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sábado, 28 de março de 2026

O FIM DO DÓLAR



 NOTA: A expressão «colapso do dólar» para exprimir o fim da sua hegemonia no comércio mundial e também enquanto divisa de  reserva nos bancos centrais de todo o mundo, pode ser mal entendida. Se a assimilamos a uma condição humana letal, como um «colapso cardíaco», por exemplo, vai parecer um exagero. De facto, a escala do fenómeno é totalmente diferente de episódios da saúde humana. Deveria ser vista como um processo geológico, muito rápido na escala geológica, mas que pode demorar dezenas de anos e cujos prazos de início e de término, são difíceis de estabalecer. O dólar ficou «a descoberto» a partir da declaração de Nixon, em 15 de Agosto de 1971, segundo a qual o dólar US deixava de estar garantido em ouro. O presidente dos EUA invalidava assim unilateralmente o acordo internacional de Bretton Woods de 1944. Nesta ocasião, transformou o dólar e todas as outras divisas, que estavam explicita ou implicitamente adossadas ao dólar, em divisas «fiat».
Desde então, era previsível que esta retirada unilateral fosse fatalmente desembocar numa grande crise, que estamos a viver agora. Ela tem uma componente monetária, financeira, económica, militar e política... Ou seja: é uma «crise sistémica» de primeira grandeza. Mas, já passaram quase 55 anos desde a declaração fatídica de Nixon!




sábado, 20 de dezembro de 2025

Reação em cadeia conduzindo à IIIª Guerra Mundial

 


NOTA: Na minha avaliação da situação, já muito antes de haver a invasão da Ucrânia pela Rússia, era de que se tratava de uma sucessão de guerras regionais, onde os EUA eram protagonistas directos ou  apoiavam um dos lados. Hoje em dia, é claro que os EUA e os seus súbditos, possuídos pela visão neo-conservadora do Mundo, estão dispostos a tudo para conseguirem manter a sua hegemonia. 

Complemento: 
Veja esta entrevista de Martin Armstrong, abaixo: