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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

ESTAREMOS NA VÉSPERA DA EXTINÇÃO EM MASSA ... DO CAPITAL?



 Sim, o capital pode extinguir-se. Não apenas o capital fictício ou financeiro, também o capital que se traduz em empresas, edifícios públicos (1), etc...

A loucura, ou hubris, que atinge a oligarquia mundial, arrastando um número considerável de papalvos da classe média dos países ocidentais, vai ser «a mãe dos rebentamentos das bolhas». Lembram-se das empresas fictícias (as «dot.com»), colocadas nas bolsas mundiais, sob pretexto falacioso da Internet vir aí e mudar radicalmente, não apenas o mercado de trabalho, mas a própria vida? Onde estiver «dot.com» coloque-se «IA» e terá uma imagem, mas para esta ser calibrada, terá de multiplicar pelo menos por 100 os capitais investidos que irão evaporar-se no éter, quando a bolha estourar.

Não acredito que os super-oligarcas que dirigem esta operação sejam completamente estúpidos. Além do mais, terão - com certeza - engenheiros, cientistas, economistas e outros peritos, que os aconselham em  permanência. O entusiasmo dos governos em facilitar a instalação de data centers, ao ponto de fazer periclitar outros investimentos públicos, depredando as populações vizinhas destes monstros, duma rede eléctrica minimamente confiável, pior ainda, DE CORTES DE ÁGUA, como só experimentavam, até agora, as populações dos países ex-colónias... 

Esse entusiasmo tem de ter uma explicação racional. Ora, dizer que são estúpidos, ou que não se importam nada com os seus súbditos, não é explicação nenhuma. 

Claro que os grandes centros ditos «Data Centers» são óptimos para recolher, armazenar, catalogar e processar dados. Numa sociedade em que os súbditos estão (legitimamente) revoltados com a descida vertiginosa do nível de vida, será previsível que os «democráticos» governos do ocidente utilizem todo o arsenal de polícias-robotcops, de meios repressivos a todos os níveis, sobretudo de vigilância global, constante... É para isso que servirão os «Data Centers»: O modelo do Estado totalitário do século XXI.  

No Ocidente, a possibilidade de recuperar o investimento em IA efetuado pelas empresas tecnológicas,  é remota. Isso significa que é o público que irá cobrir o défice com os seus impostos. Pelo contrário, na China, a «revolução da IA» está a ser pilotada a partir do centro do poder. Não há nenhum perigo de «descarrilar»; verifica-se a execução de uma  planificação.  No centro da hierarquia do PCCh, muitos são engenheiros, cientistas. Isto contrasta com os advogados e politólogos que enxameiam as administrações dos países do G7, em particular dos EUA.  

Não era preciso a bolha da IA para a economia ocidental descarrilar e colapsar. Bastavam as guerras causadas pelo imperialismo. A guerra de agressão contra o Irão, que retirou uma parte significativa dos combustíveis fósseis do mercado. Bastava o investimento demente em armas, que terão como única finalidade destruir pessoas e capital nos países considerados inimigos.

Mas, para qualquer problema, as luminárias que nos governam pensam sempre que a solução é «insistir, duplicando a dose», ou seja, agravando ainda mais o problema...

A Europa dos excluídos está a acordar. As «elites» do dinheiro e do poder, se julgam que a situação se resolve com «duplicar a dose» de repressão, estão realmente a acelerar a descida para o caos.

Não sei como,  nem quando, mas talvez a morte do sistema venha aí, sem que a maior parte das pessoas se aperceba disso, pelo menos, no princípio. Quando a ilusão se desfaz, não há maneira de a reconstituir.  Que seja o início do fim deste sistema iníquo.

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(1) A destruição do capital físico ocorre sobretudo nas guerras: Os detentores dos meios de produção preferem isso, porque depois da fase de destruição, eles conseguem arrancar para um novo ciclo, onde obtêm taxas de crescimento e de lucro muito mais elevadas...

quarta-feira, 4 de março de 2026

Biliões proporcionados às empresas de IA pelo Estado e Banco Central

 



O dinheiro é criado a partir do nada pela Federal Reserve dos EUA (o banco central). O governo dispõe deste dinheiro, que vai distribuir sob forma de subsídios e de empréstimos (a juro muito baixo) às empresas de tecnologia. Assim, biliões são desviados de programas sociais, de apoio ao emprego, de investimentos em áreas produtivas. Tudo isto, para favorecer meia-dúzia de empresas tecnológicas gigantes (Palandir, Oracle, Microsoft, Google, Meta, etc.)

segunda-feira, 1 de abril de 2024

PERCORRENDO O CAMINHO DA ESTUPIDEZ


                                    Psicologia do totalitarismo: reunião do partido Nazi, presidida por Hitler


Será um caminho estreito e tortuoso, ou uma grande e larga avenida?

- Pelo que me é dado observar, estou mais inclinado a pensar que se trata de uma larga avenida, pois consegue facilmente acomodar uma mole de gente, que está sempre pronta a tomar este caminho e com entusiasmo!

Mas, afinal, as técnicas da informática e da Internet não foram potenciar a capacidade das pessoas aprenderem tudo, sobre quaisquer assuntos e até onde quisessem, e de se informarem livremente?

-Estes meios foram postos à disposição das massas, a partir dos anos 1990, como instrumentos para potenciar a sociedade de consumo. Os conteúdos, sendo ditados por mamutes mediáticos e sua disseminação potenciada pelos gigantes tecnológicos (Facebook, Google, etc, etc), a enorme maioria deixou-se facilmente enganar.

A linguagem, o vocabulário, o próprio médium empregue não são neutros, mas a imensa maioria dos utilizadores dos meios digitais não percebe isso. Os seus cérebros estão completamente feitos reféns. Estão encerrados numa prisão cognitiva, mas julgam-se livres.

A incultura galopa. As pessoas já não leem livros. O número de livros requisitados nas bibliotecas universitárias desceu a pique. Estudantes universitários apresentam textos como sendo seus mas, na verdade, são produzidos por algoritmos de IA (Inteligência Artificial). Os professores e os membros de comités de revistas científicas deixam passar; preferem ignorar, como cobardes que são.

A cultura será - em si mesma - subversiva ?

- Sim, hoje em dia, a cultura verdadeira está em contradição com todas as falsas produções, com os simulacros de saber, que proliferam. Porque a cultura verdadeira é crítica, veicula o espírito crítico e ensina as pessoas a refletir criticamente, nada mais perigoso para o status quo.

Chegámos ao ponto em que percebemos claramente os vários autores de ficções sociais e políticas (George Orwell, Aldous Huxley, etc.). Estão diante de nós, podemos perfeitamente identificar os traços desses regimes totalitários, que deixaram de ser ficções: São realidade.

O mesmo se pode dizer em relação às análises de Hannah Arendt e de outros filósofos políticos do século XX, que analisaram o fenómeno totalitário e seus efeitos nas sociedades. Hoje em dia, o novo totalitarismo é combatido por alguns intelectuais corajosos. Mas, grande parte, ou se submete integralmente e apoia os globalistas, ou fala, mas evitando tocar nos «assuntos sensíveis» para não alertar a cidadania.

A maior parte das pessoas crê, com fé totalmente ingénua, na «verdade da ciência». Mas, não têm verdadeiro treino em ciência e em pensamento crítico; elas aderem a quaisquer idiotias. Por exemplo: Os lockdown para «combater» a pandemia de covid; ou «combater» as alterações climáticas através da destruição das  pequenas e médias explorações agrícolas e concentrando ainda mais a produção nos gigantes da agroindústria, etc.

A política deixou de ter que ver com propostas para a gestão da pólis (a cidade-Estado dos gregos) em benefício e de acordo com os desejos dos seus cidadãos. Tornou-se um campo onde se digladiam paixões, tanto mais radicais e extremistas, quanto se fundamentam apenas em aparências, em sombras, no teatro de marionetas e nas pulsões dos egoísmos extremados da mentalidade hedónica atual.

Os órgãos de «informação» passaram a ser órgãos de influência (propaganda) do seu público. O jornalismo de investigação desapareceu, praticamente, da media corporativa. As pessoas continuam a engolir propaganda, disfarçada de notícias. Nunca questionam tais notícias, em particular, se estas reforçam os seus preconceitos. «É mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha, do que alguém do status quo dizer a verdade.»

Como explicar o comportamento das pessoas?

- As pessoas podem estar hipnotizadas, mas não terem consciência disso. Existem vários tipos de hipnose. Num deles, as pessoas levam a cabo sua vida normal, na aparência. Mas, comportam-se de maneira automática, estereotipada, em resposta a um certo estímulo, quando este é desencadeado pelos que controlam o jogo.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

NOSSOS GRILHÕES MENTAIS: GESTÃO DA PERCEÇÃO (PERCEPTION MANAGEMENT)






 Quando penso nas grandes linhas do que tem sido o século XXI, verifico como a forma mais acabada de conduzir as massas tem sido a gestão da sua perceção.

Com efeito, quem tem o controlo sobre os grandes meios de comunicação social, quer seja o Estado, quer sejam os grandes grupos privados, pode moldar a perceção da realidade, ocultando, dizendo apenas as partes convenientes de uma realidade, ou mesmo, fabricando de todas as peças uma falsa narrativa. 

O pretexto para os americanos invadirem o Afeganistão em 2001, para depois invadirem o Iraque em 2003, para continuarem com a Líbia, o Sudão, a Síria, o Iémen...Foi - na verdade - um monstruoso «Pearl Harbour», querido pelos redatores do manifesto PNAC, os neocons. Eles têm-se sucedido em postos importantes de Washington, sob todas as presidências, enquanto elementos-chave do Estado profundo nos USA, com a participação e conivência ativa de uma grande parte do grande capital: nomeadamente, a banca (JP Morgan, Goldman Sachs e a grande banca de negócios), Blackrock e Vanguard (empresas tentaculares, desde o imobiliário, até fundos especulativos, e tomando controlo de empresas lucrativas nos USA e noutras partes do Império), as Grandes da Tecnologia (Amazon, Google, Microsoft, Apple...). Estas últimas, com seus superlucros, não só beneficiam de um monopólio de facto; são parte ativa da gestão da imagem, da censura e blackout de pessoas, ideias e informações contra a ortodoxia...

Evidentemente, não são eles os nossos únicos inimigos, mas estão de facto a usar, de forma constante, armas de destruição massiva da inteligência das pessoas. Armas que não se apresentam como tal, que as pessoas vão «voluntariamente» procurar. De facto, seria mais apropriado fazer-se uma analogia com drogas duras... Pois, o cérebro humano alimenta-se, não apenas de informação vinda do interior (ele próprio e o organismo no qual existe), como do constante fluxo de informação vinda do exterior. Assim, conforme estamos a ser «nutridos» com informação (ou lixo informativo) estamos a ser subtilmente moldados. 

A nossa perceção consciente e nosso ego podem recusar a evidência. Muitas pessoas pensam que são «elas próprias» que estão no controlo, que são elas que adotam ou rejeitam tal ou tal informação ou ponto de vista e, pensam elas, isso resulta do funcionamento lógico e racional do cérebro.

Porém, de facto o cérebro não é um computador, não é uma máquina; o cérebro recebe constantemente o «input» de impressões e afetos, que se exprimem por variações nos níveis hormonais, variações de neurotransmissores nesta ou naquela área cerebral, num complexo de circuitos de retroação.

Em tempo de guerra, a propaganda, ou seja, a forma mais maciça de influenciar a mente coletiva, torna-se mais pesada, torna-se opressiva. O regime dos países ocidentais, agora, é muito parecido com regimes do Leste, na era soviética*. Eu conheci vários países da Europa do Leste, incluindo a URSS, numa época em que as pessoas tinham a propaganda oficial por um lado e por outro, havia circulação de informação de forma semiclandestina. 

Tanto nesse contexto, como no que se verifica hoje nos países ocidentais, não havia uma impossibilidade de acesso, pelo cidadão comum, a essas fontes alternativas de informação. Nos regimes do tipo que existiram na Europa do Leste, até ao final dos anos 80, era possível encontrar pessoas abertamente críticas em relação ao sistema. Hoje, nos países ditos de «democracia liberal» é também possível encontrar pessoas, que são francamente contrárias ao Status Quo. 

Mas, não são essas pessoas que fazem a opinião. A opinião é feita por escribas, jornalistas, «pivots», pseudointelectuais, pseudo analistas, «peritos», que constantemente se sucedem, sobretudo nos meios informativos de maior audiência, despejando a «verdade» (dos regimes), as meias-verdades, as mentiras, as puras fabricações. Mas o ponto fulcral é a ausência de contraditório: Tudo isso é despejado sem que qualquer outra opinião, realmente contraditória, se faça ouvir de modo que as grosseiras deformações da realidade possam ser questionadas seriamente.  

A sofisticação do sistema de gestão da informação vai muito longe, pois os partidos ditos de oposição, mesmo com etiqueta de socialistas, comunistas, ou anticapitalistas, foram cooptados para fazer parte do coro. Quando cantam, é em harmonia, podem até fazer contraponto, mas globalmente, não deixa de ser a narrativa do poder. Apenas a ênfase, o vocabulário e os chavões são ligeiramente diferentes. Os incautos creem que estão a ouvir, ver, ou ler, alguém de «esquerda autêntica», porque lança uma série de chavões e de frases-feitas, que funcionam como luzinhas - chamariz. 

Na política-espetáculo, o discurso é tudo, a narrativa impera sobre os factos, a forma sobre o conteúdo, a personalidade e a aparência física de quem emite a «opinião», primam sobre tudo o resto. Estamos perante uma ilusão coletiva de democracia, um teatro de aparências, pois não existem reais contrapoderes. 

Os tribunais não são independentes, como sabe qualquer pessoa que esteja dentro do sistema judicial. Nem é preciso invocar casos de corrupção (reais, mas quase nunca desvendados, pois afetariam a credibilidade da instituição); basta pensarmos nos mecanismos legais e bem oleados das promoções e nomeações dentro dos corpos da magistratura. 

O mesmo se passa noutros corpos portadores de prestígio. Pensemos nos médicos e na cobardia do seu comportamento, a sua cedência face ao lóbi das grandes farmacêuticas, a sua traição do juramento de Hipócrates, o seu alheamento em fazer respeitar os direitos (já não são sagrados?) dos pacientes disporem do seu corpo e decidirem que tratamento desejam realmente ter. 

Enfim, a realidade é completamente  diferente das imagens oficiais. Também noutras profissões reina uma profunda corrupção. Referi os casos acima, para exemplificar com profissões tidas como prestigiosas. Pode-se imaginar, por analogia, o que se passa quotidianamente nas outras profissões. Na verdade, basta abrirmos os olhos e os ouvidos, e observarmos o que se passa à nossa roda.

Está-se, portanto, dentro dum processo de hipnose coletiva, de denegação da realidade, pois as pessoas foram condicionadas mentalmente** a só darem crédito aos que detêm «prestígio social»; a aparência torna-se o critério de credibilidade de algo. Por isso, é tão fácil manipular as pessoas. É um exercício feito em doses maciças e um crime contra a humanidade. Contra a humanidade em geral e contra aquilo que há de humano em cada um de nós; um abuso, uma violação das consciências. 

Mas, tal não é percebido pelos «zombies», que vão buscar informação 24/24h. no seu «smartphone», que vivem numa completa dependência, como os drogados por substâncias químicas, cocaína, heroína, anfetaminas, etc. Há pessoas que entram em estado de choque sem o seu «smartphone», se o perderam, se alguém o roubou. Ficam desorientadas, zangadas ou desalentadas, em pânico, sem saber o que fazer, como se comportarem. Estão escravizadas pelas maquinetas, num grau que apenas tem paralelo com a dependência nos neurónios cerebrais dum adito por drogas químicas.

As possibilidades de pessoas que escaparam ao processo de lobotomia ou de zombificação, se fazerem entender pelas lobotomizadas ou zombificadas, são nulas na prática. Pois, as pessoas só podem perceber o que outra está a comunicar, se forem capazes de percorrer o discurso e tentar retraçar a linha de raciocínio dessa pessoa. Mas, isso não foi aprendido na escola, nem foi cultivado ao longo da vida. Portanto, é como dar uma partitura de música complexa a alguém que nunca estudou música, e nem sequer se interessou por música... Evidentemente, tal não resultaria! 

Assim, só resta às pessoas que se entendem, de se darem a conhecer umas às outras, com muito mais proveito e prazer, do que tentarem «macaquear» os processos da media de massas. Também aqui, é evidente que não é possível erguer um contrapoder significativo à ditadura dos media e seus meios de condicionamento. É porém sempre possível preservar a nossa capacidade de diálogo, de argumentação, de partilha de pontos de vista e de confronto (não violento) de opinião, com outras pessoas que não foram lobotomizadas. Não interessa que tenham preferências culturais, políticas, etc., assim ou assado; interessa que sejam pessoas capazes de abertura real, que percebam o princípio elementar da vida em sociedade, o respeito pelos outros, pelas suas opiniões, seus direitos, de mesma forma como nós gostamos de ser respeitados.

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* Ver AQUI o artigo de Jonathan Cook, que descreve como os opositores são classificados como «doentes mentais», tal como eram descritos e internados em hospitais psiquiátricos, os dissidentes da era soviética.

**A forma como a media mainstream se transformou em (voluntária) arma de propaganda anti-russa, ilustra o grau de condicionamento a que o público está sujeito: https://www.strategic-culture.org/news/2022/04/14/war-ukraine-really-about-us-pursuing-regime-change-in-russia-bruce-gagnon/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

ACORDOS ENTRE EMPRESAS TECH. COM PENTÁGONO E AGÊNCIAS DO GOVERNO DOS EUA


«A real razão pela qual há censura nas plataformas das grandes tecnológicas: contratos com o Pentágono»

Na realidade, trata-se de uma relação triangular. Como explica muito bem Kim Iversen, as empresas de consultores, recheadas de ex-membros do governo ou de futuros membros da administração eleita, proporcionam a abundante produção de contratos entre as grandes empresas tecnológicas - Google, Amazon, Microsoft - com o Pentágono, o Governo e suas agências de «Inteligência» (CIA, FBI, etc). 

Como eu dizia num artigo publicado há uns dias atrás, é o fascismo tecnocrático, onde se dá a fusão entre o Estado/Governo e as grandes corporações. 

Kim teme, com razão, que isto signifique a intensificação da perseguição e exclusão de «youtuber» independentes, como ela, assim como a supressão de tudo o que seja verdadeiramente crítico do governo e do sistema instalado. 

Eu acrescento que a íntima relação dos prováveis nomeados para cargos governamentais da próxima administração dos USA, com o complexo militar-industrial, através dessas tais empresas de consultoria, significa uma provável intensificação da política belicista, agressiva, militarista e imperialista por parte do Império.