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sábado, 28 de julho de 2018

WILLIAM ENGDAHL: INSTRUMENTALIZAÇÃO DAS ONGS PELO COMPLEXO MILITAR/SECURITÁRIO


F. William Engdahl desmascara, no seu último livro «Manifest Destiny», o papel da comunicação social, as organizações não governamentais, como as armas para impor a agenda de Washington, em particular, desde os anos oitenta. 
A entrevista é muito esclarecedora, mas o livro -sobretudo - deve ser muito rico em dados, que nenhuma pessoa seriamente interessada em relações internacionais e geopolítica pode ignorar.
A fonte desta rede de «soft power» é a grande finança (Soros sendo apenas um exemplo) e o complexo militar securitário, embebido na sociedade dos EUA, de tal maneira que praticamente não existe nenhuma instituição que não esteja dependente ou beneficiária dos seus fundos. 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

WILLIAM ENGDAHL - «OS DEUSES DO DINHEIRO»

Estou impressionado com a concisão, clareza e verdade deste autor. Tinha lido vários artigos dele, na imprensa alternativa. Porém, nunca tinha tido acesso a este vídeo.



Embora a conferência aqui reproduzida seja de 2013, não deixa de ser muito actual, pois as forças em jogo são essencialmente as mesmas. Além disso, o que ele explica é fundamental para compreendermos o presente, os jogos dos poderosos. 

Engdahl termina com uma nota pessoal, demonstrando que a força do amor  ultrapassa todos os esquemas dos poderosos; ele é bem a prova disso. 

[Vejam esta actualização a conferência a 11 Setembro de 2016 e sobre o seu livro THE LOST HEGEMON] 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

SEMENTES DE DESTRUIÇÃO (OGM) F. W. ENGDAHL

Nesta conferência F. W. Engdahl dá uma série de razões que demonstram que os Rockefeller e outros se dedicaram a concretizar projectos de eugenia e de redução programada da população (malthusianismo).
É assustador porque é absolutamente não demagógico, só factos, muito documentado.


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

CHINA, EUA E GEOPOLÍTICA DO LÍTIO [F. William Engdahl]

                       


Nos últimos anos, desde o avanço global para desenvolver Veículos Eléctricos (VEs) numa escala massiva, o elemento Lítio tem vindo a ser considerado um metal estratégico. A procura é enorme na China, nos EUA, na UE, no presente; a garantia do controlo do fornecimento de lítio desenvolve-se numa luta geopolítica própria, o que não deixa de evocar a do controlo do petróleo.





A China Joga para Assegurar Fornecimento



Para a China, que estabeleceu entre os principais objectivos tornar-se o principal produtor mundial de VEs, desenvolver os materiais das baterias a lítio é uma prioridade para o 13º Plano Quinquenal (2016-20). Embora a China possua as suas próprias reservas de lítio, a capacidade de recuperação é limitada, levando-a a assegurar direitos de mineração de lítio no estrangeiro.


Na Austrália, a companhia Chinesa Talison Lithium, controlada por Tianqi, faz mineração e possui as reservas maiores do mundo e de maior teor em Greenbushes, na Austrália Oeste, perto de Perth.


O maior produtor primário de lítio mundial é a Talison Lithium Inc. A mina de Greenbushes na Austrália, produz hoje cerca de 75% do consumo chinês em lítio e cerca de 40% do consumo mundial. Isto, assim como outras matérias-primas australianas, fez com que as relações com a Austrália, um aliado firme dos EUA, assumissem importância estratégia para Pequim. Igualmente, a China tornou-se o maior parceiro comercial da Austrália.


No entanto, a influência crescente da China na economia do Pacífico, em torno da Austrália, levou o primeiro-ministro Scott Morrison a enviar uma mensagem de aviso no sentido da China não se imiscuir nesta região estratégica para a Austrália. Em finais de 2017, a Austrália, crescentemente preocupada com a expansão chinesa na região, retomou a cooperação com aquilo que se designa informalmente o «Quad», com os EUA, a Índia e o Japão, ressuscitando uma tentativa anterior de pôr em cheque a influência da China no Pacífico Sul. A Austrália, também recentemente, avançou com empréstimos a nações insulares do Pacífico para contrabalançar os empréstimos da China. Tudo isto torna claro o imperativo da China em ir à procura globalmente doutras fontes para assegurar abastecimento em lítio, de modo a se tornar o agente principal da economia emergente dos VE, na próxima década.


Assim que o desenvolvimento dos veículos eléctricos se tornou uma prioridade na planificação económica chinesa, a procura de fonte segura de lítio levou-a a virar-se para o Chile, outra das principais fontes de lítio. Aqui, a empresa chinesa Tianqi é detentora duma participação importante da Sociedad Quimica Y Minera (SQM) chilena, um dos maiores produtores mundiais de lítio. Se a empresa chinesa Tianqi conseguir ganhar o controlo da SQM, isso irá mudar a geopolítica do controlo do lítio, segundo as notícias da indústria mineira.

O fornecimento global de metais de lítio, uma componente estratégica das baterias a iões lítio utilizadas para os veículos eléctricos (VEs), está concentrado em muito poucos países.

Para se ter uma ideia da procura potencial de lítio, a bateria para o Modelo S da Tesla, requer 63 quilogramas de carbonato de lítio, o suficiente para cerca de 10 000 baterias de telefones celulares. Numa notícia recente, o banco Goldman Sachs designou o carbonato de lítio como a nova gasolina. Apenas 1 por cento de aumento na produção de veículos eléctricos, poderia aumentar a procura de lítio em mais de 40% da produção global actual, de acordo com Goldman Sachs. Com tantos governos a exigir menores emissões de CO2, a indústria automóvel global está a expandir os seus planos para produção em massa de VEs na próxima década, o que torna o lítio potencialmente tão estratégico como hoje o petróleo. 

Qual é a «Arábia Saudita» do Lítio?

A Bolívia, cujo lítio é de longe mais complicado de se extrair, também tem sido alvo de interesse de Pequim, nos anos mais recentes. Algumas estimativas geológicas consideram a Bolívia como a detentora das maiores reservas mundiais. Apenas nos depósitos salinos de Salar de Uyuni, estima-se que haja nove milhões de toneladas de lítio.


Desde 2015, a companhia mineira chinesa CAMC Engineering Company, tem vindo a operar uma grande fábrica na Bolívia, para produzir Cloreto de Potássio como fertilizante. A CAMC é discreta quanto ao facto de que, sob o cloreto de potássio, se encontram as maiores reservas de lítio conhecidas no mundo, nos depósitos salinos de Salar de Uyuni, um dos 22 depósitos salinos da Bolívia. A empresa chinesa Linyi Dake Trade em 2014 construiu uma fábrica piloto de baterias de lítio, nesta mesma localização.


Depois disso, em Fevereiro de 2019, o governo de Morales assinou outro acordo de exploração do lítio, desta vez com o grupo chinês do Xinjiang, TBEA Group Co Ltd, que terá uma posição de 49% de participação na companhia estatal boliviana YLB. Este acordo destina-se a produzir lítio e outros materiais, a partir das salinas de Coipasa e de Pastos Grandes, com um custo estimado em 2,3 biliões de dólares.


Em termos de lítio, a China está actualmente a dominar o Novo Grande Jogo global pelo controlo de recursos. As entidades chinesas controlam agora quase metade da produção de lítio mundial e 60% da capacidade de produção de baterias eléctricas a lítio. Dentro duma década, prediz a Goldman Sachs, a China poderia fornecer 60% das baterias para os VEs no mundo inteiro. Em resumo, o lítio é uma prioridade estratégica para Pequim.


EUA/China Rivalidade pelo Lítio?


O outro actor principal no mundo da mineração do lítio, hoje, é os EUA. A companhia Albemarle, de Charlotte, Carolina do Norte, com um impressionante conselho de directores, tem participações mineiras principais na Austrália e no Chile, nomeadamente, tal como tem a China. Em 2015 a Albemarle tornou-se um factor dominante no mundo da mineração do lítio, quando comprou a companhia dos EUA, Rockwood Holdings. Significativamente, a Rockwood Lithium estava operando no Chile, no Salar de Atacama e na acima citada mina de Greenbushes da Austrália, onde o grupo industrial chinês Tianqi possui 51%. Isto dava a Albemarle 49% de participação no vasto projecto de lítio australiano, em parceria com a China.


O que começa a tornar-se claro é que as tensões sino-americanas no plano económico, também incluem provavelmente a contenção da influência chinesa no controlo das reservas estratégicas de lítio. O recente golpe militar que forçou Evo Morales a ir para o exílio  no México mostrou, desde logo, as impressões digitais de Washington. A entrada da presidente interina Jeanine Áñez, uma cristã direitista e do milionário direitista, Luis Fernando Camacho, assinalam um nefasto virar à direita, no futuro político deste país, com um claro apoio de Washington. Será crucial, entre outras questões, verificar se um futuro governo irá anular os acordos de mineração de lítio com as companhias chinesas.


Igualmente, a anulação do encontro da APEC de 16 de Novembro no Chile, que iria ser palco duma cimeira sobre comércio, entre Trump e Xi Jinping, adquire outro significado. O encontro também seria ocasião para concluir acordos de comércio entre a China e o Chile, de acordo com o «South China Morning Post». A delegação prevista do lado de Xi, incluía 150 chefes de empresa e tinha planos para assinar acordos económicos importantes, aumentando ainda mais os laços económicos China-Chile, algo que os EUA recentemente desaconselharam.


A erupção de protestos de massas em todo o Chile, opondo-se ao aumento dos bilhetes de transportes públicos, mostra sinais semelhantes a outras causas económicas desencadeando distúrbios, no início de Revoluções Coloridas. Os protestos tiveram o efeito de cancelar a cimeira da APEC no Chile. O papel activo de ONGs financiadas pelos EUA nos protestos do Chile, não foi confirmado, mas as relações económicas crescentes entre o Chile e a China, realmente não podem ser vistas como positivas por Washington. A exploração de lítio no Chile pela China é, neste ponto, um factor estratégico e geopolítico pouco discutido, e que poderia ser alvo das intervenções de Washington, apesar do presente governo chileno ter uma orientação económica de mercado livre.

Nesta confluência, torna-se clara a existência de uma batalha global pela dominação do mercado de baterias de VEs, onde o controlo do lítio tem um lugar central.

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F. William Engdahl é um consultor de risco estratégico e conferencista, possui um diploma em política da universidade de Princeton; é um autor de «best-sellers» sobre petróleo e geopolítica; o artigo acima foi primeiro publicado em inglês no magazine online “New Eastern Outlook.”

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

A GRANDE CONJURA CRIMINOSA DA «POLÍTICA ZERO CARBONO»


Autor: F. William Engdahl*


O  globalista Fórum Económico Mundial de Davos tem proclamado a necessidade de alcançar um objectivo mundial de  “zero carbono, líquido” cerca de 2050. Isto para muitos soa como distante no futuro e tem sido largamente ignorado. Porém, as transformações em curso, da Alemanha aos EUA, assim como inúmeras outras economias, estão a marcar o cenário da criação do que - nos anos 70 - era designado como a Nova Ordem Económica Internacional.
Na realidade, trata-se do modelo para um corporativismo global,  tecnocrático e totalitário, o qual promoverá um enorme desemprego, desindustrialização e colapso económico, intencionalmente. Tenhamos em conta algo do pano de fundo.
 Klaus Schwab do Fórum Económico Mundial (WEF), tem estado a promover o seu tema favorito, o Grande Reiniciar (Great Reset) da economia mundial. A chave para o que os globalistas entendem por isso, é compreender o que eles querem dizer pela política de Zero Carbono Líquido em 2050.
A UE está no pelotão da frente, com um audacioso plano para se tornar o primeiro continente «neutral em carbono» em 2050 e em reduzir as suas emissões de CO2 por, pelo menos 55%, em 2030.
Num artigo do seu blog de Agosto de 2020, o auto-proclamado czar das vacinações globais,  Bill Gates, escrevia sobre a crise climática futura:

“Por muito horrível que a pandemia seja, a mudança climática será bem pior… O relativo declínio em emissões neste ano torna uma coisa clara: Não chegaremos ao objectivo de zero emissões simplesmente – ou mesmo, principalmente – por voar e conduzir menos.”

Com um monopólio virtual, tanto na media corporativa, como na media social, o «lobby» do Aquecimento Global tem conseguido levar grande parte  do mundo a assumir que o melhor para a humanidade é eliminar os hidrocarbonetos, incluindo o petróleo, gás natural, carvão e – mesmo - a energia «livre de carbono» electricidade nuclear em 2050, para haver esperança de evitar um aumento médio da temperatura mundial de 1,5 a 2 graus centígrados. Há apenas um problema com isto. É que se trata de uma diabólica capa  para uma agenda mais vasta.

Origens do ‘Aquecimento Global’


Muitos esqueceram a tese inicial, avançada para justificar a mudança radical nas nossas fontes de energia. Não se tratava de «mudança climática». O clima da Terra está em constante mudança, correlacionando esta com as erupções de energia solar, ou ciclos de manchas solares, que afectam o clima terrestre.
Por volta da viragem do milénio, o  aquecimento provocado pelo Sol deixou de ser evidente; Al Gore e outros mudaram a narrativa num passe de magia verbal para «Alterações Climáticas», em vez de «Aquecimento Global». Agora, a narrativa destinada a causar medo, tornou-se tão absurda que qualquer evento climático insólito é tratado como «crise climática». Cada furacão, ou tempestade de inverno, é apresentado como prova de que os Deuses do Clima estão a punir os humanos, pecadores, por estes emitirem CO2.
Mas espere. A razão verdadeira da transição para fontes alternativas de energia, tais como solar ou eólica e o abandono de fontes de energia carbonadas, é a afirmação de que o CO2, de algum modo, sobe para a atmosfera e ali forma um lençol que, supostamente, aquece a Terra por baixo – o Aquecimento Global. As emissões de gases de estufa, de acordo com a Agência para Protecção Ambiental (EUA), vêm sobretudo do CO2. Daí o enfoque nas «pegadas de carbono». 
Aquilo que quase nunca é dito é que o CO2 não pode ascender pela atmosfera acima, a partir do escape dos carros ou de fábricas usando carvão, ou de outras fontes originadas pelos humanos.  O Dióxido de Carbono não é carbono, ou fuligem. É um gás invisível, inodoro, essencial para a fotossíntese e para todas as formas de vida na Terra,  nós incluídos. O CO2 tem um peso molecular de cerca de 44, enquanto o ar (sobretudo oxigénio e azoto) tem um peso molecular de apenas 29. 
A gravidade específica do CO2 é cerca de 1,5 vezes a do ar. Isto sugere que os gases de escape dos veículos, ou das centrais térmicas a carvão não irão subir pela atmosfera, a 12 milhas ou mais acima do solo terrestre, formando o temido efeito de estufa.

Maurice Strong

Para se avaliar qual a acção criminal que se está desenvolvendo em torno de Gates, Schwab e os demais defensores de uma economia mundial «sustentável», devemos recuar a 1968 quando David Rockefeller e amigos criaram o movimento em torno da ideia de que o consumo humano e o crescimento populacional eram o problema maior. Rockefeller, cuja fortuna estava baseada no petróleo, criou o Clube de Roma, neo-malthusiano, na villa dele em Bellagio, Itália. O seu primeiro projecto foi o de financiar um estudo no MIT, chamado Limites do Crescimento, em  1972.
Um organizador chave do programa de Rockefeller de «Crescimento Zero» no início dos anos 1970 foi o seu amigo de longa data, um canadiano dos petróleos, chamado Maurice Strong, também membro do Clube de Roma. Em 1971, Strong foi nomeado subsecretário das Nações Unidas e Secretário geral da conferência do Dia da Terra de 1972 em Stockolm. Ele também era membro da direcção da Fundação Rockefeller.
Maurice Strong foi o principal propagador da teoria, sem fundamento científico, de que as emissões de veículos de transporte, de centrais a carvão e da agricultura, eram causadoras dum dramático e acelerado aumento da temperatura global, que ameaça a civilização; o dito Aquecimento Global. Foi o inventor do termo elástico «crescimento sustentável».
Na qualidade de presidente da Conferência da ONU do Dia da Terra de 1972, Strong promoveu a redução populacional e o abaixamento dos níveis de vida em todo o mundo para «salvar o ambiente». Eis o que - alguns anos depois - Strong afirmou:

“Não será a única esperança para o planeta que as civilizações industriais colapsem? Não será nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça?”

Esta é a agenda, hoje conhecida como Grande Reiniciação (Great Reset) ou Agenda da ONU 2030. Strong foi mais além, criando o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU [Inter-governmental Panel on Climate Change (IPCC)], um corpo político que adianta afirmações, não provadas, de que a produção de CO2 de origem humana esteja a levar o mundo para uma catástrofe ecológica irreversível.
O Dr Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, admitiu a fraude essencial da agenda ambiental deste clube, anos depois, no seu livro The First Global Revolution (A Primeira Revolução Global). Citando:

«Em busca de um novo inimigo que nos unisse, avançámos com a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, as fomes e coisas do género seriam adequadas para tal fim … Todos esses perigos são causados por intervenção humana e apenas através de uma mudança de comportamento poderão ser evitadas. O verdadeiro inimigo é a própria humanidade.»
 
King admitiu que a «ameaça do aquecimento global» era apenas um estratagema para justificar um ataque sobre a «própria humanidade». Este ataque está agora a desenrolar-se sob os nomes de Grande Reiniciação (Great Reset) e de Zero Carbono Líquido (Net Zero Carbon).


                         Merkel e os painéis
                         
O desastre da Energia Alternativa

Em 2011, agindo sob conselho de Joachim Schnellnhuber, do Instituto de Potsdam de Investigação sobre o Impacto do Clima, Angela Merkel e o governo alemão impuseram o banimento total da electricidade produzida por energia nuclear a partir de 2022, como parte da estratégia governamental de 2001, designada por Energiewende ou Mudança Energética, para se basear na energia solar, eólica e noutras energias «renováveis». O objectivo era fazer da Alemanha o primeiro país industrializado «carbono neutro.»
A estratégia tem sido uma catástrofe económica. Partiu de uma das redes de electricidade mais estáveis e de mais baixo custo ao nível mundial, para hoje ser o sistema gerador de energia eléctrica mais caro do mundo.  De acordo com a Associação de Indústria de Energia Alemã, no mais tardar em 2023, quando a última central de energia nuclear fechar, a Alemanha irá enfrentar falhas de energia. 
Em simultâneo, o carvão, a maior fonte de energia eléctrica, será progressivamente reduzida para se atingir o Zero Carbono Líquido. As indústrias que têm uso intensivo de energia, como as do aço, do vidro, química, do papel e do cimento, estão a enfrentar custos crescentes e perspectiva-se o seu encerramento ou transposição para o exterior (offshoring), com perda de milhões de postos de trabalho. A Energia eólica ou solar hoje, custa uns 7 a 9 vezes mais  que o gás.
A Alemanha tem pouco sol, comparada com países tropicais, portanto o vento tem sido a principal fonte de para energia verde. Há um investimento enorme em cimento e alumínio, necessários para instalações de energia solar ou eólica. Isto implica energia barata – energia a partir de gás ou carvão- para o produzir. O custo torna-se proibitivo, mesmo sem a adição de «taxas carbono».
A Alemanha já possui cerca de 30 mil turbinas eólicas, mais do que em qualquer outra parte da UE. As turbinas gigantes causam sérios danos de saúde, pelo ruído ou por infra-sons, nos residentes das proximidades, causando também acidentes com as aves. Calcula-se que, em 2025, 25% das eólicas alemãs vão precisar de ser substituídas e isto é um problema colossal. As companhias estão a ser processadas, à medida que os cidadãos se vão apercebendo dos malefícios. Para alcançar os objectivos em 2030, o  Deutsche Bank recentemente admitiu que o Estado teria de criar uma “ditadura ecológica.”
Neste tempo, na Alemanha, há uma corrida para acabar com veículos a gasolina e gasóleo em 2035, a favor dos e-veículos (veículos eléctricos), o que destrói a maior e mais rentável indústria alemã, o sector automóvel, com perda de milhões de empregos. Os veículos com baterias de Lítio têm uma «pegada carbono» maior,  quando somados os efeitos da mineração do Lítio e a produção de todas as partes incluídas, à dos veículos a diesel.
E a quantidade de aumento de electricidade necessária para uma Alemanha com zero carbono em 2050 seria bem mais que hoje, visto que milhões de carregadores de baterias precisarão de electricidade da rede. Agora, a Alemanha e a UE começaram a impor “taxas carbono”, alegadamente para financiar a transição para zero carbono. As taxas irão apenas tornar a energia eléctrica ainda mais cara, o que garantirá um colapso mais rápido da indústria alemã. 

Despovoamento

De acordo com os que promovem a agenda de Zero Carbono, é isso mesmo que eles desejam: a desindustrialização das economias mais avançadas, uma estratégia calculada para décadas, tal como Maurice Strong dissera, para provocar o colapso das civilizações industrializadas. 
Fazerem voltar atrás a actual economia mundial, para uma utopia reaccionária de madeira-combustível e moinhos-de-vento, em que as falhas de electricidade se tornam norma, como é agora o caso na Califórnia, é parte essencial da transformação do «Great Reset» e o «Condensado Global para a Sustentabilidade» da Agenda 2030 da ONU  [Agenda 2030: UN Global Compact for Sustainability].
O conselheiro de Merkel para o clima, Joachim Schnellnhuber, apresentou em 2015 a agenda verde radical do Papa Francisco, a carta encíclica, «Laudato Si» , aquando da nomeação pelo mesmo, para a Academia de Ciência Pontíficia. Ele deu conselhos à UE na sua agenda verde. Numa entrevista de 2015, Schnellnhuber declarou que a «ciência» tinha agora determinado que a capacidade de máxima para uma população humana «sustentável», era de menos seis milhares de milhões de pessoas:

“De modo muito cínico, é um triunfo para a ciência porque, por fim, conseguimos estabilizar algo – nomeadamente as estimativas para a capacidade de sustentação do planeta, nomeadamente abaixo de 1 milhar de milhões de pessoas.”

Para fazer isso, o mundo industrializado tem de ser desmantelado. Christiana Figueres, Contribuidora para a Agenda do Fórum Económico  e ex-secretária executiva para a Convenção Sobre Mudança Climática da ONU, revelou o verdadeiro âmbito da agenda climática da ONU, durante uma conferência de imprensa em Bruxelas, em que dizia: 
 “Pela primeira vez, na história humana, estamos a atribuir a nós próprios a tarefa de mudar intencionalmente o modelo de desenvolvimento económico que vigora desde a Revolução Industrial.”
As afirmações de Figueres de 2015 têm agora um eco, com o Presidente francês Macron, em Janeiro de 2021, no Fórum Económico Mundial, «Agenda de Davos», em que afirmou que “nas presentes circunstâncias, o modelo capitalista e uma economia aberta já não são possíveis.” Macron, ex- empregado do banco Rothschild, dizia que “a única via para nós sairmos desta epidemia é criar uma economia mais centrada na eliminação do fosso entre ricos e pobres.” Merkel, Macron, Gates, Schwab e amigos irão fazer isso, baixando os níveis de bem-estar da Alemanha e dos países da OCDE, até aos níveis da Etiópia ou do Sudão. Esta é a sua distopia de «zero carbono». Limitação severa das viagens de avião, de automóvel, do movimento das pessoas, fecho as indústrias «poluentes», tudo para reduzir o CO2. Curioso, como a pandemia de coronavírus serve para implementar o «Great Reset» e a Agenda 2030 da ONU de «Zero Carbono Líquido» [UN Agenda 2030 Net Zero Carbon].

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*F. William Engdahl é consultor de risco estratégico e docente, diplomado de política da universidade de Princeton e é um autor de livros «best-sellers» sobre petróleo e geopolítica, escrevendo em exclusivo para o magazine “New Eastern Outlook”  onde este artigo foi originalmente publicado. 
Ele é investigador do «Centre for Research on Globalization» 
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PS1: Foto do deserto, que mostra como tem havido nas temperaturas uma «subida» (do lado negativo do termómetro!):

sábado, 15 de outubro de 2022

LISTAGEM DOS «JOVENS LÍDERES GLOBAIS» DO WEF + artigo de F. W. Engdahl


O Fórum Económico Mundial é uma organização conspirativa mundial contra a democracia e os povos. Eles captam (desde 1992) jovens líderes políticos e económicos, artistas e pessoas célebres. Estes, são recrutados para avançar, nos respetivos países, com a agenda globalista. 

Leia o artigo de Global Research, de autoria de Jacob Nordangard «World Economic Forum’s “Young Global Leaders” Revealed»*.

Aos nomes abaixo, juntaram-se os respetivos cargos mais relevantes que têm ou que tiveram. 



Angela Merkel, Chanceler da Alemanha 

Tony Blair, Primeiro Ministro do Reino Unido

 Nicolas Sarkozy, Presidente da França

 Bill Gates, Microsoft

Jack Ma, Fundador de Alibaba

Larry Page, Fundador de Google

Ricken Patel, Fundador de Avaaz

David de Rothschild  (da família dos banqueiros Rothschild)

Jimmy Wale, Fundador de Wikipedia

Jacob Wallenberg, Presidente de «Investor»

Niklas Zennström, Fundador de Skype

Mark Zuckerberg, Fundador de Facebook

 Bono,  cantor-compositor

 Richard Branson (Virgin)

 Jorma Ollila (Shell Oil)

 José Manuel Barroso (Presidente da Comissão Europeia 2004–2014)

Victoria - Princesa Herdeira da Coroa da Suécia  

Haakon da Noruega - Príncipe Herdeiro

Fredrik Príncipe da Dinamarca 

Jaime de Bourbon de Parme, Príncipe da Holanda

Reema Bint Bandar Al-Saud, Princesa, Embaixadora da Arábia Saudita nos EUA

Jacinda Arden, Primeira Ministra da Nova Zelândia

Alexander De Croo, Primeiro Ministro da Bélgica

Emmanuel Macron, Presidente de França

Sanna Marin, Primeiro Ministro Finlândia

Carlos Alvarado Quesada, Presidente, Costa Rica

Faisal Alibrahim, Ministro da economia e do Plano, da Arábia Saudita

Shauna Aminath, Ministro  Ambiente, Alterações Climáticas, Tecnologia, Ilhas Maldivas 

Ida Auken, Deputada, ex-ministra do ambiente da Dinamarca (autora do artigo “Welcome To 2030: I Own Nothing, Have No Privacy And Life Has Never Been Better”)

Annalena Baerbock,Ministra dos Negócios Estrangeiros, Líder da Alliance 90/Die Grünen, Alemanha

Kamissa Camara, Ministro da Economia Digital e Planificação do Mali

Ugyen Dorji, Ministro dos Assuntos Domésticos do Bhutan

Chrystia Freeland, Vice-primeira ministro e ministra das finanças do Canada

Martín Guzmán, Ministro das finanças, Argentina

Muhammad Hammad Azhar, Ministro da Energia do Paquistão

Paula Ingabire, Ministra da Informação e das tecnologias de comunicação e inovação, do Ruanda

Ronald Lamola, Ministro da Justiça e serviços correcionais da África do Sul

Birgitta Ohlson, Ministra dos Assuntos da União Europeia de 2010-2014, Suécia

Mona Sahlin, Líder do Partido Social Democrata de 2007–2011, Suécia

Stav Shaffir, Líder do Partido os Verdes, Israel

Vera Daves de Sousa, Ministra das Finanças de Angola

Leonardo Di Caprio, ator e ativista do clima

Mattias Klum, fotógrafo e ambientalista

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* https://www.globalresearch.ca/world-economic-forum-young-global-leaders-revealed/5769766


Como complemento, apresento uma análise aprofundada do WEF por F. William Engdahl:



Klaus Schwab trained our politicians in WEF Global Leaders program


© F. William Engdahl 16 February, 2022



Davos and the Purloined Letter Conspiracy

The famous short story by Edgar Allen Poe, The Purloined Letter, is apt in describing the agenda of Klaus Schwab, founder some 50 years ago of what is today the globally influential Davos World Economic Forum (WEF)–Hidden in plain sight. Schwab published a book in 2020 titled The Great Reset, which calls on world leaders to use the "opportunity" of the COVID-19 pandemic to fundamentally reorganize the global economy into a dystopian top-down version of the technocratic UN Agenda 2030.

For those willing to do patient research, Schwab's WEF reveals an astonishing degree of the current globalist agenda for a technocratic totalitarianism. Even more he has been developing hand-picked cadre to implement this agenda over three decades, with a select global "cadre school" for "future global leaders." In effect it is what we might call the Davos Conspiracy, agents promoted around the world to infiltrate top policy circles and push the sinister Davos Reset agenda.

One of the most astonishing features of the COVID pandemic fear hysteria is the degree to which politicians worldwide have followed in lockstep, along with global media and key health figures, to embrace an unprecedented agenda of economic and human destruction in the name of fighting a virus. It turns out that most all key players all have something in common. They are hand-picked graduates or "alumni" as he calls them, of Klaus Schwab's Davos cadre school, his annual program called Young Global Leaders and, pre-2004, called Global Leaders for Tomorrow.

Since the first group of Davos cadre were selected in 1993, more than
1,400 "future global leaders" have been trained in a highly secret process which is rarely ever mentioned in the bio of Davos graduates.

With the patience of a spider weaving a vast web, Klaus Schwab and his wealthy backers at the World Economic Forum have created the most influential network of policy actors in modern history, or perhaps ever.

In a 2017 video with David Gergen at Harvard, Schwab boasts of being proud that, "we penetrate the cabinets" with Davos Young Global Leader cadre. Schwab states, "I have to say then I mention names like Mrs Merkel…and so on, they all have been Young Global Leaders of The World Economic Forum. But what we are really proud of now with the young generation like Prime Minister Trudeau, President of Argentina and so on, is that we penetrate the cabinets… It is true in Argentina and it is true in France now…"

Great Reset

The Great Reset, as explained by Schwab in his co-authored June 2020 book of the same title, and elaborated in full on the website of the World Economic Forum, is there for anyone curious to discover. It lays out a program to reorganize the global economy top-down, using the COVID disruptions to push among other things a green zero carbon agenda, elimination of meat protein and traditional agriculture, an elimination of fossil fuels, air travel contraction, eliminating cash for central bank digital currencies and a totalitarian medical system of mandatory vaccinations.

In the June 2020 virtual Davos summit of global leaders, aptly titled The Great Reset, Schwab declared, "Every country, from the United States to China, must participate, and every industry, from oil and gas to tech, must be transformed. In short, we need a 'Great Reset' of capitalism… There are many reasons to pursue a Great Reset, but the most urgent is COVID-19." The Great Reset, he continues, requires that, "governments should implement long-overdue reforms that promote more equitable outcomes. Depending on the country, these may include changes to wealth taxes, the withdrawal of fossil-fuel subsidies… The second component of a Great Reset agenda would ensure that investments advance shared goals, such as equality and sustainability."

What Schwab does not mention is that it has been his network of Davos "global leaders" who have been at the heart of advancing the COVID draconian agenda from unnecessary lockdowns to forced vaccinations to mandatory mask. The pandemic has been the necessary first phase of the Great Reset. Without it he would not be able to talk about fundamental global changes.

Here Schwab's agenda is global wealth redistribution for creating the infamous UN Agenda 2030 "sustainable" economy: "The US, China, and Japan also have ambitious economic-stimulus plans. Rather than using these funds… to fill cracks in the old system, we should use them to create a new one that is more resilient, equitable, and sustainable in the long run. This means, for example, building "green" urban infrastructure and creating incentives for industries to improve their track record on environmental, social, and governance (ESG) metrics." He adds, "The third and final priority of a Great Reset agenda is to harness the innovations of the Fourth Industrial Revolution to support the public good, especially by addressing health and social challenges."

Purloined Letter

The 1844 short story by American author Edgar Allen Poe, The Purloined Letter, tells of a stolen letter of the French Queen being used to blackmail her by an unscrupulous minister. When Paris police search the house of the suspected thief meticulously without result, a friend of the chief inspector is able to find the purloined document by looking for it, "hidden in plain sight."

So, it is with what is without doubt the most brazen and criminal conspiracy of modern times, the Davos Great Reset. Everything is there, open for anyone with patience to wade through the pages of WEF press releases and web pages. Notable is that the global players, the Davos "cadre" carefully chosen over the past thirty years to be groomed for positions of power to implement the Great Reset agenda, are openly named on the Davos website, found with a little patient searching. Partial lists have appeared naming a small handful of the Davos "Young Global Leaders." A more exhaustive search of some 1400 names in the annual cadre school classes since 1992 reveals an astonishing, detailed conspiracy. The WEF website states the global leaders are "trained to be aligned with the World Economic Forum's mission," to "drive public-private co-operation in the global public interest."

The following is the result of reviewing every WEF class of future global leaders since 1993.

What is most striking is that key players linked to Schwab are involved in the decisive measures that have made the COVID-19 "pandemic" the economically and physically destructive process it is. WEF alumni are in the middle of everything covid.

Davos, Gates and mRNA Vaccines

At the heart of the COVID-19 agenda is clearly the "warp speed" rollout of untested experimental mRNA gene-edited concoctions, misnamed vaccines, by two pharma companies—Pfizer (with BioNTech of Germany) and Moderna of USA.

Bill Gates (WEF 1993) and his Gates Foundation are at the heart of the mRNA gene-edited jab rollout along with Tony Fauci of the US NIAID.

Gates was selected by Schwab before he had even created the Bill and Melinda Gates Foundation, in 1993, for the first group of WEF cadre together with Angela Merkel, Tony Blair, Gordon Brown and others. Was Schwab influential in getting Gates to create the foundation?
Gates Foundation money, hundreds of millions, have in effect bought control of the corrupt UN World Health Organization, according to WHO whistleblower, Swiss epidemiologist, Astrid Stuckelberger, who in a recent interview stated, "WHO has changed since I was there…There was a change in 2016…It was special: Non-governmental organizations – such as GAVI – Global Alliance for Vaccine Immunization - led by Bill Gates – they joined the WHO in 2006 with a fund. Since then, the WHO has developed into a new type of international organization. GAVI gained more and more influence, and total immunity, more than the diplomats in the UN."
Gates' foundation, along with Schwab's WEF created the global GAVI-The Vaccine Alliance in 2000. Another infamous alumnus of the Gates WEF Global Leaders class, José Manuel Barroso (WEF 1993), – President of the European commission from 2004-2014, former head Goldman Sachs International, member of the Bilderberg Steering Committee – was named CEO of the Gates-financed GAVI vaccine alliance in January 2021, as the mRNA jabs were rolled out. Barroso now oversees global spending on the mRNA vaccines for Gates and WHO.

Albert Bourla chief executive officer of Pfizer, is a WEF Agenda Contributor. His Pfizer Vice President, Vasudha Vats (WEF 2021), is a WEF "global leader" recruit.

The other key mRNA jab maker is Moderna, whose CEO, Stéphane Bancel (WEF 2009) is another Davos alumnus. The very next year, 2010, Bancel was selected to be CEO of a new company, Moderna, in Massachusetts. In 2016, with no successful mRNA product yet approved, Bancel's Moderna signed a global health project framework agreement with the Bill & Melinda Gates Foundation to advance mRNA-based development projects for various infectious diseases. The same year Bancel signed a global health project framework agreement with Tony Fauci and the NIAID. In a January 2018 speech to the JP Morgan Healthcare Conference, more than a year before the world heard of COVID-19 out of Wuhan China, Gates declared, "We are backing companies like CureVac and Moderna on mRNA approaches for vaccine and drug development…" Prescience?

Davos Politicians

The second key component for the Davos pandemic agenda has been an international collection of key politicians in the EU and North America especially, who have backed the most draconian lockdown and forced vaccination measures in history. Most all the key actors are Davos WEF Global Leaders.
In Germany Chancellor Angela Merkel led one of the most severe COVID lockdowns until she retired in December 2021. She was from the first 1993 WEF Global Leaders for Tomorrow class. Her Health Minister, Jens Spahn (WEF 2012), was also a Davos alumnus. Spahn coerced mass mRNA jabs and pushed unnecessary lockdowns and masking. He was a former pharma lobbyist. Philipp Rösler, Merkel’s Minister of Health from 2009 until 2011, was appointed the WEF Managing Director by Schwab in 2014. In December a new coalition government as formed after Merkel retired, under Chancellor Olaf Scholz, who was invited to give a Special Address to the January 2022 Davos WEF Meeting by Schwab. Germany's new Foreign Minister, Green leader Annalena Baerbock (WEF 2020), was chosen to be a Global Leader just prior to her becoming Chancellor candidate. Baerbock's controversial pick as State Secretary for climate change diplomacy, Greenpeace head, Jennifer Morgan, a US citizen, is a WEF Agenda Contributor and close friend of WEF Board member Al Gore. Former German Green Party head, Cem Özdemir (WEF 2002), is new Minister of Agriculture and Nutrition.
In France President Emmanuel Macron (WEF 2016) mysteriously rose from an obscure Cabinet Minister to become President of France in 2017 with no party, just a year after being selected to join the WEF Global Leaders program. As President, Macron has instituted some of the most draconian COVID measures in the world including internal passports and mandated vaccines.
Other EU politicians from the Davos club include Greek Prime Minister Kyriakos Mitsotakis (WEF 2003), Prime Minister of Belgium, Alexander De Croo, (WEF 2015). Both have imposed severe COVID measures. Sanna Marin (WEF 2020), the controversial Prime Minister of Finland invoked a state of emergency in Finland, with severe lockdowns and other drastic measures. In the UK former Labour Prime Minister, Gordon Brown, (WEF 1993) was named by WHO in April 2021 to promote a $60 billion program for COVID vaccination in "poor countries." Brown became WHO Ambassador for Global Health Financing in September 2021.
In North America the Canadian government of Justin Trudeau, now subject to a massive popular revolt against his severe vaccine mandates and other measures, is riddled with Davos agents. Trudeau himself is a Davos WEF Agenda Contributor and frequent speaker at Davos. Schwab introduced Trudeau in 2016 stating, "I couldn't imagine anyone who could represent more the world that will come out of the Fourth Industrial Revolution."
The key COVID actor for Trudeau is Deputy Prime Minister and Finance Minister Chrystia Freeland who is on the WEF Board of Trustees, and leads Trudeau's COVID response. Other WEF agents in Ottawa are Foreign Minister, Mélanie Joly (WEF 2016), Family Minister Karina Gould (WEF 2020). Canada’s Government is a Davos domain.
In the USA top Biden Administration appointees include Jeffrey Zients (WEF 2003), White House Coronavirus Coordinator. Transportation Secretary Pete Buttigieg (WEF 2019) who suddenly announced for President after being chosen by Davos is another. US deep state operative Samantha Power (WEF 2003) is Biden's head of USAID, the major foreign aid agency closely tied to CIA activities abroad. Rebecca Weintraub (WEF 2014) a Harvard professor who works for total vaccination of everyone in the world with mandatory vaccines even for children, is adviser to the Department of Health and Human Services' National Vaccine Advisory Committee.
California Governor Gavin Newsom (WEF 2005) imposed some of the nation's most severe lockdowns and mask mandates as did Jared Polis (WEF 2013) Governor of Colorado, with a public health order that made Colorado one of the first states to require proof of full vaccination to be admitted into the large indoor events.
Australia and New Zealand have been two of the world's most severe COVID tyranny regimes. In Australia, Health Minister Greg Hunt was WEF Director of Strategy in 2001 and WEF Global Leader in 2003. He controls the extreme government COVID-19 policies. In New Zealand, Prime Minister Jacinda Ardern (WEF 2014) met with Bill Gates in New York in September
2019 as featured speaker at the Gates Foundation annual Sustainable Development Goals conference, just before the China COVID events and days before the October Event 201 "pandemic simulation" by World Economic Forum and the Bill and Melinda Gates Foundation. As Prime Minister, Ardern has imposed waves of lockdowns, removing most civil rights and virtually banned international travel.

Think Tanks and Academics

This is far from the extent of the carefully-cultivated and promoted Davos global network behind orchestrating global COVID-19 pandemic measures. Instrumental roles are also played by the Rockefeller Foundation, whose President, Rajiv Shah (WEF 2007) was a leading figure for the Africa Green Revolution when he was at the Gates Foundation, as well as vaccine programs. As head of the influential Rockefeller Foundation, Shah plays a key role promoting the Davos Great Reset where he is WEF Agenda Contributor. Another highly influential US policy think tank, the New York Council on Foreign Relations, has deep engagement in the COVID-19 agenda. Thomas Bollyky (WEF 2013) is Director of the CFR Global Health Program, and is a former Gates Foundation as well as WHO consultant. He directed the CFR Task Force on Improving Pandemic Preparedness: Lessons from COVID-19 (2020).

Jeremy Howard (WEF 2013) is an Australian who at the start of the COVID-19 organized a worldwide campaign for mandatory face masks.

Mustapha Mokass (WEF 2015) developed a vaccine passport system for the Schwab 4th Industrial Revolution agenda.

Mainstream Media

The role of managed media has been at the heart of the unprecedented COVID-19 pandemic propaganda offensive. Davos and the WEF of Schwab are in the midst of this as well.

CNN is one of the most notorious propaganda outlets promoting fear and advocating the mRNA jabs while attacking any proven remedial treatment. CNN and Davos are well-connected.

Dr. Sanjay Gupta (WEF 2010), chief medical correspondent for CNN played a key role promoting the official narrative in the COVID-19 deep event. Dr. Leana Sheryle Wen (WEF 2018) is a columnist with The Washington Post and a CNN medical analyst. As a CNN 'medical contributor' Wen suggested that life needs to be "hard" for Americans who have not received a COVID-19 vaccine. Anderson Cooper (WEF 2008), a former CIA "intern," is a major CNN host. Jeffrey Dean Zeleny (WEF 2013) is the Chief National Affairs Correspondent for CNN.

While CNN produces one-sided commentary on the mRNA jabs and COVID, highly-influential owners of social media corporations engage in unprecedented banning of any critical or contrary opinion in censorship that would make a Goebbels blush. Among them is Mark Zuckerberg (WEF 2009) the billionaire owner of CIA-backed Facebook, and Twitter board member Martha Lane Fox (WEF 2012), a member of the UK Joint Committee on National Security Strategy and on House of Lords COVID-19 Committee. Larry Page (WEF 2005) is a billionaire co-founder of Google, arguably the world’s most used search engine.

Marc Benioff (WEF Board of Trustees) billionaire owner of Time magazine and Salesforce cloud computing, is also connected to Bill Gates's “The Giving Pledge.” Dawood Azami (WEF 2011) is multi-media editor at the BBC World Service, the influential UK state-owned broadcaster. Jimmy Wales (WEF 2007) is founder of Wikipedia which notoriously alters content of COVID-related entries to promote the WHO and Davos agenda. Lynn Forester de Rothschild (WEF 1995) with her husband, Sir Evelyn Robert de Rothschild, owns The Economist magazine, which promotes the COVID Davos agenda along with the coming Green reset. She was introduced to Sir Evelyn by Henry Kissinger at the 1998 Bilderberg Conference in Scotland.

Other figures among the Davos stable of “global future leaders” alumni include Jamie Dimon (WEF 1996), CEO JP Morgan Chase, Nathaniel Rothschild (WEF 2005) son and heir apparent to Baron Jacob Nathaniel "Nat" Rothschild. David Mayer de Rothschild (WEF 2007), a British billionaire green agenda advocate with a fortune of estimated 10 billion dollars is another Davos protege.

WEF “Strategic Corporate Partners" helping mentor the Davos Global Leaders include Barclays Bank, Bill & Melinda Gates Foundation, Deutsche Bank AG, General Motors Company, The Goldman Sachs Group Inc., Google Inc., HSBC Holdings Plc, McKinsey & Company and UBS AG and such.

The Powerful Board of Trustees

Is this concentration of global power just coincidence or part of a genuine outright conspiracy? A reading of the current World Economic Forum Board of Trustees helps to answer.

The WEF Board of Trustees includes, in addition to those already named, some of the world’s most influential people. Along with Chairman Klaus Schwab, it includes Mukesh D. Ambani, Chairman of India’s Reliance Industries. Ambani's net worth is estimated at US$96 billion making him the second richest person in Asia and the 8th richest in the world. WEF Board also includes Larry Fink, Chairman of BlackRock, the world’s largest investment group with some $9 trillion under management. Also included are Kristalina Georgieva, Managing Director, International Monetary Fund (IMF), and Christine Lagarde, President, European Central Bank.
Fabiola Gianotti, Director-General, European Organization for Nuclear Research (CERN) and Green Agenda guru and former US politician, Al Gore, backer of Greta Thunberg. Thomas Buberl Chief Executive Officer, AXA Insurance; Orit Gadiesh, Chairman, Bain & Company; Andre Hoffmann of Swiss drug giant, Hoffmann-La Roche, and a director of Club of Rome and WWF. As well as Lubna S. Olayan, billionaire former head, Olayan Financing Group; Joe Kaeser, Chairman of Siemens Energy; Jim Hagemann Snabe, Chairman, Siemens and Maersk Shipping; Ngozi Okonjo-Iweala, Director-General, World Trade Organization (WTO). As well, Julie Sweet, CEO of global management consultants, Accenture; David M. Rubenstein, Chairman, Carlyle Group; Queen Rania Al Abdullah of Jordan; Mark Schneider, CEO of Nestlé.

This Davos WEF network is without doubt one of the most influential groups of powerful people in the world. This Davos WEF network begins to suggest how pandemics and destructive Green Agenda policies are imposed on an unwitting world.

sábado, 20 de janeiro de 2018

ESTADO ISLÂMICO, INSTRUMENTO DE TERROR IMPERIAL


                     US Gambling on the Islamic State to Undermine China and Russia’s Position in Africa


A guerra dita contra o «terror» foi um instrumento de dominação, planeado e executado pelos neocons, no aparelho de Estado (o chamado «Estado profundo») dos EUA. 
Mas, a partir da década de 2010, essa guerra «contra o terror» já estava claramente perdida com as derrotas humilhantes no Afeganistão e no Iraque, da maior superpotência que jamais infectou o planeta.
Assim, as «luminárias» da administração Obama, aproveitando a onda de contestação nos países árabes da orla do Mediterrâneo (Tunísia, Egipto, etc) produzida por um empobrecimento das pessoas e a manutenção de regimes corruptos e autoritários, desencadeia a operação chamada «primavera árabe».
Esta consistia em utilizar, nestes países, os elementos radicais islamitas, em geral de obediência sunita, onde a sociedade secreta, a Fraternidade Muçulmana, tinha muita força. 
F. W. Engdahl descreveu tal jogada, ocorrida durante a passagem de Hilary Clinton pelo Departamento de Estado dos EUA, pelo que não irei aqui desenvolver o assunto. 
Basta recordar que, muito antes de Trump, por volta de 2014, já era completamente claro o papel desastroso que esta política representava para o conjunto das nações do Médio Oriente. 
Com efeito, esta política, começada com a guerra terrorista contra a Líbia, continuou com a exportação dos Jihadistas usados como elementos no derrube do regime de Kadafi (em particular em Benghazi)  para a guerra «civil» Síria. 
Esta guerra «civil» foi claramente insuflada do exterior, numa coligação operacional que envolvia Israel, a Arábia Saudita e os Emiratos (nomeadamente o Quatar, proprietário da cadeia de tv internacional Al Jeezira), assim como os aliados / súbditos da NATO (Turquia, França, Alemanha, Grã Bretanha...). 
Mas esta guerra «civil» também não estava a correr bem: 
O regime de Damasco, em vez de ser derrubado, estava-se consolidando e começou a ser apoiado militarmente pela Rússia. Esta decidiu ir em socorro do seu aliado sírio, para contrariar estrategicamente a expansão da «Jihad» no seu território. Lembremos as Repúblicas de maioria muçulmana, da Federação Russa no Cáucaso, não apenas a Chéchénia, e das minorias muçulmanas presentes em muitas outras partes da Federação Russa.
Para contrariar a influência russa no Médio Oriente, o presidente Obama e seus conselheiros arriscaram montar uma «Segunda Al Quaida». A primeira, com Osama Bin Laden, foi também organizada pelos serviços secretos americanos, durante a luta contra a URSS, no Afeganistão. O resultado fatal e trágico é que, tal como os monstros do tipo «Frankenstein», estas organizações terroristas sempre escapam ao seu criador.  
A segunda Al Quaida foi baptizada ISIS (mas este nome não era conveniente, pois idêntico ao acrónimo oficial, em inglês, dos serviços secretos de Israel). Depois, o seu nome foi resumido para «IS» (Islamic State) ou Estado Islâmico (ou Daech).
Esta força consistia numa reunião heterogénea de mercenários jihadistas, equipados, treinados e financiados pelos serviços secretos dos EUA e diversos Estados vassalos (Turquia, Arábia Saudita, Quatar, Jordânia...).
Esta coligação manteve, durante algum tempo, o jogo duplo, de combater formalmente o Daesh, enquanto lhes fornecia equipamento e abastecimento necessários para a continuidade da guerra contra Assad, na Síria, o regime que o «Ocidente» queria a todo o custo derrubar. 
Cabe aqui reflectir no que seria hoje em dia o Médio Oriente, se estas ambições dos imperialistas se tivessem concretizado: 
- Estaríamos perante um Califado, a estender-se desde Bagdad até a Damasco. Este Califado seria de obediência fundamentalista islâmica. As minorias, árabes ou não, muçulmanas, cristãs, ou outras, seriam impiedosamente sujeitas a «limpeza étnica» (exactamente como fizeram no Kosovo com a minoria sérvia ortodoxa). Mesmo os muçulmanos não sunitas radicais (existem grandes minorias Chiitas, Alauitas, etc.) seriam submetidos, num reino de terror, como aconteceu nas zonas e cidades (Mossul, Raqqa, etc,) sob controlo do ISIS.
 Não se deve esquecer que sejam eles designados por Al Quaida, Estado Islâmico, etc. são fundamentalmente a mesma coisa: 
- uma organização de mercenários, fanatizados na versão  mais fundamentalista do Islão.

Apesar da aparente modificação (apenas retórica?) da doutrina oficial de «defesa» nacional dos EUA da era Trump, o facto é que estes continuam a apoiar estes grupos e agora planeiam usá-los* de modo encoberto, nas repúblicas (ex-soviéticas) da Ásia Central, que têm fronteiras com a Rússia e a China, com o claro propósito de colocar em cheque a Nova Rota da Seda. Desestabilizando estes vastos territórios, tanto no interior da China e Rússia, como nos Estados fronteiriços, os imperialistas continuam a apostar na política de guerra-fria, afinal mais e sempre mais guerra. 
Além do sofrimento das populações destas regiões, tais políticas podem desencadear uma guerra mundial entre superpotências. 

(*)