sexta-feira, 11 de setembro de 2026
REVIVER TERRA AGRÍCOLA
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
COMO VAI SER, QUANDO A BOLHA DA IA REBENTAR?
Esta bolha, quando rebentar, vai transformar-se em monumentais perdas para os grandes investidores, mas também para os fundos de pensões, os pequenos investidores nas bolsas e os Estados ocidentais, que investiram, direta ou indiretamente, muito nesta miragem.
Mas, nós sabemos que os povos, os seus dirigentes e as instituições de maior prestígio, estão sempre dispostas a acreditar numa miragem, se ela vier reforçar os seus preconceitos. Neste caso, trata-se do preconceito da potência dos sistemas computorizados, em que a estocagem de dados atinge números astronómicos e que - graças a esse gigantismo - os sistemas informáticos vão se tornar «inteligentes», em suma: que a «quantidade vai-se transformar em qualidade».
Reencontramos aqui um estribilho, que esteve muito na moda, quando mais ou menos todos no Ocidente, ou eram marxistas ou eram influenciados por tal culto.
Assim, a crença na «magia da Internet» provocou a bolha dos «dot.com», as empresas que apenas tinham um nome e praticamente nenhum capital, que não geravam nem um centavo de rendimento, mas foram introduzidas em bolsa, na viragem do século (por volta do ano 2000).
Algo completamente louco foi a febre holandesa dos bolbos de túlipa: Também eles, objectos de grande especulação. Foram modelo para uma bolsa de bens «sólidos», ou de «bolsas de matérias-primas». Mas foi - sobretudo - uma lição para muitos capitalistas holandeses do século XVII; para serem mais comedidos e não embarcarem logo na primeira moda, gerada pelo entusiasmo das multidões.
Teríamos de escrever uma obra espessa, com vários volumes, para descrever todas as fantasias e falcatruas, que precipitaram países poderosos - como a França do início do Séc. XVIII - na ruína ou que estiveram na base da construção de grandes fortunas, como a dos Rothchilds: Graças a redes de informadores fidedignos, eles sabiam realmente o que se passava no Mundo e lançavam os boatos em Londres, Paris ou Berlim, consoante, para obterem o desejado efeito de pânico.
Não sei ao certo como vai rebentar, mas tenho a certeza que a IA vai pelo mesmo caminho que as bolhas financeiras do passado; o montante das somas investidas vai fazer rebentar esta bolha; será um acontecimento financeiro de primeira grandeza, com repercussões económicas comparáveis às que outros acontecimentos análogos tiveram.
A HISTÓRIA VERDADEIRA DOS RAPA NUI, DA ILHA DE PÁSCOA
A história da Ilha de Páscoa e da sua população originária, que nos foi vendida (e popularizada pelo geógrafo Jared Diamond) é a dum crescimento exponencial da população, seguida pelo abate indiscriminado da floresta, implicando uma quebra da capacidade de auto-sustento, agravadas por guerras entre grupos rivais, conduzindo à quase extinção deste povo.
Mas, as evidências arqueológicas contemporâneas, os cientistas que foram ver e avaliar in situ a verosimilhança da versão acima resumida, negam praticamente tudo dessa narrativa. Esta arqueologia contemporânea tem evidências que suportam uma história completamente diferente e muito mais optimista que a versão divulgada ao longo de vários decénios.
Veja o documentário, pois ele está cheio de factos novos e interessantes sobre este povo fantástico, os Rapa Nui.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
QUANDO EU FUI JOVEM [OPUS, VOL.IV ; MANUEL BANET]
Noutra vida, quando eu fui jovem
Todas as experiências descarrilaram
Por mais que eu me empenhasse
Estava condenado a viver em sonho
E a sonhar a vida; e os anos passando
Mas as experiências ficaram e pesaram
De nada serve lamentar os percursos
Eles foram condicionar quem eu sou
Em vão me revolto, quando recordo
Não serve de nada leccionar o passado
Pelo menos, ficou-me algo desses anos
Ao certo, não sei o quê; uma condenação
Sem apelo, que arrasto: É como a marca
Vincada no corpo e nada a pode apagar.
Na segunda metade da minha vida,
Tenho-me dedicado a viver o destino
Sem demasiado sofrer. Nem alegre nem triste.
Sou o conglomerado de demasiados eus
Não os consigo distinguir nem avaliar
São uma multidão sempre à espera que eu
Lhes abra a porta, por vezes conseguindo
Ultrapassá-la, mas não lhes dou refúgio
Seria demasiado estúpido!
Felizmente, o mundo exterior chama sempre
De sua voz imperativa, quando esboço
Uma absurda procura dentro das casas
Obscuras do passado.
Tenho a luz do Sol
Ou luzes interiores que me indicam
Os caminhos; por mais estranhos que
Sejam, sempre me conduzem
A algum lado.
Não irei medir os passos
Mas sou capaz de , num olhar, ver
O que já foi percorrido.
E, nem orgulhoso, nem insatisfeito,
Vou continuando por serras e planícies
Até encontrar aquele portal , sem medo
Atravessando
E tudo o que foram preocupações
E afetos de vivente, depositarei
À entrada...
AS BORBOLETAS RECORDAM-SE DO QUE VIVERAM COMO LAGARTAS...Demonstrado por uma criança!
terça-feira, 8 de setembro de 2026
ENTREVISTA COM SHAUN REIN por George Galloway
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
PROPAGANDA 21[n°32] Monstruoso ato do 11 de Setembro 2001 (Tierry Meyssan)
Tschaikovsky: concerto para piano e orquestra n°1 [Segundas-f. musicais n°74]
Este concerto para piano é justamente um ponto alto na criatividade do compositor russo.
Tudo nele soa grandioso, como um sopro de heroísmo que estivesse presente inspirando a composição.
A orquestra realiza um verdadeiro diálogo com o piano. Este, por sua vez, aborda a matéria sonora com um sentido orquestral, preenchendo o espectro sonoro com os seus acordes. Mas, existe o contraste com passagens mais subtis, que não nos deixam um instante desatentos. É tão forte esta energia telúrica, que nos prende do princípio ao fim. Mesmo quando conhecemos muito bem a obra, somos atraídos pela sucessão de melodias e pelas surpresas que ligam entre si os diversos momentos: uns temas apresentam-se num naipe de instrumentos, para logo depois serem base de variação ao piano.
Há passagens que me soam muito atuais. Têm qualquer coisa de "jazzístico", muito antes da existência do próprio jazz.
Talvez nos pareça muito «clássico» aos nossos ouvidos: Porém, neste concerto, Tschaikovski rompe com o molde clássico da «forma sonata» e deixa fluir vibrante uma música animicamente romântica, mas já pós-romântica no tratamento dos temas e na orquestração.
A força que se desprende de todo este aparato musical, coloca este concerto entre os melhores que foram escritos em três séculos de literatura para o piano.
...................
PATRICK HAHN E A ORQUESTRA FILARMÓNICA DE ISTAMBUL COM OLGA SCHEPS, SOLISTA, NUM FANTÁSTICO ESPECTÁCULO AO VIVO, EM 2022.
PS: Música religiosa a capella: Salmos e Vésperas
domingo, 6 de setembro de 2026
DOCUMENTÁRIO PBS: MOVIMENTO NAZI NOS EUA, NOS ANOS 1930
Este documentário foi feito pelo canal público PBS.
Algumas anotações:
- O Klu-Klux-Klan tinha uma enorme influência.
- O anti-semitismo e o racismo contra os negros, tinham grandes sponsors, como Henry Ford (autor de «The International Jew»).
- O eugenismo era adoptado por grande parte da oligarquia; era baseado na «necessidade» de evitar a propagação de «raças inferiores» ou «doenças», mesmo as que eram obviamente adquiridas e não genéticas: Muitas pessoas foram forçadamente esterilizadas dentro deste contexto.
- O fascismo foi promovido na Europa para contrariar o comunismo.
Tudo isto e muito mais é mantido escondido das pessoas, de um lado e do outro do Atlântico.
As pessoas têm uma visão não apenas esquemática, mas errónea do movimento fascista internacional e do que ele representava; que interesses se escondiam por detrás das suas figuras de proa; quem os financiava; sobretudo, não fazem a mínima ideia do que seriam o presente e o futuro, se os fascistas tivessem triunfado na IIª Guerra Mundial.
sábado, 5 de setembro de 2026
QUESTÕES NÃO PERGUNTADAS, Dmitri Orlov
Podes accionar as legendas em português ou noutras línguas, no menu das definições
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
ARISTIDES SOUZA MENDES - O CÔNSUL REBELDE
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
OTAN e guerra da Ucrânia por Lacroix-Riz
No 2° video, põe em evidência as políticas alemãs e dos EUA, acerca da Ucrânia, que explicam grande parte do golpe dos nacionalistas banderistas de 2014 e constante pressão da OTAN para colocar a Ucrânia nesta aliança, subordinada ao Império EUA.
SOMENTE A COMPREENSÃO DOS ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS PERMITE UMA CLARA AVALIAÇÃO DO PRESENTE: A História que nos pretendem fazer crer é a narrativa que inocenta os grandes poderes. Ela pretende provocar uma adesão emocional e não racional ao projeto antigo de esmagamento da Rússia e sua transformação numa série de Estados fracos, subordinados ao imperialismo anglo-saxónico.