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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Prof.de Oncologia: Aumento de cancros correlacionado com vacinas do COVID




A colaboração com um crime, faz dessas pessoas co-responsáveis objetivas do crime. As pessoas que, sabendo da gravidade do facto de se lançar desta maneira uma vacina, não disseram nada, são coniventes. As que sofreram toda a espécie de humilhações, ostracismo, discriminação e mesmo despedimento, por dizerem a verdade, têm de ser restituídas nos seus postos, ou indemnizadas e as pessoas responsáveis, que levaram a cabo estas perseguições, deveriam ser processadas e julgadas.
As pessoas que têm maior contacto com a ciência e competência específica para avaliar os efeitos das vacinas contra o COVID, são epidemiologistas, virologistas, especialistas em genética molecular, especialistas em doenças imunitárias, biólogos populacionais... Estão, numa percentagem lamentável, profundamente implicadas na fraude
A administração da vacina de ARN-mensageiros, com o gene da proteína «spike» modificado, é um ato gravivíssimo. Com efeito já se sabia que esta proteína causava inflamação nos tecidos; a expressão dessa proteína e circulação da mesma no sistema sanguíneo, foi causadora dos trombos - que podem ter consequências fatais - e das miocardites, que mesmo as que não são causadoras de morte, causam um enfranquecimento duradoiro do miocárdio, etc. Além destes efeitos, existe um aumento de cancros, caracterizados por ocorrerem em pessoas saudáveis, muitas vezes jovens, cancros que todavia eram raros, apareceram agora com maior frequência. A hipótese de trabalho que se deveria ter feito e sabendo do malogro total que foram as experiências com animais, era que este tipo de vacinas estava ainda numa fase muito precoce, que não podia ser utilizada em larga escala, sem que previamente fosse provada a sua inocuidade.


Uma vacina não é um medicamento e não deve ser avaliada como se o fosse. A própria OMS estabeleceu (há muito anos) que se deveria interromper os ensaios para uma vacina nova em seres humanos, quando existisse uma taxa de 1:20000 (ou maior) de efeitos secundários graves (causando doença crónica, incapacidade prolongada ou mesmo morte). Ou seja, se uma pessoa em vinte mil,  tivesse um ou vários desses efeitos secundários graves, os testes deviam ser logo interrompidos e a substância posta de lado. Este patamar oficial de segurança é mais estricto que o dos medicamentos para tratamento de doenças. Neste último caso, a nova medicação a ser administrada não se destinava a pessoas em plena saúde, mas a pessoas doentes. No caso da vacina, esta é administrada a pessoa saudável, para prevenir a infecção ou que, tendo havido infeção, os anticorps adquiridos combatam a infecção e os sintomas da doença sejam leves. Por isso, considera-se intolerável haver aquela proporção (1 em 20000) de pessoas, que estando de perfeita saúde, possam sucumbir ou ficar permanentemente inválidas, em consequência de uma vacina experimental.
Os responsáveis da Pfizer, da Moderna, da Astra-Zeneca e outras firmas farmacêuticas, também os membros dos ministérios da saúde dos diversos países, estavam ao corrente dessas normas, além da OMS que as emitiu. Porém, para viabilizar a venda de milhões de vacinas não devidamente testadas e sem que seu efeito fosse avaliado de acordo com as normas, inventaram «uma urgência», para ultrapassar os passos indispensáveis à colocação no mercado, dessa nova vacina.
Os políticos no poder, nessa altura, foram enganados ou levados a crer em cenários catastróficos, de modo a autorizar o uso da nova vacina, não devidamente ensaiada. Os criminosos corruptos que existem na indústria farmacêutica e todos os que - ao nível de peritos e de políticos - apoiaram tal medida, não agiram de boa fé. 
A prova disso está na criminalização / proíbição de uso de ivermectina, ou de hidroxicloroquina. Difamaram gravemente os cientistas e médicos que aplicaram - com sucesso - terapêuticas usando estes medicamentos, bem conhecidos e sem efeitos secundários graves. A cabala resultou, pois assim foi ocultado do grande público que, se bem administados, estes medicamentos podiam reduzir significativamente a mortadilade e a morbilidade de pessoas infetadas com o vírus do covid. Assim, havendo medicamentos que tinham uma certa capacidade de mitigar a doença, já não seria legítimo decretar a epidemia de Covid, como uma situação excecional e urgente, autorizando que os protocolos para testar a nova vacina fossem «aligeirados» .

Nos anos subsequentes à epidemia de covid, a taxa de mortalidade deveria ter voltado ao normal, isto é, aquilo que era em 2019. Porém, em países onde a vacinação anti-covid foi muito elevada, nos anos subsequentes, houve um aumento persistente da taxa de mortalidade. Ora, não havia nenhuma epidemia, nem guerra, nem fome... nesses países, geralmente países «ricos» e com elevados padrões  de saúde... 
O excesso de mortalidade é a quantidade de mortes a mais, ocorrida num ano, num dado país, quando se faz a média da mortalidade nos 10 anos anteriores. Esta medida não é específica, para uma ou outra causa de morte: Mas, no curto prazo, o número de mortes por ano varia muito pouco, na ausência de catástrofe natural, de guerra, de fome generalizada, ou de grave epidemia. Portanto, o excesso de mortes, pode e deve colocar a pergunta sobre qual a causa provável de tal excesso.
Os técnicos de saúde ao serviço dos governos e a OMS, declararam que a epidemia de Coronavírus estava ultrapassada, a partir da segunda metade do ano de 2021. Atribuíram este esgotamento a um efeito positivo da vacinação anti-COVID nos vários países. Porém, um factor muito importante, para o desaparecimento dum surto epidémico é a própria imunidade natural dos pacientes que sobrevivem à doença, mesmo sem terem sido inoculados com uma vacina. Estes indivíduos são como uma «armadilha» para os vírus, pois estes agentes patogénicos entram em contacto com os indivíduos, mas são destruídos pelo sistema imunitário ou ficam incapazes de se reproduzir e de espalhar a doença.
Após campanha maciça de vacinação, a epidemia deveria extinguir-se... tal seria o cenário «normal». Porém, a capacidade de prevenir a difusão da doença das chamadas «vacinas» contra o covid era próximo de nula; muitas pessoas ficaram infetadas e doentes após terem sido inoculadas com a vacina. Para disfarçar o crime e para terem chorudos lucros como desejavam os principais accionistas dessas mega-empresas farmaceuticas, instauraram «reforços» da vacina, não só inúteis, como prejudiciais (como referido pelo Prof. no vídeo). Tudo o que fizeram foi ao arrepio das regras estabelecidas, do que se sabia de doenças infecciosas deste tipo, da eficácia ou não de vacinas, neste tipo de viroses. Escolheram o gene da proteína «spike», para inserirem por clonagem no vector de ARN (vacinas Pfeizer, Moderna e outras) ou no interior da cápside esvaziada de  SV40 (Astra-Zeneca e outras). Mas já era sabido, nessa altura, que a proteína spike se comporta como toxina, causadora de inflamação nos tecidos!
Os responsáveis por estas medidas, estavam bem conscientes dos seus fracassos, ou do excesso de mortalidade que provocavam, mas queriam ocultar o mais possível manipulando as estatísticas, promovendo publicações de mera propaganda como sendo sérias, etc...

A ocultação intencional seguiu o seu curso nos anos posteriores. Empresas poderosas, fizeram lobi junto das estruturas de saúde de países como os EUA, bloqueando a realização de estudos epidemiológicos, ou, pelo menos, a sua divulgação nos media de grande circulação. A intenção é dupla: desviar a atenção das responsabilidades criminais de industriais, de funcionários e governos, por um lado; por outro, manter as pessoas a aceitar serem vacinadas com vacinas anti- COVID e promovendo a tecnologia da ARNm para toda uma série de doenças.
É muito reveladora, a não-realização ou a ocultação de dados, em muitos países, sobre as doenças que as pessoas tiveram e podem ser relacionadas com a vacina anti-COVID.
Com efeito, seria muito direto demonstrar-se , relativamente à vacina, a sua inocuídade e efeitos benéficos (caso existissem) na saúde da população. Mas, na prática, só as organizações estatais de saúde têm meios e acesso a dados confidenciais de pacientes e da população em geral. Só elas podem realizar tais estudos estatísticos. Aquilo que elas não conseguem ocultar é o parâmetro mais inespecífico, da variação da morbilidade e da mortalidade geral na população. A inocuídade relativa da vacina seria um grande «trunfo» político para os que advogam que tais campanhas de vacinação foram absolutamente necessárias, na epidemia de COVID. Em geral, são os mesmos que querem continuar a aplicar os tais métodos vacinais recorrendo a ARNm, para outros agentes patogénicos. Mas, não são feitos inquéritos em larga escala, nem se estudam os resultados estatísticos: Quando as autoridades têm os meios para o fazer e não o fazem estão na mesma posição do criminoso que quer ocultar as provas do crime.
Veja o vídeo acima em que um médico «do establishment» vem mostrar que os dados dos pacientes contrariam a narrativa das autoridades. Em muitos casos, as vozes de cientistas e académicos com a melhor reputação foram silenciadas, com ameaças diversas, campanhas de difamação, etc.
Globalmente, está-se perante um crime, numa escala tal, que seria necessário um «Tribunal de Nuremberga», como se diz no vídeo. Porém, a opinião pública também é um «tribunal», se for informada da monstruosidade dos crimes ocorridos e dos muitos milhares de vítimas causadas pela conjura internacional, verdadeira e não imaginária, que se abateu sobre quase todos os países do Mundo.

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Informação suplementar:


[pode consultar muitos artigos neste blog :

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

CRÓNICA DA IIIº GUERRA MUNDIAL (Nº38): QUANDO O TECIDO DE MENTIRAS SE DESFAZ

 Em todas as frentes, verifica-se a subida à superfície de verdades até agora escondidas ou obscurecidas. É como se um balão estivesse mantido submerso debaixo de água, fosse largado e subisse à superfície, de repente. 

A verdade sobre a pseudo pandemia do COVID vem ao de cima, com provas irrefutáveis da montagem, destinada a encobrir o maior acréscimo de concentração de poder em poucas mãos, por magnates e instituições financeiras globais. Como disse desde o início (ver os artigos neste blog, desde Fevereiro/Março de 2020), esta montagem não correspondia aos critérios da boa ciência, em biologia molecular e em biologia populacional. Daí a necessidade de intoxicação das massas com falsas (fake) informações e da perseguição terrorista contra médicos e científicos honestos, que ousaram desmascarar os estratagemas montados pela tecno-bioestrutura globalista.  

Nada poderá fazer voltar o Mundo ao que era. As desesperadas tentativas de fact-checkers, censores ao serviço da Nova Ordem Mundial globalista, foram completamente goradas. 

O jogo terá de ser modificado: O poder globalista tem de mudar de narrativa; tem de ceder nalguns pontos, para manter o controlo, sob pena das massas se aperceberem do logro em que foram mantidas durante anos, ou mesmo decénios.

Na impossibilidade de tudo resumir, deixo aqui - abaixo - alguns vídeos que nos esclarecem sobre vários aspectos de geopolítica, sobre a guerra tecnológica e os jogos de poder da oligarquia mundialista. Eles poderão modificar as perspectivas das pessoas. Basta que estejam minimanente interessadas em conhecer a verdade. 

Analisem estes documentos: É nestes momentos que a verdade vem ao de cima.









Desde 2022, as Crónicas da IIIª Guerra Mundial têm sido um repositório de informação honesta, fazendo contrapeso à propaganda dos poderes. Podes consultar estas crónicas AQUI.
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PS 1 (09/02/2025) : Um refugiado da Síria na Alemanha fala com conhecimento de causa do que se passou no seu país. Ele era jornalista e cobriu muito do que se passou desde o início da guerra civil na Síria. Fala com inteligência sobre as ingerências neste martirizado Estado do Levante, herdeiro da mais antiga civilização agrária. 
A não perder:






quinta-feira, 12 de setembro de 2024

PROPAGANDA 21 Nº22 O PRÓPRIO GOVERNO DESRESPEITA AS DECISÕES POR ELE VOTADAS

 

           Representante dos EUA vota a proposta de cessar-fogo no Conselho de Segurança da ONU

Eles, não só não fazem nada para obrigar o cumprimento de uma resolução que faz lei, segundo a legalidade internacional; promovem uma falsa «conferência de paz» com vários intervenientes, mas sem a presença do Hamas!  Mike Whitney explica - de modo detalhado - em «Putting an end to Biden's Ceasefire Sabotage».

Os que nos (des)governam estão a viver num paradigma «orwelliano», em que «paz» significa guerra, «liberdade» significa opressão, «respeito pela lei» significa arbítrio do poder, etc.


As pessoas comuns estão sujeitas a «lavagem ao cérebro», de forma mais intensa desde a pandemia do COVID e, logo de seguida, desde o início da guerra russo-ucraniana. 
O mais grotesco e cruel é o genocídio dos civis palestinianos, em Gaza e agora nos Territórios da Cisjordânia estar a ser menosprezado ou negado, pelos mesmos governos que se arvoravam em «defensores dos direitos humanos». Vê-se que só lhes interessam os direitos humanos deles próprios.
 
Muitas pessoas boas estão completamente confusas, porque são constantemente doutrinadas pelo poder político das chamadas «democracias» ocidentais e pela propaganda «non stop» da média de massas. 
As pessoas já não têm mais liberdade, nem direitos:
 - Não podem informar-se livremente, há uma censura que elimina ou bloqueia todas as informações que são incómodas para os poderes. 
 - Não podem exprimir a sua opinião, pois instauraram um regime de criminalização da opinião, que visa calar toda a dissidência.
  -  Estão sujeitas a vigilância pelos corpos de polícia (política) e são arbitrariamente presas por exercerem os seus direitos constitucionais.

O Estado totalitário estende-se como um cancro, como infeção ou putrefação, nos diversos países «Ocidentais» e dentro de cada país. 

Vale a pena lerem (e seguirem) CJ Hopkins. O seu último artigo «The New Normal Right» dá uma ideia precisa do que se tem estado a passar, na Europa.



quinta-feira, 22 de agosto de 2024

[ Global Research ] "O Futuro. Como eles irão controlar todos nós!" por Peter Koenig

 Este artigo de Peter Koenig foi publicado pela primeira vez pela Global Research

Tudo o que diz respeito ao futuro é especulação.

Mas, neste ponto, vale a pena mencionar os rumores para que o público em geral tenha uma ideia do que os analistas podem pensar que poderia acontecer. 

Não há dúvida de que o “Estado Profundo” [serviços secretos em nome dos grandes estabelecimentos financeiros, de TI e de grande energia] está a agir através do Fórum Económico Mundial (FEM), da ONU e da OMS, bem como do Conselho Europeu (CE) não eleito. .

Nenhuma dessas entidades jamais foi eleita. O FEM e o órgão político da ONU sob o comando do Sr. (fantoche) Guterres concluíram um acordo de cooperação ilegal em Junho de 2019 para a execução da Agenda 2030.

A ONU há muito que deixou de ser o pacificador e mediador da paz mundial para o qual foi concebida .

Em vez disso, o Estado Profundo colocou à sua frente os seus fantoches que cumprem plenamente a sua “agenda” – e essa agenda não é para o bem do povo, muito pelo contrário.

Há poucos dias, o Sr. Tedros, Diretor Geral da OMS, – nunca eleito livremente, mas nomeado com o poder financeiro da Fundação Bill Gates – declarou uma emergência de saúde mundial.

No jargão do protocolo da OMS, é chamada de “ Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional” (PHEIC) , devido ao alegado surto de varíola dos macacos, agora chamada por uma estranha razão “não discriminatória” de “Mpox”.

O surto, dizem, aconteceu no Congo – um país rico em terras raras, ouro e muitos outros minerais valiosos. De acordo com  o Diretor Geral da OMS, Tedros (9 de agosto de 2024)

“Desde o início deste ano, a República Democrática do Congo tem registado um grave surto de Mpox, com mais de 14 000 casos notificados e 511 mortes. No mês passado, foram notificados cerca de 50 casos confirmados e mais casos suspeitos em quatro países vizinhos da RDC”.

Alguns especialistas médicos ainda não adquiridos dizem que é uma forma mais branda do que a varíola dos macacos original. Isto é menos que nada, comparado com a infecção anual de gripe; entre 40 e 60 milhões por ano apenas nos EUA.

Refira-se que estes chamados “casos confirmados” no Congo são o resultado do teste de reacção em cadeia da polimerase aplicado ao mpox (teste PCR) que não detecta o vírus. 

Então, por que o PHEIC ?

Em primeiro lugar, para assustar as pessoas em todo o mundo; 

em segundo lugar , ver até onde a OMS pode ir impondo a sua tirania porque o chamado Tratado da Pandemia, que lhe daria poderes ditatoriais universais, não foi aprovado na Assembleia Mundial da Saúde (AMS) de Maio de 2024.

Não se preocupe, porém, eles não desistirão. Muitas actividades no sentido da tirania da OMS estão planeadas para a próxima Assembleia Geral (AG) da ONU;

terceiro , com o PHEIC em vigor, podem exigir confinamentos, uso de máscaras e mandatos de vacinação — os mandatos assassinos.

Para não esquecer, TODAS as vacinas, chamadas pelas indústrias farmacêuticas de “vacinações”, baseiam-se agora e no futuro na tecnologia mRNA, que sabemos que depois da covid, é desastrosa e uma injeção assassina.

Serve, como durante o ensaio do COVID, para dizimar ainda mais a população mundial. Os avanços nas tentativas criminosas de reduzir a população mundial não estão a progredir suficientemente rápido, por isso devem inventar cada vez mais plandemias, portanto, mandatos vaxx - diz-se que serão impostos pela NATO. A NATO fará com que ninguém escape.

Para onde eles iriam, afinal? Todos os 194 países foram cooptados, pressionados, chantageados e até ameaçados. O que este último significa, vimos durante o COVID, quando vários chefes de estado que recusaram o mandato.do covid, principalmente em África, morreram em circunstâncias invulgares,

Kary Mullis foi o inventor da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) — o teste que permitiu o florescimento da plandemia — e partilhou o Prêmio Nobel de Química de 1993 com Michael Smith.

Kary Mullis morreu misteriosamente em 7 de agosto de 2019, poucos meses antes da plandemia da Covid-19 atingir o mundo à meia-noite de 31 de dezembro de 2019 – a abertura da Agenda 2030?

Dr. Mullis disse desde o início que o PCR não detecta nenhuma doença.

Apesar das evidências mundialmente conhecidas de que o teste PCR não detecta nenhuma doença, atualmente está sendo usado novamente para determinar a presença de Mpox em pessoas.

A franqueza do Dr. Mullis sobre o PCR, o que ele faz e o que não faz – pode ter custado-lhe a vida.

O falecido Dr. Seu legado prevalecerá. 

Vídeo  “É assim que eles VÃO CONTROLAR todos nós!”. Surgem planos para a pandemia 2.0 

("Redacted" – vídeo de 19 minutos,  17 de agosto de 2024)

Apesar das evidências mundialmente conhecidas de que o teste PCR não detecta nenhuma doença, atualmente está sendo usado novamente para determinar a presença de Mpox em pessoas.

Mpox no Congo. Por que? Sob confinamento e com a NATO no comando, a exploração de terras raras e outros minerais no Congo poderá começar imediatamente.

É claro que, tal como especulamos, eles – o Deep State & Co. – também estão especulando. A aposta deles é que grande parte da população concordará novamente. Enquanto nós, o povo, estamos apostando e esperando que um número suficiente de pessoas, médicos e instituições de saúde, já tenham visto a luz e não participem mais neste crime contra a humanidade pela segunda vez.

Então, eles têm uma alternativa de reserva. Caos, Guerra Civil – destruição, começando talvez em África, mas mais provavelmente, num dos países ocidentais, nos EUA, na Europa – estamos a especular. Ou talvez nem tanto. O filme “Guerra Civil” foi rodado fora de Hollywood, começando em 2022 em Atlanta e posteriormente finalizado em Londres. Em abril de 2024, “Guerra Civil” foi lançado mundialmente. Exceto na China, chegou aos cinemas apenas em junho de 2024.

Poderíamos chamar de planejamento preditivo da “Guerra Civil”?

Há também este obscuro “módulo de formação” da CIA – que é dirigido a médicos, advogados, empresários, professores, executivos de empresas. Estes profissionais serão recrutados como cruzados sociais para o grupo político que a CIA está a promover com o objectivo de derrubar o governo [dos EUA].

Clique para ampliar 

É claro que o mesmo ou semelhante poderia acontecer na Europa. Por outros meios, está bem encaminhado com a introdução de certificados digitais Vaxx. A partir de setembro de 2024, o certificado digital será testado em cinco países selecionados da UE: Letónia, Grécia, Bélgica, Alemanha e Portugal.

Veja isto .

Verdadeiro ou falso?

Podemos especular que isso é pura incitação ao medo e que não acontecerá porque a resistência é demasiado elevada.

Mas olhando mais de perto para os países “piloto”, verá que todos eles têm registos de extrema obediência, de Portugal à Alemanha, e todos os demais. Se os resultados do ensaio forem positivos, pode-se esperar que o exercício seja alargado a todo o resto da Europa e, em breve, aos EUA e ao que ainda chamamos de “ocidente global”.

A falsa plandemia Mpox seria ideal para “testar” o caso, mandatos forçados de vaxx – e isso com a ajuda da NATO, como já foi dito em muitas ocasiões.

A OTAN passou de uma força de defesa ocidental em 1949 para um dos mais ardentes agressores em todo o mundo - e agora como um aplicador de mandatos vaxx - que coroa o seu papel assassino na ajuda ao genocídio de grandes segmentos da população mundial, se não pela guerra, então por vaxxes.

Seria uma forma de alcançar o controlo total, sem utilizar como primeiro passo um sistema monetário digital. O digital está a avançar rapidamente, mas a resistência também está a crescer.

A vacinação forçada para um “vírus” – provavelmente nenhum vírus – que nem sequer causa uma doença mortal, mas é menos prejudicial do que a gripe comum, significa claramente que a vacinação é uma sentença de morte para todos aqueles que a recebem, ou são forçados a recebê-la .

Está a contribuir para o Objectivo Número Um da Grande Reinicialização / Agenda 2030 da ONU – DESPOPULAÇÃO. Os lucros para a indústria farmacêutica que surgirão paralelamente são, obviamente, bem-vindos. Mas eles NÃO são a prioridade número um.

O controle do certificado Vaxx da UE é mais eficaz do que o dinheiro totalmente digital. Vai ao cerne da questão, nomeadamente a vida e a morte.

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Um mês antes do aniversário da Global Research 

Peter Koenig  é analista geopolítico e ex-economista sênior do Banco Mundial e da Organização Mundial da Saúde (OMS), onde trabalhou por mais de 30 anos em todo o mundo. Ele é o autor de  Implosão – Um Suspense Econômico sobre Guerra, Destruição Ambiental e Ganância Corporativa; e  coautora do livro de Cynthia McKinney “Quando a China espirra:  do bloqueio do coronavírus à crise político-econômica global” ( Clarity Press – 1º de novembro de 2020).

Peter é pesquisador associado do Centro de Pesquisa sobre Globalização (CRG). Ele também é membro sênior não residente do Instituto Chongyang da Universidade Renmin, Pequim.