segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Uma lição de PIANO com LISZT (Segundas-f. musicais n°43)




 No vídeo acima, relata-se um episódio do fim da vida de Franz Liszt (70 anos): Uma lição em que ele utiliza «La Campanella» para explicar que é preciso estar completamente concentrado na música, para superar as dificuldades técnicas. 
No vídeo também é referido que os jovens pianistas desejavam ser seus alunos, para colocar no curriculum que "tinham aperfeiçoado a sua técnica  com Liszt" (!)

Esta peça de Paganini é surpreendente: Foi erigida em símbolo de virtuosismo inultrapassável. Uma espécie de «certidão» do talento e agilidade do violinista ou do pianista. 

Abaixo, dois artigos que escrevi neste blog e relacionados com «La Campanella» e com o aproveitamento de temas por compositores, usando- os como fonte de inspiração. 


MÚSICA COPIADA, TRANSCRITA, ADAPTADA (segundas-feiras musicais nº3): Neste artigo, pode escutar Yuja Wang interpretando a Rapsódia de Rachaminoff para piano e orquestra sobre tema (capriccio n°24) de Paganini.

A acrobacia musical não é o que mais me entusiasma; admito porém que a «performance» duma peça reputada muito difícil, é o que atrai mais as pessoas. Vêem nisso um «prodígio». Mas, o treino musical não deveria ser equiparado ao desporto, onde se treina a rapidez, a agilidade, etc. Porque a musicalidade consiste em fazer com que, numa dada peça, sobressaiam os aspectos originais, profundos e belos: Assim, um adagio pode bem ser de execução «transcendental», para utilizar o título da recolha «Estudos de execução transcendental» de Liszt. 




sábado, 20 de dezembro de 2025

Reação em cadeia conduzindo à IIIª Guerra Mundial

 


NOTA: Na minha avaliação da situação, já muito antes de haver a invasão da Ucrânia pela Rússia, era de que se tratava de uma sucessão de guerras regionais, onde os EUA eram protagonistas directos ou  apoiavam um dos lados. Hoje em dia, é claro que os EUA e os seus súbditos, possuídos pela visão neo-conservadora do Mundo, estão dispostos a tudo para conseguirem manter a sua hegemonia. 

Complemento: 
Veja esta entrevista de Martin Armstrong, abaixo: