, quer ao nível individual, quer de turma, quer no geral. Isto, a meu ver, mostra  a sua total incompetência e má-fé pedagógica, pois uma avaliação séria deve ter como objectivo principal (ou mesmo, nº1) detectar problemas na aprendizagem, para os CORRIGIR.
A avaliacionite é o contrário: é transformar a avaliação no fim em si mesmo, no objectivo principal e não subordinado. 
Na realidade, o nome «avaliação» está mal aplicado por essas pessoas, porque o que se pretende é somente a classificação, para seleccionar em função de critérios, supostamente transparentes, mas que - de facto- são o contrário disso.

Os sistemas educativos até se podem aferir/avaliar dum modo prático, sem dúvida. Numa sociedade capitalista, isso está um bocado limitado à «selecção pelo mercado»; mas... não é este o mantra que todos os governantes têm na cabeça? 
O modo prático de avaliar é simplesmente a empregabilidade: determinar quantos conseguem, num prazo x, ingressar numa profissão, num posto de trabalho, conforme com a formação recebida. 
Estes estudos e dados estatísticos são muito deficientes, para não dizer ausentes, em Portugal. Isso, apesar dos belos discursos, revela uma enorme despreocupação com o «desperdício» humano. 
Em Portugal, não se dá suficiente relevo ao fenómeno de muitos jovens não terem saída profissional nenhuma, uma vez percorrido um percurso (normalmente longo) de formação. Um fracasso destes tem profundas repercussões psicológicas; poucos são os que possuirão energia para enfrentar as condições adversas e tentar, mesmo assim, singrar na vida!

Apenas toquei ao de leve na questão. 
Mas o meu propósito neste escrito é antes o de «levantar a lebre», pois sei que existem leitores/as capazes de aplicar - com acuidade e bom senso - algo desta análise ao seu contexto pessoal e que conhecem casos concretos, quer no plano académico, profissional ou familiar.

domingo, 13 de abril de 2025

THE CORBETT REPORT «YOUR GUIDE TO 5TH GENERATION WARFARE/TEU GUIA PARA A GUERRA DE 5ª GERAÇÃO»

 




Abaixo, copio o conteúdo principal do último episódio (441) do Corbett Report. 

Porque este episódio transcende em muito aquilo que as nossas fontes de informação, sejam «mainstream» , sejam «alternativas», nos têm para oferecer, estou certo que o podcast, o vídeo, com a transcripção e as fontes dos referidos documentos, serão reconhecidas por si, leitor/a, de grande importância. Pelo menos, por aqueles/as que não renunciaram a exercer o seu espírito crítico, a sua liberdade de consultar todas as fontes de informação que entenderem. Por outras palavras: Para quem não esteja submetido ao medo e à paralisia cerebral dele decorrente, que o totalitarismo soft nos induziu. 
Sim; a guerra que  se está desenrolando diante dos nossos olhos tem muitas componentes. Eu sempre disse que a Guerra Mundial no século XXI seria total e em múltiplos planos em simultâneo, ou seja, envolveria todos os aspectos da vida coletiva, entre os quais o próprio pensamento, a atividade cerebral. O terreno desta gigantesca batalha não será apenas onde caem as bombas e onde morrem os soldados, também envolve os nossos neurónios, como parte integrante das lutas pelo domínio da Humanidade.


Estamos en medio de una guerra que cambiará el mundo. Pero ésta no es una guerra común y corriente. La mayoría de las víctimas de esta guerra ni siquiera son capaces de identificarla como guerra, ni entienden que son combatientes en ella. Se llama guerra de quinta generación y estoy aquí para contárselo todo.

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TRANSCRIPCIÓN Y FUENTES

Estamos en medio de una guerra que cambiará el mundo en estos momentos.

Oh, no me refiero a la guerra en Ucrania, aquella en la que todos los medios de comunicación les piden que concentren su atención. Sí, ese conflicto continúa aumentando, y cada día hay nuevas historias sobre provocaciones y amenazas que podrían conducir a un intercambio nuclear. . . Pero esa  no es  la guerra a la que me refiero.

No, la guerra  de la que hablo  es una guerra aún más amplia. Una guerra que está teniendo lugar en todas partes del mundo, incluso mientras hablo, y que involucra prácticamente a todos los habitantes del planeta, jóvenes y viejos, hombres y mujeres, militares y civiles. Es la guerra de cada gobierno contra su propia población y de cada institución internacional contra la humanidad libre.

Pero ésta no es una guerra común y corriente. La mayoría de las víctimas de esta guerra ni siquiera son capaces de identificarla como guerra, ni entienden que son combatientes en ella.

Se llama guerra de quinta generación y estoy aquí para contárselo todo.

Soy James Corbett de The Corbett Report y esta es  su guía para la guerra de quinta generación.

¿QUÉ ES LA GUERRA DE QUINTA GENERACIÓN?

¿Qué es, en realidad, la guerra de quinta generación? Y pensándolo bien, ¿cuáles fueron las primeras cuatro generaciones de guerra?

Buenas preguntas. Para obtener una respuesta detallada a la última pregunta, le recomendamos leer “ The Changing Face of War: Into the Fourth Generation ”, un artículo de 1989 del  Marine Corps Gazette  escrito en coautoría con William S. Lind, y también le recomendamos ver “ William S. Lind & Philip Giraldi – Fourth Generation Warfare & The Deep State ”.

WILLIAM S. LIND : Esta ciudad y todas las capitales del mundo son completamente ajenas al hecho de que están atrapadas en un cambio en la guerra tan grande que no sólo hace obsoletas nuestras actuales políticas de defensa y exteriores, sino que esencialmente hace obsoleto todo el marco dentro del cual pensamos en la defensa y la política exterior.

[. . .]

El cambio es lo que yo llamo el surgimiento de la guerra de cuarta generación y esta es específicamente la cuarta generación de la guerra moderna. [. . .] Ahora pensamos en los asuntos exteriores y la defensa en el marco del Estado-nación. Las fuerzas armadas están diseñadas para luchar contra otras fuerzas armadas estatales. Pero esa realidad está cambiando.

[. . .]

Lo que está sucediendo hoy en día en cada vez más lugares del mundo es que las fuerzas armadas estatales se encuentran luchando no contra otras fuerzas armadas estatales, sino contra fuerzas de cuarta generación. Fuerzas no estatales.

FUENTE:  El Estado y la guerra moderna

En pocas palabras, la tesis de Lind et al. es que la “era moderna” de la guerra comenzó con el Tratado de Westfalia en 1648, el cual, según Lind, “le dio al Estado el monopolio de la guerra”. A partir de ese momento, la guerra moderna pasó por tres generaciones, a saber:

  • Guerra de primera generación : las tácticas de línea y columna, desarrolladas en la era del mosquete de ánima lisa;
  • Guerra de segunda generación : las tácticas de fuego indirecto y movimiento de masas, desarrolladas en la era del mosquete estriado, los rifles de retrocarga, el alambre de púas y la ametralladora; y
  • Guerra de tercera generación : las tácticas de movimiento no lineal, incluidas la maniobra y la infiltración, desarrolladas en respuesta al aumento de la potencia de fuego en el campo de batalla durante la Primera Guerra Mundial.

Esto, según Lind y sus coautores, nos llevó a finales del siglo XX, cuando el Estado-nación comenzó a perder su monopolio sobre la guerra y el combate militar volvió a una forma descentralizada. En esta era —la era de  la guerra de cuarta generación— la línea entre “civil” y “militar” se vuelve borrosa, los ejércitos tienden a involucrarse en operaciones de contrainsurgencia en lugar de batallas militares, y los enemigos a menudo están motivados por la ideología y la religión, lo que hace que las operaciones psicológicas sean más importantes que nunca.

Pero algunos sostienen que ahora hemos entrado en una nueva era de guerra, es decir,  la guerra de quinta generación .

Todavía hay mucho debate sobre qué define una guerra de quinta generación, cómo sabemos que estamos participando en ella o incluso si existe (Lind, por ejemplo, rechaza el concepto). Varios académicos han hecho sus propios intentos de definir la guerra de quinta generación (G5G), como el Dr. Waseem Ahmad Qureshi, quien  la identifica  como "la batalla de las percepciones y la información", o Qiao Liang y Wang Xiangsui del Ejército Popular de Liberación, quienes escriben sobre la era de la " Guerra sin restricciones " en la que "una reducción relativa de la violencia militar" ha llevado a "un aumento de la violencia política, económica y tecnológica".

Si los debates académicos sobre la naturaleza cambiante de la guerra son lo suyo, entonces hay mucho que leer sobre el tema, desde  El manual de 5GW: ¿Una quinta generación de guerra?  a una  gran cantidad de artículos académicos .

Pero a los efectos de este editorial, no me interesa  ese  debate. De hecho, vamos a utilizar como punto de partida una definición nada académica de la guerra de quinta generación extraída de  un artículo de Al Jazeera  : “La idea básica detrás de este término [5GW] es que, en la era moderna, las guerras no las libran ejércitos o guerrillas, sino en las mentes de los ciudadanos comunes”.

Hay dos cosas importantes a tener en cuenta sobre esta definición. La primera es que la guerra de quinta generación no se libra contra ejércitos permanentes de estados nacionales ni contra insurgentes guerrilleros, sino contra ciudadanos comunes. La segunda es que esta guerra no se libra en un campo de batalla en algún lugar, sino en la mente.

Ampliaré un poco la definición para incluir el hecho de que esta guerra se está librando en todos los niveles, no sólo en el mental. La esencia del asunto es la siguiente: la guerra de quinta generación es una guerra total que libran contra todos nosotros nuestros gobiernos y las organizaciones internacionales a las que pertenecen. Se está librando contra todos y cada uno de nosotros en este momento, y es una batalla por el dominio total sobre cada aspecto de su vida: sus movimientos e interacciones, sus transacciones, incluso sus pensamientos, sentimientos y deseos más íntimos. Los gobiernos de todo el mundo están trabajando con corporaciones para aprovechar la tecnología para controlarlos hasta el nivel genómico, y no se detendrán hasta que todas y cada una de las personas que se les resistan sean sometidas o eliminadas.

Lo más increíble de todo esto es que tan pocos saben que la guerra está en curso, y mucho menos que son combatientes en ella.

La mejor manera de entender esta guerra es observar algunas de las formas en que se libra contra nosotros.

GUERRA DE INFORMACIÓN

Deténganme si ya han escuchado esto antes, pero esto es una guerra de información y los que no deberían tener el poder están involucrados en “una guerra por su mente”.

Por supuesto, usted ha oído hablar de “Infowars” si ha estado en el espacio de los medios alternativos durante algún tiempo. Y con razón: la guerra de información es una parte absolutamente esencial de la guerra contra todos que define la guerra de quinta generación.

La forma más obvia de entender esto es observar las fuerzas militares actuales que están realizando operaciones psicológicas contra sus propios ciudadanos.

DAN DICKS : Aquí dice  :

“Una carta del gobierno de Nueva Escocia enviada a los residentes para advertir sobre una manada de lobos sueltos en la provincia fue falsificada por personal militar canadiense como parte de una misión de entrenamiento de propaganda que salió mal.

La carta advertía a los residentes que tuvieran cuidado con los lobos que habían sido reintroducidos en la zona por los gobiernos provincial y federal, y advertía que los animales ahora vagaban por el valle de Annapolis. La carta, que posteriormente se hizo pública, generó preocupación y preguntas entre los residentes, pero posteriormente fue tildada de "falsa" por el gobierno de Nueva Escocia, que desconocía que los militares estaban detrás del engaño.

El entrenamiento también incluyó el uso de un altavoz para generar sonidos de lobo, confirmaron las Fuerzas Canadienses a este periódico.

Chicos, dejen que esto penetre por un segundo. Crearon una  carta falsa  del gobierno, la publicaron diciendo que hay lobos peligrosos, ¡y colocaron altavoces en la zona que proyectaban ruidos de lobos!

Esto no es sólo una investigación, ¿sabes? Esto no es sólo un ejercicio de entrenamiento. Están participando activamente en esta operación psicológica para asustar a la gente usando altavoces.

Esto es increible

FUENTE: ¡  Se expone una campaña de miedo a los lobos falsos del ejército canadiense! ¡Pero no creerás lo que harán a continuación!

Pero no son sólo operaciones militares realizadas por soldados vestidos con uniformes de camuflaje las que forman parte de esta guerra de información de quinta generación. En la guerra contra todos, el establishment utiliza todos los medios a su disposición para manipular la percepción del público.

Así, Richard Stengel, el ex editor de  Time  que le otorgó  a You! el (des)honor a la Persona del Año de Time ,  En 2006, se complace en presidir una conversación del Consejo de Relaciones Exteriores en la que  defiende el uso de propaganda por parte del gobierno de Estados Unidos contra sus propios ciudadanos .

RICHARD STENGEL : Básicamente, cada país crea su propia historia narrativa. Y, ya sabe, mi antiguo trabajo en el Departamento de Estado era lo que la gente solía bromear sobre como el trabajo del principal propagandista.

No hemos hablado de propaganda. No estoy en contra de la propaganda. Cada país lo hace y tiene que hacerlo con su propia población y no creo que sea necesariamente tan terrible.

FUENTE:  Disrupciones políticas: cómo combatir la desinformación y las noticias falsas

O tomemos el caso de Hill & Knowlton, la firma de relaciones públicas contratada por el gobierno kuwaití para crear  el engaño de Nayirah  en la Primera Guerra del Golfo. . .

“NAYIRAH” : Sacaron a los bebés de las incubadoras. . . Se llevaron las incubadoras y dejaron a los niños morir en el frío suelo.

FUENTE:  Violaciones de los derechos humanos en Kuwait

. . . que fueron  contratados por la OMS en 2020  para identificar “influencers” famosos que pudieran ser utilizados para amplificar los mensajes de la estafa.

ANUNCIADOR : El evento One World Together At Home presentó a un Quién es Quién de las principales estrellas de la música y celebridades, que se reunieron durante el fin de semana para una transmisión especial de música, comedia y mensajes personales, todo en agradecimiento a aquellos alrededor del mundo en las primeras líneas de la pandemia del coronavirus.

MATTHEW MCCONAUGHEY : Entonces, ¿qué podemos hacer? Tenemos que cuidar a nuestros trabajadores de la salud y tenemos que ganarles tiempo cuidándonos a nosotros mismos.

ANUNCIADOR : El evento fue organizado por la Organización Mundial de la Salud y el grupo sin fines de lucro Global Citizen.

FUENTE:  Celebridades realizan el concierto virtual 'One World': 'Una carta de amor al mundo'

O tomemos el  ejemplo del Grupo Científico sobre Conductas en tiempos de Influenza Pandémica del gobierno del Reino Unido , que  admite abiertamente  que utiliza técnicas psicológicas para manipular al público y hacerlo temer a la epidemia, una medida que algunos de los  miembros del panel calificaron de “totalitaria”  . . . y nadie se inmuta.

Tal vez la parte más insidiosa de la guerra de información de quinta generación es que se ha normalizado tanto que todos saben que está sucediendo, pero nadie lo considera una guerra.  Por supuesto que  todo es “publicidad” y “propaganda”. Y  por supuesto  se está utilizando para manipular nuestro comportamiento. Así es como funciona el mundo ¿no?

Pero ignorar la naturaleza real de la guerra de información lo hace a nuestro propio riesgo. Después de todo, he observado a menudo que ésta es una guerra por tu mente y que el espacio de batalla más disputado en el mundo es el espacio entre tus orejas. Quizás hayas pensado que lo dije metafóricamente, pero en realidad lo dije bastante literalmente. Lo que nos lleva a . . .

GUERRA NEUROLÓGICA

Si escuchas al Dr. James Giordano hablar sin escuchar lo que dice, tendrás la impresión de que es simplemente un científico elocuente, bien informado y apasionado por su investigación. Sin embargo, cuando  escuchas  lo que está diciendo , o incluso simplemente miras sus diapositivas de PowerPoint, como la  diapositiva “NeuroS/T para NSID” , te das cuenta de que él es  el Dr. Strangelove . O, si no el propio Dr. Strangelove, al menos el portavoz del Dr. Strangelove.

Pero no es el Armagedón nuclear lo que motiva a Giordano, sino lo que él llama “armas de disrupción masiva”: las diversas tecnologías de intervención neurológica que el ejército estadounidense y los ejércitos de todo el mundo están desarrollando.

Estos incluyen (en el discurso bien ensayado de Giordano) los “medicamentos, insectos, toxinas y dispositivos” que pueden mejorar o alterar las funciones cognitivas de su objetivo, como las nanopartículas de “alta agregación del SNC” que, según Giordano, “se agrupan en el cerebro o en la vasculatura” y “crean esencialmente lo que parece una diátesis hemorrágica”. Aunque suene a ciencia ficción, insiste en que  ya se está trabajando en estas nanopartículas (y muchas, muchas otras armas neurológicas horribles):

JAMES GIORDANO : La idea aquí es que puedo obtener algo llamado material de alta agregación del SNC que es esencialmente invisible a simple vista e incluso para la mayoría de los escáneres porque es tan pequeño que pasa selectivamente a través de la mayoría de los niveles de porosidad del filtro. Estos luego se inhalan, ya sea a través de la mucosa nasal o se absorben a través de la mucosa oral. Tienen alta afinidad por el SNC. Se agrupan en el cerebro o en la vasculatura y crean esencialmente lo que parece una diátesis hemorrágica; en otras palabras, una predisposición a una hemorragia o a una formación de coágulos en el cerebro. Lo que he hecho es crear un agente acariciador, y es muy, muy difícil obtener atribución por hacerlo.

Puedo usar eso en una variedad de niveles, desde el individuo hasta el grupo. Altamente disruptivo. Y, de hecho, esta es una de las cosas que han considerado y examinado en cierta medida mis colegas de la OTAN y aquellos que están trabajando en el peor uso de las ciencias neurobiológicas para crear trastornos poblacionales. Estoy muy, muy preocupado por la posibilidad de que estos agentes nanoparticulados puedan ser agentes agregantes del SNC y causar disrupciones neuronales.

FUENTE:  La ciencia del cerebro: del laboratorio al campo de batalla: las realidades (y los riesgos) de las armas neuronales | Seminario CGSR

Y, por si no has entendido bien, te habrás dado cuenta de que ilustra su diapositiva con la imagen de un cerebro humano en la mira de una de estas armas neurológicas. No hay nada difícil de entender en la imagen que se pinta aquí: estamos en guerra contra un enemigo que literalmente tiene en la mira nuestros cerebros.

Pero una vez más, no es solo el uso literal de armas neurológicas por parte de ejércitos convencionales en situaciones de guerra convencionales lo que nos debe preocupar a nosotros —los combatientes en gran medida involuntarios de la guerra de quinta generación contra todos—. Como mis oyentes ya saben,  el tecnócrata declarado  Elon Musk está tratando de vender su tecnología de chip cerebral Neuralink a la multitud hipster como una forma genial y sexy de mejorar su cognición. . . o para que la futura  deidad de la IA tenga misericordia de nosotros . O algo así. De todos modos, ¡deberías meterte el Neuralink en la cabeza lo antes que puedas! Y definitivamente  no  hagas preguntas sobre por qué tantos monos macacos y otros animales de prueba que Neuralink estaba usando como animales de prueba en su experimento de “interfaz cerebro-máquina”  han muerto .

Para cualquiera que aún no haya sido víctima de la operación de guerra de información diseñada para preparar a la humanidad para la próxima distopía transhumana, todo esto suena a locura. Pero para aquellos que  han  caído en la trampa psicológica de la guerra de información del enemigo, este tipo de tecnologías que alteran la mente son exactamente como se anuncian: oportunidades emocionantes para “mejorar” el débil software biológico que llamamos cerebro.

Pero si crees que puedes evitar el aspecto biológico de la guerra de quinta generación simplemente evitando el chip cerebral, estás perdido. También tendrás que lidiar con . . .

GUERRA BIOLÓGICA

Es comprensible que la narrativa de la guerra biológica haya vuelto a estar en el primer plano de la conciencia pública en los últimos años, no solo por la epidemia de estafas, sino también por las preguntas que se están planteando sobre los  laboratorios biológicos ucranianos respaldados por Estados Unidos  y cualquier trabajo que puedan o no estar haciendo en las puertas de Rusia.

Esta imagen , por ejemplo, viene directamente  de Army.mil , que no dudó en alardear, en julio pasado [2021], de que soldados estadounidenses estaban realizando “ejercicios de entrenamiento práctico y de campo con tropas ucranianas en entornos de laboratorio y de campo” que incluían asegurar la preparación de “laboratorios móviles desplegables”. No hay nada que ver aquí, amigos. (Quizás lo único sorprendente del artículo es que no lo han eliminado de su sitio web... todavía.)

Sin embargo, una vez más, si sólo pensamos en la guerra biológica en términos militares convencionales, descuidamos la operación mucho, mucho más amplia de manipular, controlar y convertir en armas todos los aspectos de nuestro medio ambiente, nuestro suministro de alimentos e incluso nuestro propio genoma para los fines de los oligarcas gobernantes. Esta guerra biológica de quinta generación que se libra contra nosotros incluye:

Estoy seguro de que puede completar los espacios en blanco con innumerables otros ejemplos de ataques al aire, al agua y al bioma del mundo que constituyen esta guerra biológica de quinta generación sin restricciones que se libra contra nosotros.

Cuando, y si,  logras  juntar las piezas de este rompecabezas y tratar de advertir a la gente en masa que está bajo ataque, tu capacidad para resistir esta agenda dependerá de tu capacidad para usar tus recursos acumulados (tu riqueza) para fomentar comunidades de resistencia. Pero no te preocupes; El enemigo también tiene cubierto ese dominio. . . .

GUERRA ECONÓMICA

Dados los acontecimientos de las últimas semanas, incluso los más dormidos entre los dormidos se dan cuenta de que estamos en un período de guerra económica.

Esta guerra también tiene sus aspectos convencionales. En el tablero 2D, hemos visto al imperio de la OTAN lanzar sus  armas de destrucción financiera  contra Rusia en las últimas semanas y, tal  como se predijo , esto ha dado como resultado la consolidación de un conveniente bloque geopolítico y una gigantesca pérdida de fe en el propio sistema monetario internacional. Y,  como también se predijo , ha proporcionado el “Problema” y la “Reacción” necesarios para que los tecnócratas presenten su “Solución” predeterminada de  Monedas Digitales de Bancos Centrales  (CBDCs). Pregúntele a  Larry Fink , director ejecutivo de BlackRock:

La guerra impulsará a los países a reevaluar sus dependencias monetarias. Incluso antes de la guerra, varios gobiernos buscaban desempeñar un papel más activo en las monedas digitales y definir los marcos regulatorios bajo los cuales operan .

No se trata simplemente de una batalla entre Estados-nación o incluso entre bloques de poder en pugna. Esta es una batalla que libra cada estructura de poder autoritaria y cada gobierno (pero me repito) contra sus propios ciudadanos por el control del recurso más importante de todos: sus billeteras.

Sí, estamos viendo el comienzo de un momento verdaderamente histórico mundial: el colapso de la Pax Americana, la muerte del sistema de reserva del dólar y el comienzo de un paradigma monetario completamente nuevo, el sistema de dinero programable “Moneda Digital del Banco Central” que podrá controlar algorítmicamente cuándo, cómo y si se le permite a usted realizar transacciones en la economía. Sólo tenemos que mirar  los recientes acontecimientos en Canadá  para entender cómo será esto.

Este control perfecto de la humanidad, hasta el nivel de poder presenciar y, en última instancia, permitir o rechazar cualquier transacción entre cualquier individuo en cualquier momento, representa la apoteosis de la tecnocracia y uno de los objetivos clave de la propia guerra de quinta generación. A medida que esta pesadilla se acerca cada vez más a la realidad, todo parece desesperanzado.

Pero, de nuevo, ese es  exactamente el punto . . . .

LA VERDADERA GUERRA

Podría  continuar . Y   así  sucesivamente  y  así sucesivamente . Pero espero que ya hayas captado la idea: hay una guerra mundial en curso ahora mismo. Es una guerra de quinta generación (o como quieras llamarla). Se está librando en todos los ámbitos simultáneamente. Es una guerra por el dominio total de cada campo de batalla y de cada terreno, desde los confines más lejanos del planeta ( y más allá ) hasta los espacios interiores de tu cuerpo e incluso tus pensamientos más íntimos. Y es una guerra contra ti.

Reconociendo esto, la tarea que afrontamos parece casi insuperable. ¿Cómo vamos a contraatacar en una guerra que la mayoría de la gente ni siquiera reconoce que está teniendo lugar? ¿Cómo luchamos contra un enemigo que ha pasado décadas perfeccionando sus armas de control económico, militar, tecnológico y biológico? ¿Cómo contraatacamos en una guerra que no se desarrolla en dos o incluso tres frentes, sino en todos los dominios y espacios de batalla  simultáneamente ?

Desde este punto de vista, nuestras perspectivas parecen realmente desesperanzadoras. Pero allí reside la clave: nuestra percepción de que es nuestro deber “contraatacar” al enemigo en  su  guerra, en  su  campo de batalla y en  sus  términos de compromiso es  en sí misma  un marco narrativo. Y esa narrativa  en sí misma  es un arma que se utiliza contra nosotros en la batalla por nuestras mentes.

Me permitirán espacio aquí para citarme extensamente porque este es un punto que he mencionado muchas veces antes, quizás más notablemente en mi conversación sobre “ La anatomía del Nuevo Orden Mundial ” que tuve con Julian Charles en  el podcast The Mind Renewed  hace diez años:

Me intriga la idea de que nos han dado falsos modelos a seguir para resolver nuestros problemas (uno de ellos es “luchar contra nuestros enemigos”), modelos que nos han sido proporcionados por medio de tanto condicionamiento social y de los medios de comunicación. Aquí la idea es que debemos encontrar el corazón o la cabeza de la organización y de alguna manera matar a esa persona o a ese grupo, o lo que sea; ¡Elimina eso y todo mejorará mágicamente!

Pensando en términos generales, esa falsa plantilla aparece prácticamente en todas las distopías de ciencia ficción que hayas visto: si al final sale bien, es sólo porque han conseguido decapitar la Cabeza de la Bestia, ya sea  El Señor de los Anillos  o  Tron , o cualquier película de ese tipo. Creo que esa es fundamentalmente y completamente la manera equivocada de verlo, porque al final del día los individuos particulares que pueden o no tener el "Anillo de Poder" son reemplazables. De hecho, hay muchísima gente que estaría ansiosa por alcanzar esa posición de poder si esa vieja guardia fuera barrida por cualquier razón.

Creo que lo que se necesita es una revolución más fundamental: no derrocar una instancia específica de esta idea, sino derrocar la idea en su totalidad. Y eso sólo puede lograrse, creo, construyendo un sistema alternativo al cual la gente realmente quiera sumarse. Creo que tenemos que desprendernos de este sistema en el que hemos estado metidos. Lamentablemente, eso es probablemente tan difícil de hacer como lo haría parecer la analogía, porque estamos tan entretejidos en el tejido de la sociedad que es difícil imaginar liberarnos de todos estos procesos.

Dependemos para muchas de nuestras necesidades diarias de este vasto y difícil de manejar sistema corporativo que está vinculado a estas mismas organizaciones que manejan los hilos de las instituciones gubernamentales, por lo que puede parecer bastante abrumador. ¿Cómo puede un solo individuo lograr esto? Pero creo que tenemos que buscar todos los puntos posibles en los que podamos empezar a separarnos de esos sistemas de control y empezar a reafirmar algún tipo de independencia. Esto puede ser algo extremadamente pequeño como, por ejemplo: en lugar de comprar alimentos en el supermercado, tal vez cómprelos en un mercado de agricultores, o al menos algunos de sus alimentos. O tal vez podrías cultivarlos tú mismo en un huerto. Algo así es algo minúsculo a nivel individual, pero creo que es lo único que a largo plazo puede llevarnos al tipo de sociedad que queremos lograr. De nuevo, creo que son pequeñas cosas como esas, si empezamos a aplicarlas con diligencia y perseverancia, las que eventualmente podremos superar esto. Pero, desafortunadamente, como digo, estamos en la cúspide de esta revolución científica que hace posible la dictadura científica, por lo que, lamentablemente, no tenemos necesariamente generaciones de tiempo. Eso le da una perspectiva temporal a todo esto (no diré que es una bomba de tiempo, pero se entiende la idea). No tenemos mucho tiempo que perder.

Tenemos una elección O bien continuamos entrando en esta matriz corporativa y tecnológica, que incluye incluso cosas como comprar la próxima generación de iPhone, que ya están diciendo que va a tener su propia tecnología de escaneo de huellas dactilares y todos estos elementos corporativos, militares, de Gran Hermano, que estamos dispuestos a aceptar todos los días de nuestras vidas y por los que realmente estamos pagando dinero, o empezamos a crear estructuras alternativas que no dependan de ese sistema. Es una elección que debemos hacer en nuestras vidas, yo diría más rápidamente de lo que ha sido evidente en cualquier otro momento de la historia de la humanidad.

Mis espectadores habituales comprenderán lo que propongo aquí: la creación de una sociedad paralela. No lograremos esto pidiendo más migajas de la mesa del amo, ni obedeciendo gentilmente a medida que nos encaminan hacia corrales tecnológicos cada vez más restrictivos, ni pensando que podemos ganar esta guerra enfrentando al enemigo en su dominio controlado. Sólo podremos lograr esto creando  nuestra propia  mesa, nuestra propia economía y nuestras propias comunidades de interés. Esto requerirá la larga y difícil tarea de aumentar nuestra independencia de los sistemas autoritarios en todos los ámbitos: el ámbito de la información, el ámbito de la alimentación, el ámbito de la salud, el ámbito monetario, el ámbito mental y todos los demás espacios de batalla disputados en esta guerra total de quinta generación.

Es más fácil decirlo que hacerlo, por supuesto. Pero no hay alternativa.

Algunos dirán: “¿Pero no vendrán después de esa sociedad paralela?” como si eso fuera una refutación a lo que he expuesto aquí. La cuestión es que ya eres   el objetivo del enemigo en una guerra que la mayoría de la gente apenas comprende que está ocurriendo. Sí, el enemigo vendrá tras de ti. Pero ya te están dominando de más maneras de las que nadie puede comprender plenamente. Eso no se detiene sólo porque cumples con sus demandas o participas en su sistema.

Debemos dejar de jugar a su juego. Debemos dejar de luchar su guerra. Debemos dejar de ceder nuestro poder, nuestra autoridad, nuestro tiempo, nuestra atención, nuestra energía y nuestros recursos para enfrentar al enemigo en sus términos en el campo de batalla.

Debemos crear nuestra propia sociedad paralela en nuestros propios términos.

Y así redescubrimos  una antigua pieza de sabiduría . Parafraseando: «La guerra de quinta generación es un juego extraño. La única jugada ganadora es no jugar».

La guerra ha terminado. . . Si lo queremos.