Quanto menos dívida tivermos e quanto mais possuírmos e controlarmos e baixarmos nossos custos fixos e exposição aos riscos que não podemos controlar, tanto maior será a nossa autonomia. (Charles Hugh Smith)
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domingo, 11 de janeiro de 2026

Portugal retoma a sua vocação ?

 



COMENTÁRIO:

Eu não estou dentro do segredo dos deuses. Não posso portanto confirmar ( nem por grosso, nem ao detalhe), as trocas tidas à margem de cimeiras da Organização dos Países de Língua Portugesa, ou de outros eventos, em que ministros dos estrangeiros participaram. 
O que me parece é que determinadas correntes, nos «principais partidos de poder» em Portugal (PSD e PS), têm uma visceral ligação com a U.E. e com a OTAN, muito em desfavor dos seus respectivos eleitorados e do próprio povo português. 
A «punição» da Troica em relação a Portugal, que Pepe Escobar refere, aconteceu e foi realmente muito dura, como ele diz. Porém, a consciência política do facto ficou confinada às franjas mais radicalizadas do eleitorado, que votaram PCP ou "Bloco de Esquerda". 
Nisso, como noutros assuntos de importância magna, a não independência da média tem desempenhado um papel de ocultação, ou de desinformação com  fidelidade canina aos «Senhores seus Donos». 
Portugal durante gerações, foi sujeito ao fascismo salazarento, mais obscurantista ainda que o franquismo. A curta «festa revolucionária», após 25 de Abril de 74,  não inverteu fundamentalmente a ignorância do povo, mormente devido à contrarevolução em 25 de Nov. de 1975 e aos anos que se seguiram, de involução dos projetos baseados em ideias generosas de democracia «a caminho do socialismo». 
A educação cívica e política, que se pretendeu introduzir ao nível do ensino secundário, muito depressa fracassou, por sabotagem das próprias lideranças do Ministério da Educação. 
A demagogia dos partidos, quase todos, serviu-se da ignorância do povo, apresentando-lhe a cada eleição a imagem que lhes daria mais votos, sem nenhuma tentativa séria de apresentação das questões políticas que se colocavam no momento, ou a longo prazo. 
Infelizmente, este estilo de «democracia» eleiçoeira, foi descendo de nível, de eleição em eleição. Nas últimas eleições para a Assembleia da República, cada partido encontrou slogans que não queriam dizer nada de concreto, para colocar nos seus cartazes. Ou não significavam nada ou tinham o mais inócuo conteúdo que se possa imaginar.  As frases eram tão destituídas de significado político ou programático, que eram intercambiáveis. Sem as caras dos candidatos ou respectivos emblemas partidários, os cartazes não eram sequer identificáveis com tal ou tal partido. Portugal está no grau zero da política; também pela ausência de conteúdo esclarecedor nos debates televisionados. O resultado disto, foi um terramoto eleitoral da extrema-direita, que soube explorar as facetas mais mesquinhas, presentes numa parte do povo, nomeadamente o seu ódio pelos estrangeiros, erroneamente vistos como roubando o ganha-pão dos portugueses: Na verdade, os empregos que os emigrantes tomavam, eram  os de menor prestígio social, aos quais 99% dos portugueses - mesmo no desemprego - não se queriam candidatar. Mas, a incapacidade de fazer frente à vaga de xenofobia e de racismo, foi tanto mais devastadora, quanto o maior partido (dito) de esquerda, o PS, estava incapaz de contra-atacar, perante a ofensiva da extrema-direita. Nos anos de governo do PS de António Costa, foi promovida a vaga de emigração para o nosso país, permitindo reduzir a grave deficiência de trabalhadores na agricultura, na construção, na restauração... 
Turismo e habitação de luxo; foram os sectores onde o PS convidou o grande capital português e estrangeiro a investir, para superar a crise profunda dos anos 2011-2014. 
Entretanto, a subserviência ao grande capital e à finança especulativa, não podiam ser compatíveis com iniciativas de desenvolvimento industrial. 
A incapacidade da oligarquia portuguesa, que tem estado no poder nestes cinquenta anos, com excepção da curta fase revolucionária (1974-75), deveria ser patente aos olhos dos meus concidadãos. Porém, muitas pessoas deixam-se enganar por polémicas políticas ou pela «fulanização» da política, não vendo realmente o que está em jogo. Outros, pelo contrário, percebem bem o jogo, mas estão interessados em tirar daí o melhor partido pessoal.
Eu nunca vi, na História geral ou contemporânea, uma burguesia de tipo «comprador» se erguer, exprimindo os interesses vitais de um povo. Pode haver momentos em que, por demagogia, os lobos vistam a pele dos cordeiros (.. para os devorar); ou que fazem poses de «leão», mas os seus donos sabem perfeitamente que eles são «gatinhos». 
Gostava de acreditar numa mudança para um pragmatismo desenvolvimentista, como Pepe Escobar parece conceber, para os alinhamentos exteriores de Portugal. Porém, tenho como muito mais provável, por observação do «terreno» e dos actores mais significativos, que a classe «burguesa comprador» jamais irá dar um golpe de rins e fazer as escolhas necessárias para o país. 
Não; o país só poderá renascer pela vontade dos «de baixo», da classe trabalhadora, quando estes tiverem consciência de como foram manipulados, para perpetuação do poder dos oligarcas .

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Estratégica Vitória da China



Os actos de pirataria de Trump contra a Venezuela e Maduro, não apenas foram a confissão da falsidade da «ordem internacional baseada em regras». É também ocasião para muitos governos terem compreendido que não se pode confiar no Estado-bandido ("rogue State") em que se transformou os EUA. Realisticamente, os dirigentes de nações menos poderosas estão desejosos de estabelecer, ou reforçar, laços com os BRICS e - em particular - com a China.

Mas, a sua derrota é também interna: As eleições de meio-mandato irão ser muito desfavoráveis: Já 22 senadores republicanos acabam de se pronunciar pela interrupção do mandato (impeachment) de Trump.
Não só ao nível da política institucional se multiplicam os sinais desfavoráveis para o presidente fora-da-lei: O povo dos EUA tem manifestado o seu repúdio pela política de Trump e sua administração. Ela está - literalmente - a asfixiar a classe trabalhadora e a classe média. As unidades especiais de polícia («ICE») não conseguem, apesar da sua brutalidade, conter a raiva do povo: 
Uma mulher de cerca de 40 anos, foi baleada, quando estava dentro do seu carro, por um agente da ICE. Não foi tratada nas urgências, acabando por morrer. A violência policial contra pessoas inocentes é sempre desculpada. A polícia alega sempre «legítima defesa» e os tribunais fingem que acreditam nisso.
Nos EUA, muitos já compreendem que este é um governo de gangsters, que se comporta com arrogância perante seus próprios eleitores. Os gansters ameaçam também quem protesta contra os atos contrários à Lei e ao Direito. 
Trump e os fiéis dele, não conseguirão fazer com que a cidadania iludida dos «MAGA» volte a votar por eles. Isso significa que perderão a maioria nas eleições. É provável que isto tenha sido um fator para Trump desencadear o ataque-relâmpago contra a Venezuela, convencido de que isso lhe daria um trunfo eleitoral.
Enquanto o desemprego cresce, os ficheiros Epstein vão sendo escrutinados, dando a dimensão real da colaboração do agente da Mossad e pedófilo, com o atual presidente dos EUA.
O desespero é de mau conselho, sobretudo para psicopatas; eles são capazes de tudo para não serem apanhados pela justiça.
Talvez os leitores não tivessem conhecimento de alguns factos aqui relatados. Porém, é a própria média americana que tem informado sobre a crise que o Império atravessa nos planos moral, económico e político.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

A GUERRA NÃO DECLARADA JÁ ESTÁ AQUI HÁ BASTANTE TEMPO [Crónica da IIIª Guerra Mundial nº53]



Quando os dirigentes da Europa ocidental, quer na UE, quer na OTAN, ameaçam a Rússia com uma guerra devastadora, o que é que têm estes 'valentes' (que mandam os outros combater)?
Não me estou a referir a patologias; certamente, as têm e do foro psicológico. Não; estou a referir-me ao que têm em termos de meios quer humanos, quer logísticos, quer armamentos.
Quanto a economia, já estamos conversados; eles próprios «lamentam» que nestes três anos de guerra na Ucrânia, não conseguiram (dizem eles) evitar a compra do petróleo russo. Quanto ao gás, a auto-sabotagem do gazoduto Nordstream, foi encarecer a produção industrial não só na Alemanha, como noutras nações da UE. A sua dependência em relação aos produtos russos é maior do que muita gente pensa: Eles precisam dos adubos sintéticos feitos na Rússia, para que a sua agricultura não baixe dramaticamente de rendimento.
Também precisam de metais estratégicos e «Terras Raras» e não têm escolha senão ir buscar à China ou a outros países dos BRICS, pois eles próprios (tal como os EUA) deslocalizaram há muito a refinação destes minerais, deixando para o Terceiro Mundo a tarefa poluente de transformar minério em metal purificado. Estas Terras Raras são indispensáveis, não apenas em aplicações de eletrónica e microinformática civil, como também militar. Quanto aos metais estratégicos: Sem o titânio e outros, não se podem produzir ligas metálicas para aviões militares, tanques, etc.
Além disso, estão mergulhados numa crise política profunda; por mais que ocultem, os povos estão descontentes, dissociados e mesmo hostis aos projetos militaristas. Estes, são acompanhados por maior vigilância e repressão contra a dissidência, numa postura autoritária que já não se disfarça (veja-se o caso de Palestine Action, no Reino Unido, e repressão massiva e indiscriminada contra os que protestam contra o genocídio em Gaza). - A impopularidade destes governos é inédita. Por exemplo, um partido nacionalista conservador, a AfD, na Alemanha cresce nas sondagens, como sendo o primeiro partido na escolha dos alemães.
Todas as reuniões e declarações dos chefes de Estado e de Governo dos países da Europa ocidental, são atoardas de quem pode vozear em relação ao «inimigo» declarado, mas não tem meios próprios para sustentar uma guerra direta.
A estratégia, simultaneamente cobarde e suicidária (para os povos) é de multiplicar as provocações, lançamento de mísseis para território bem no interior da Rússia, atos de sabotagem, etc. 
Estes ataques são declarados como «façanhas» do exército ucraniano, quando todos sabemos que eles não fabricam estas armas; recebem-nas dos EUA países europeus da OTAN . Além disso, está comprovado que os sistemas atuais de mísseis são demasiado sofisticados e implicam pessoal treinado. O treino de especialistas ucranianos é demasiado longo para atender às necessidades: Logo, muitos dos que servem estes sistemas de mísseis são militares dos países ocidentais.
Apesar do black-out informativo, sabe-se que têm morrido ou ficado gravemente feridos membros das forças armadas de vários países da OTAN (EUA, Polónia, Reino Unido, França, Alemanha e outros), pois estes mísseis, estacionados em solo ucraniano, são obviamente um alvo para as forças aéreas russas.
A perversidade dos maquiavélicos, faz que estejam prontos a arriscar um confronto nuclear com a Rússia, confiantes de que será ela a vítima principal. Mesmo que tal fosse verdade, o que eu duvido muito, o sofrimento humano seria indicível, impossível de quantificar e recairia também sobre o ocidente, inevitavelmente.
Seria o fim da civilização ocidental. Significaria a destruição de centenas de milhares ou de milhões de vidas inocentes, a destruição dos ecossistemas, o seu envenenamento radioactivo durante inúmeras gerações, o que tornaria as cidades e os campos impossíveis de habitar.
Tudo isto é considerado um risco aceitável pelos que estão à frente das principais nações da UE e dos órgãos próprios deste super-Estado em construção.
O afastamento dos EUA em relação aos planos mais belicosos dos governos europeus da OTAN é uma boa coisa, pois sem o «guarda-chuva» nuclear dos EUA, a possibilidade de guerra total contra a Rússia fica mais remota, para não dizer inviável. Mesmo loucos fanáticos reconhecem isso, pelo que as atoardas de alguns políticos europeus vão somente contribuir para complicar os esforços de paz. 
Mas, sobretudo, destinam-se à política interna, a cercear as liberdades, perseguir os oponentes à guerra, intensificar a exploração para maior lucro das empresas, sobretudo das que se reconverteram a fabricar armamentos e munições.

Por todas estas razões, é fundamental que as pessoas tomem consciência e que ajam, dentro das suas competências, com os meios de que dispõem, para fazer obstáculo a esta onda de militarismo despudorado.
 A guerra na Europa ocidental (países da UE + Reino Unido) é - cada vez mais - uma guerra contra os seus próprios povos, contra os trabalhadores, os jovens, os empresários e todos os que têm contribuído para a riqueza e grandeza das suas nações respectivas.

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RELACIONADO:

 https://substack.com/@nelbonilla/note/c-180757735?r=9hbco


https://open.substack.com/pub/jonathancook/p/its-antisemitic-to-call-out-israels?utm_source=share&utm_medium=android&r=9hbco


Bruxelas decidiu no sentido de expropriar os bens financeiros russos congelados na UE:  

https://www.moonofalabama.org/2025/12/russia-counters-eu-shenanigans-to-steal-its-frozen-assets.html

Veja a seguinte entrevista com Alastair Crook:

https://youtu.be/gkJD1qHlHhw?si=kwa_bwVfIxvSeN2M

Excelente análise de Prof. Mersheimer:

https://www.youtube.com/watch?v=GOJerDDCnes

Conheça a avaliação por Martin Armstrong, de Zelensky e seu regime.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

COMO A MÉDIA MAINSTREAM SE CONVERTEU EM PROPAGANDA DOS ESTADOS

 

https://www.youtube.com/watch?v=X1l4c5fWn8M




Um artigo circunstanciado, em como as «elites» ocidentais e o jornalismo mainstream apagaram das notícias as referências à ideologia nazi e aos atos criminosos contra os russo-falantes ucranianos, após o golpe de Maidan em 2014:
«Ucrânia : as provas apagadas» por Manlio Dinucci

PS1: Na minha opinião, a crise do COVID foi pretexto para alcançar um novo patamar de censura e discriminação contra tudo o que não se conformasse com a ditadura globalista.

PS2: 

Documentário Censurado Expõe Como o Governo dos EUA Difunde Propaganda Como Sendo «Jornalismo Independente», por The Dissident


sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Um em cada oito estudantes nos EUA incapaz de compreensão de matemática elementar

          Foto: Educação «on-line»

Retirado e traduzido a partir de Armstrong Economics

A Universidade UC San Diego divulgou um estudo preocupante que mostrava que 1 em cada 8 alunos candidatos ao curso da faculdade (college) tem uma competência de apenas escola média em matemática. A instituição viu-se forçada a introduzir cursos de recuperação em matemática para os alunos dos primeiros anos da faculdade, que colmatassem as carências que vinham desde a escola elementar, até ao liceu. O denominador comum tem sido o COVID, pois as notas caíram rapidamente desde 2020.

O número de estudantes que precisavam de aulas de recuperação em matemática amplificou-se de 1 em 100, para 1 em 8.  Os estudantes têm dificuldade em resolver equações básicas. “Preencha o valor de X correspondente: 7 + 2 = X + 6.” Uma assustadora percentagem de 25%  de estudantes não conseguia responder a esta pergunta. Cerca de 37% dos estudantes eram incapazes de subtraír fracções e 61% tinham dificuldade em fazer um arredondamento com números elevados, até à centena mais próxima. A UCSD está classificada atualmente como a 5ª melhor universidade pública americana e tem 24% de aceitação. A situação na generalidade dos estudantes americanos é muito pior. 

O estudo não atribuia o problema à política de «Nenhuma Criança Fica Para Trás» implementada pelo ex-presidente George W. Bush em 2001. O estudo da UCSD atribui o declínio acentuado a factores mais recentes, como a paragem educativa devida ao COVID-19, a eliminação de testes estandardizados nas admissões, a inflação das notas e o crescente recrutamento a partir de liceus sub-financiados.

Estes estudantes estavam nos 8º ou 9º anos quando os «lockdowns» fizeram a educação parar. O que acontecerá aos estudantes mais jovens que viveram interrupções quando estes conceitos básicos foram indroduzidos pela primeira vez no curriculum?

O Programa para Avaliação Internacional dos Estudantes (PISA) é efetuado cada três anos, para avaliar a educação entre as nações da OCDE. O teste é dado a cerca de 600 mil estudantes de 15 e 16 anos, nos vários países, para avaliar o seu nível de compreensão de matemática, ciências e leitura. Em relação a 2022, estas são as dez nações com melhores resultados em matemática: Singapura (575), China (552), Taiwan (547), Hong Kong (540), Japão (536), Coreia do Sul (527), Estónia (510), Suíça (508), Canadá (497), Países Baixos (493). Os estudantes dos EUA têm um score de 465, ficando 90 pontos abaixo da China.

Os lockdowns do COVID apenas exacerbaram a crise educacional nos EUA; a próxima geração de trabalhadores estará numa desvantagem extrema.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

DESDE 2020 que é sabido: 86% DOS TESTES PCR «POSITIVOS» não eram infecções reais.

 Transcrevo na íntegra o artigo de Nicholas Hulscher e do Prof. Michel Chossudovsky. Convido os meus leitores a ler o seu conteúdo e a divulgarem ao máximo, como forma de «higiene e profilaxia» contra a perpetuação duma narrativa enganadora sobre a crise do COVID. 

Como os meus leitores habituais sabem, eu acompanhei a crise do COVID, desde os seus primeiros momentos. Sou biólogo de formação, especializado em genética molecular e microbiologia. Vi desde logo, com muito espanto, as distorções e fabricações que se espalharam como fogo na media corporativa. Vi também, ainda mais preocupado, uma parte maioritária das profissões médicas ou de saúde e de académicos, aceitar a narrativa oficial, inflacionando os casos de infeção por COVID, porque isso reforçava o poder absoluto de farmacêuticas gigantes (nomeadamente Pfizer, Zeneca, Moderna...), sobre os Estados e a própria OMS.
Eu fiquei «vacinado» em relação à «bondade» dos Estados e seus agentes, às instituições destinadas a «cuidar da saúde da população» e à globalidade da média «mainstream», que orquestrou a maior campanha terrorista de desinformação ao nível mundial. 
Eu sabia, desde 2020, da enorme fraude do chamado teste «PCR» para detetar o vírus do COVID, mas apesar dos meus esforços de esclarecimento, não consegui convencer da realidade pessoas chegadas, incluindo familiares. A grande maioria preferiu «ignorar» os meus argumentos, apesar de eu ter uma abordagem pedagógica dos assuntos.

O mal que nos fizeram, a todos nós, ainda está a decorrer. Isto é possível, porque as pessoas comuns não conseguem crer na corrupção dos políticos no poder, das organizações internacionais e das grandes empresas de «saúde». Quanto aos media, estes em vez de nos informar honestamente, «inoculam» a opinião pública com falsas notícias, ao mesmo tempo que difamam os cientistas corajosos que se ergueram contra a desinformação.
Oxalá que artigos como este, transcrito abaixo, saltem a barreira da censura da média corporativa e sejam lidos atentamente por pessoas honestas, para que elas compreendam como têm sido enganadas.

 

BREAKING: Peer Reviewed Report. 86% of PCR-Positive “COVID Cases” Were Not Real Infections

By Nicolas Hulscher and Prof Michel Chossudovsky

[This article was originally published by Focal Points and reposted on Global Research. You can read it here.]

We bring go the attention of our readers, the pointed analysis of Dr. Nicolas Hulscher pertaining to a peer-reviewed study conducted in Germany which has “dismantled the scientific foundation used to justify lockdowns, social distancing, and vaccine mandates.

[Click here to access the peer-reviewed study.]

Déjà Vu: Introductory Note by Prof. Michel Chossudovsky

Ironically, this was known right from the beginning of the COVID crisis in early 2020.

And now we are informed by a so-called bombshell peer-reviewed study of something which was firmly established at the outset of the COVID crisis in January 2020.

“The PCR is a process. It does not tell you that you are sick.” –Dr. Kary Mullis, Nobel Laureate and Inventor of the RT-PCR, passed away in August 2019.

“…All or a substantial part of these positives could be due to what’s called false positives tests.” –Dr. Michael Yeadon, distinguished scientist, former Vice President and Chief Science Officer of Pfizer

“This misuse of the RT-PCR technique is applied as a relentless and intentional strategy by some governments to justify excessive measures such as the violation of a large number of constitutional rights, … under the pretext of a pandemic based on a number of positive RT-PCR tests, and not on a real number of patients.” –Dr. Pascal Sacré, Belgian physician specialized in critical care and renowned public health analyst.

“The PCR “test” cannot detect the identity of the virus, nor can it detect its variants and sub-variants.” —Dr. Kary Mullis. His legacy will prevail.

[Click here to watch the video.]

The slanted methodology applied under WHO guidance for detecting the alleged spread of the virus is the Reverse Transcription Polymerase Chain Reaction (RT-PCR) test, which has been routinely applied all over the world since February 2020.

The RT-PCR test has been used worldwide to generate millions of erroneous “COVID-19 confirmed cases”, which are then used to sustain the illusion that the alleged pandemic is real.

This assessment based on erroneous numbers has been used in the course of the last [five] years to spearhead and sustain the fear campaign.

And people are now led to believe that the COVID-19 “vaccine” is the “solution”. And that “normality” will be restored once the entire population of planet Earth has been vaccinated.

“Confirmed” is a misnomer. A “confirmed RT-PCR positive case” does not imply a “COVID-19 confirmed case”.

“Positive RT-PCR is not synonymous with the COVID-19 disease! PCR specialists make it clear that a test must always be compared with the clinical record of the patient being tested, with the patient’s state of health to confirm its value [reliability].” —(Dr. Pascal Sacré)

The procedure used by the national health authorities is to categorize all RT-PCR positive cases as “COVID-19 confirmed cases” (with or without a medical diagnosis). Ironically, this routine process of identifying “confirmed cases” is in derogation of the CDC’s own guidelines:

“Detection of viral RNA may not indicate the presence of infectious virus or that 2019-nCoV is the causative agent for clinical symptoms. The performance of this test has not been established for monitoring treatment of 2019-nCoV infection. This test cannot rule out diseases caused by other bacterial or viral pathogens.” (Emphasis added)

The methodology used to detect and estimate the spread of the virus is flawed and invalid.

False Positives

The earlier debate at the outset of the crisis focused on the issue of “false positives.” Acknowledged by the WHO and the CDC, the RT-PCR test was known to produce a high percentage of false positives. According to Dr. Pascal Sacré:

“Today, as authorities test more people, there are bound to be more positive RT-PCR tests. This does not mean that COVID-19 is coming back, or that the epidemic is moving in waves. There are more people being tested, that’s all.”

The debate on false positives (acknowledged by health authorities) points to so-called errors without necessarily questioning the overall validity of the RT-PCR test as a means to detecting the alleged spread of the SARS-CoV-2 virus.

The PCR Test Does Not Detect the Identity of the Virus

The RT-PCR test does not identify/detect the virus. What the PCR test identifies are genetic fragments of numerous viruses (including influenza viruses types A and B and coronaviruses which trigger common colds).

The results of the RT-PCR test cannot “confirm” whether an individual who undertakes the test is infected with SARS-CoV-2.

All that is required is the presence of “viral genetic material” for it to be categorized as “positive”. The procedure does not identify or isolate SARS-COV-2. What appears in the tests are fragments of the virus.

Selected excerpts from Chapter III of Michel Chossudovsky‘s Book entitled:

The Worldwide Corona Crisis, Global Coup d’Etat Against Humanity


Peer Reviewed Report: 86% of PCR-Positive “COVID Cases” Were Not Real Infections

by Dr. Nicolas Hulscher

A bombshell peer-reviewed study out of Germany just dismantled the scientific foundation used to justify lockdowns, social distancing, and vaccine mandates.

Researchers analyzed data from the Akkreditierte Labore in der Medizin (ALM) — a nationwide consortium of authority-accredited medical laboratories that performed roughly 90% of all SARS-CoV-2 PCR tests in Germany between 2020 and 2023.

When researchers compared the ALM’s week-by-week PCR positivity rates with the same labs’ IgG antibody testing data — essentially measuring who truly developed infection-induced immunity — they discovered something staggering:

Only about 14% of those who tested PCR-positive during the early pandemic period (2020–mid-2021) actually developed antibodies — meaning most early “cases” were never real infections.

Even under the most conservative assumptions — correcting for possible overrepresentation of IgG-positive individuals in the sample — the true infection fraction fell to roughly 10%, implying that nearly 90% of PCR positives were false or non-infectious detections, often just residual RNA fragments amplified at CT thresholds of 35–45.

What This Means

  • Mass PCR testing grossly inflated case numbers worldwide. Every nation that used similar CT thresholds likely overcounted “infections” by an order of magnitude.

  • Lockdowns and mandates were built on a false metric. The German “7-day incidence” used to trigger restrictions was statistically meaningless — and identical logic applied in the U.S., U.K., and elsewhere. In America, the entire “15 Days to Slow the Spread” campaign was predicated on the same inflated PCR scam.

  • Authorities suppressed representative serology data. Germany’s RKI and Ministry of Health had access to these ALM antibody results but never disclosed them — despite their policy relevance.

  • Rewriting pandemic history. If only 10–14% of reported PCR “cases” during the first year reflected true infections, then the infection-fatality rate, transmission models, and emergency declarations were all built on sand. By the end of 2020—months before vaccination began—roughly one-quarter of Germany’s population already carried natural antibodies. In other words, while authorities were declaring an uncontrolled crisis, herd-level immunity was already taking shape. By late 2021, nearly the entire population was IgG-positive. The evidence shows that pandemic policy was driven not by infection reality, but by a diagnostic illusion.

PCR technology and testing thresholds were standardized across WHO member states.

That means the same distortion likely occurred everywhere — a systemic diagnostic inflation that may be the single greatest fraud in public health history.

These tactics were likely used to amplify fear in order to boost compliance with lockdowns and experimental gene-based “vaccines.” This was demonstrated by Gao et al, who found that public fear of COVID-19 (PFC) was positively associated with the number of COVID-19 vaccinations at county-level: “as PFC increases from 0 to 300, the predicted vaccination number increases from 10,000 to 230,000.”

This is in line with fraudulent attempts to artificially increase COVID-19 death counts. Basoulis et al found that 45.3% of “COVID-19 deaths” in Greece were not actually due to COVID-19:

In the end, most of the population did encounter the manufactured virus and develop antibodies—but the PCR data that justified global lockdowns, fear, and vaccine mandates were a complete fraud. Accountability is warranted.

***

Nicolas Hulscher, MPH, Epidemiologist and Foundation Administrator, McCullough Foundation


The Worldwide Corona Crisis, Global Coup d’Etat Against Humanity

by Michel Chossudovsky

Michel Chossudovsky reviews in detail how this insidious project “destroys people’s lives”. He provides a comprehensive analysis of everything you need to know about the “pandemic” — from the medical dimensions to the economic and social repercussions, political underpinnings, and mental and psychological impacts.

“My objective as an author is to inform people worldwide and refute the official narrative which has been used as a justification to destabilize the economic and social fabric of entire countries, followed by the imposition of the “deadly” COVID-19 “vaccine”. This crisis affects humanity in its entirety: almost 8 billion people. We stand in solidarity with our fellow human beings and our children worldwide. Truth is a powerful instrument.”

Reviews

This is an in-depth resource of great interest if it is the wider perspective you are motivated to understand a little better, the author is very knowledgeable about geopolitics and this comes out in the way Covid is contextualized. —Dr. Mike Yeadon

In this war against humanity in which we find ourselves, in this singular, irregular and massive assault against liberty and the goodness of people, Chossudovsky’s book is a rock upon which to sustain our fight. –Dr. Emanuel Garcia

In fifteen concise science-based chapters, Michel traces the false covid pandemic, explaining how a PCR test, producing up to 97% proven false positives, combined with a relentless 24/7 fear campaign, was able to create a worldwide panic-laden “plandemic”; that this plandemic would never have been possible without the infamous DNA-modifying Polymerase Chain Reaction test – which to this day is being pushed on a majority of innocent people who have no clue. His conclusions are evidenced by renown scientists. —Peter Koenig

Professor Chossudovsky exposes the truth that “there is no causal relationship between the virus and economic variables.” In other words, it was not COVID-19 but, rather, the deliberate implementation of the illogical, scientifically baseless lockdowns that caused the shutdown of the global economy. –David Skripac

A reading of Chossudovsky’s book provides a comprehensive lesson in how there is a global coup d’état under way called “The Great Reset” that if not resisted and defeated by freedom loving people everywhere will result in a dystopian future not yet imagined. Pass on this free gift from Professor Chossudovsky before it’s too late. You will not find so much valuable information and analysis in one place. –Edward Curtin

ISBN: 978-0-9879389-3-0, Year: 2022, PDF Ebook, Pages: 164, 15 Chapters

Price: $11.50 FREE COPY! Click here (docsend) and download.

You may also access the online version of the e-Book by clicking here.

We encourage you to support the eBook project by making a donation through Global Research’s DonorBox “Worldwide Corona Crisis” Campaign Page.


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