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sábado, 10 de outubro de 2026
CHUCK BERRY - PEQUENA HOMENAGEM PESSOAL (Segundas-f. musicais nº79)
sábado, 7 de outubro de 2023
UMA OBRA-PRIMA «ESQUECIDA*» - THE BEATLES
A capa do LP, desenhada por Klaus Voormann, tornou-se imediatamente símbolo de arte psicadélica.
Uma obra-prima de Lennon/ McCatney
Sem dúvida, o álbum «Revolver» foi um momento de viragem, pelo menos, para os fãs dos Beatles, que se entusiasmaram com as letras, assim como com as músicas e arranjos. Algo perfeito, para o adolescente que ouviu pela primeira vez numa festa, em 66 ou 67, o recém-saído álbum. Era a produção mais psicadélica jamais editada pelos «Fab Four».
Eu gosto do álbum inteiro, mas quis destacar esta canção em particular: Ela refere a tristeza de alguém que foi descartado pela sua companheira. Analisando agora esta letra, achei-a genial, na medida em que traça, com apenas algumas pinceladas rápidas, a situação complexa e difícil de rutura, quando um dos dois mantém a forte ligação afetiva. Mas, este drama é expresso de modo sóbrio, nada de "pathos". A escolha aparentemente banal das palavras, tem um efeito quase cinematográfico: podemos imaginar a cena, como a veríamos num filme, a partir das breves indicações, reconstituindo o resto com a nossa imaginação.
A música é simples e sóbria, de grande qualidade melódica. Os arranjos - devidos a George Martin (o 5ºBeatle) - são de bom gosto e colocam em relevo a melodia.
Creio que não vale a pena tentar definir o «melhor» álbum dos Beatles*. Eles foram geniais, do princípio ao fim:
Estiveram sempre na onda do momento, durante uma década. Mas, não foram arrastados por qualquer onda, porque foram criadores originais, de cada vez. Isto aplica-se particularmente ao álbum «Revolver», mas também se poderia dizer o mesmo de praticamente todos os LPs editados durante a curta existência do grupo britânico.
*Podes consultar a playlist que reúne o melhor (na minha opinião) da produção dos Beatles, AQUI.
Alguns «posts» sobre os Beatles, no BLOG "MANUEL BANET, ELE PRÓPRIO":
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2019/01/the-beatles-because.html
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2021/01/get-back-beatles.html
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2021/06/the-beatles-free-as-bird.html
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2021/07/recital-de-xuefei-yang-na-guitarra.html
PS: «Now And Then», a última canção dos Beatles, gravada a 4, mas nunca editada. Saiu há pouco tempo, uma proeza técnica, de «arqueologia discográfica».
sexta-feira, 21 de julho de 2023
Chuck Berry para combater o MORALISMO WOKE
Sabes que Chuck Berry é dos poucos responsáveis pelo nascimento de um estilo de música - o Rock and Roll - que se prolonga até hoje, desde os anos 1950?
Como ele conseguiu arrastar consigo toda uma juventude principalmente branca, oriunda da classe operária, a geração que nasceu no final da II. Guerra Mundial!?
Deu-lhes o som endiabrado, feito de simples sequências de acordes e de «riffs» de guitarra elétrica, aquilo dava para dançar.
Em relação às letras, não eram composições eruditas, porém estavam em sintonia com sentimentos dessa juventude que acorria aos concertos, comprava os discos e reproduzia em grupos de garagem os sucessos dos precursores.
Foi uma autêntica libertação que abateu os preconceitos de separação de raças e, também, de classes. A geração dos anos 50 foi homenageada pelos grupos e cantores ídolos da década seguinte, os Beatles, os Rolling Stones, etc, etc.
[Oiça aqui os Beatles:]
Sweet Little Sixteen (Live At The BBC For "Pop Go The Beatles" / 23rd July, 1963)
Sem Chuck Berry, nada disso teria sido assim! Claro que ele não foi o único, basta pensar em Otis Redding, Ray Charles e outros, com uma audiência jovem e sem preconceitos raciais:
quarta-feira, 8 de junho de 2022
[Emily Linge] «THE FOOL ON THE HILL»
The man with the foolish grin
Is keeping perfectly still
But nobody wants to know him
They can see that he's just a fool
And he never gives an answer
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning round
The man of a thousand voices
Talking perfectly loud
But nobody ever hears him
Or the sound he appears to make
And he never seems to notice
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning round
They can tell what he wants to do
And he never shows his feelings
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning round
Round and round and round and round and round
He never listens to them
He knows that they're the fool
They don't like him
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning round
Round and round and round and round and
Ohhhh
Emily Linge surpreende pela qualidade vocal nesta versão de «The Fool On The Hill».
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Recital de Xuefei Yang na Guitarra Clássica, com o Tenor Ian Bostridge
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
JOHN LENNON: aquele homem que assustou o «establishment»
terça-feira, 14 de maio de 2019
«WHAT YOU'RE DOING»... THE BEATLES
Uma canção dos eternos Beatles para dar energia!
Would it be too much to ask you,
What you're doing to me?
Why should it be so much to ask of you,
What you're doing to me?
Wond'ring what you're gonna do,
Should you need a love that's true,
It's me.
Why should it be so much to ask of you,
What you're doing to me?
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
THE BEATLES - BECAUSE
Because the sky is blue, ah
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
SOBRE OS BEATLES
segunda-feira, 31 de julho de 2017
CAN'T BUY ME LOVE...?
Estamos sempre ocupados a medir coisas que supomos saber medir, mesmo a felicidade! Ou seja, acreditamos que existe uma maneira de acrescentar mais felicidade, «amor», apenas com um incremento quantitativo, ou com uma diminuição de sofrimento… mas - afinal - as coisas não são bem assim! Embora pareça que o sofrimento humano global diminuiu muitíssimo, a verdade é que nós, que vivemos numa sociedade relativamente protegida da pobreza em massa, de catástrofes como a guerra ou as suas consequências, não temos em conta a evolução global do mundo. Hipertrofiamos o que está à nossa volta, ao ponto de tudo o que esteja um pouco mais longe do nosso olhar é como se não existisse, ou tem um estatuto de algo abstracto… A sociedade globalizada, em termos de informação, é (paradoxalmente) uma sociedade extremamente centrada no seu umbigo e quando não é assim, quer avaliar os outros, as outras sociedades, pela bitola da sua própria existência.


