É absolutamente claro, para observadores não enviesados, que o conflito entre EUA/Israel com o Irão, não é sobre armas nucleares, nem sobre estabilidade regional, como dizem as máquinas de propaganda (media corporativa) ocidentais. Este conflito é sobre o controlo, sobre os recursos energéticos e a supressão de qualquer nação que se atreva a tomar um caminho independente de Washington e das capitais europeias ex-coloniais.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A QUESTÃO DO GÉNERO



Um dos «cavalos de batalha» do novo feminismo é de que o género é socialmente determinado. Daí, que seja possível assumir um papel «masculinizante», num corpo feminino e «feminizante» num corpo masculino. Esta contradição entre o corpo físico e o psiquismo, daria origem, nos casos mais acentuados a uma rejeição do corpo, assumindo uma identidade mental que se identifica com o sexo desejado, não com o sexo biológico.

Este arrazoado de teoria pós-moderna, desdobra-se muito bem em certos círculos do feminismo, mas não tem que ver com a origem do feminismo, historicamente falando, isto é, a emancipação da mulher de um estatuto inferior, que foi protagonizado desde a Revolução Francesa por ilustres mulheres republicanas, tendo sido a base para as feministas envolvidas no movimento operário no século XIX e nas primeiras décadas do século XX. As grandes figuras deste feminismo de emancipação social são pouco conhecidas, para não dizer desconhecidas, por bom número de pessoas que se proclamam feministas. Isso é claramente um resultado da distorção da História na época moderna e contemporânea. Fala-se muito das «Sufragetes», como sendo as feministas mais arrojadas quando, de facto, se limitavam a reclamar a participação igual da mulher na política, no governo da cidade. Enquanto isso, as feministas operárias insistiam no conteúdo social e revolucionário da igualdade de direitos e deveres de ambos os sexos na sociedade.

Eu, como biólogo, devo ter em conta que a espécie humana não surgiu de uma «criação separada». No entanto, não posso reduzir essa especificidade do humano aos genes, hormonas, comportamentos reflexos, etc. Não que não desempenhem um papel na estrutura e no comportamento dos seres humanos de ambos os sexos; porém, a complexidade humana faz com que as questões de sexo, de género e de identidade, não se possam reduzir a estes aspectos materiais, bioquímicos.

Antes do mais, a sociedade em si mesma atribui papeis aos dois géneros, numa modalidade mais ou menos estricta, consoante a época e a geografia. Depois, a flexibilidade intrínseca dos seres humanos, torna possível que indivíduos do género feminimo assumam tarefas e papéis sociais, tradicionalmente atribuídos a homens e vice versa.

Aquilo que sobressai quando se aborda este tema, é que a questão está transformada num terreno de combate ideológico, sendo geralmente assumido que uma postura favorável a ver-se o «género» como construção social apenas, é conotado com feminismo e progressismo, enquanto o vincar das componentes biológicas na base dos comportamentos, é atribuído à visão conservadora da biologia e da sociedade. Esta dicotomia falseia completamente os dados do problema, impossibilitando uma discussão séria, não ideológica. Tanto um como outro pólo estão errados, na medida em que absolutizam ou enfatizam apenas um conjunto de dados da questão.

Na história da biologia, foram frequentes as polémicas que separaram de forma radical dois campos, como os «criacionistas» por um lado, contra os «evolucionistas», por outro. Mas existem muitas outras polémicas na biologia, que se sobrepuzeram à procura e articulação dos factos em si mesmos, através de um dispositivo em categorias estanques: «A natureza e propriedades dos seres vivos seriam essencialmente devidas ao ambiente (ou à cultura) ou, quase em exclusivo, à sua constituição genética e hereditária», por exemplo. A «caracterização de raças humanas, como sendo um facto objetivo, ou como sendo apenas a projeção de mitos vindos do colonialismo», etc, etc.

O que estas polémicas possam ter de construtivo, é anulado pela polarização artificial que provocam, quer nos círculos científicos, quer na sociedade em geral. Esta polarização impede que as pessoas consigam examinar de forma fria e objetiva os argumentos de uns e de outros. Infelizmente, é frequente o anátema recair sobre os esforços de síntese, contemplando os dados positivos de uma e outra posição, mas descartando os exageros, as falsidades e os mitos.
Platão tentou explicar o aparecimento da sexualidade: A entidade divina que moldou os homens decidiu cortar ao meio um ser indistinto - uma célula, diríamos hoje - em duas metades: Estas teriam uma vida autónoma, mas cada metade procuraria sempre encontrar-se com a «outra cara metade», para se unir a ela. Note-se que as referidas metades podiam possuir o mesmo sexo, ou sexos diferentes. Com esta «explicação» (que não pode ser entendida literalmente, mas apenas metaforicamente), Platão e seus seguidores tentaram racionalizar a dualidade dos sexos, embora não pudessem, nessa época, explicar a função reprodutora. Quanto muito, reconheciam que o elemento masculino e feminino teriam de conjugar-se, de «coalescer», para formar um novo indivíduo.

Dando um salto para a biologia moderna, sabemos que nos Reinos dos Fungos, dos Vegetais e dos Animais, existem muitas soluções para o problema de formar um novo ser. Existem modalidades de reprodução sem sexo; as reproduções assexuadas são tanto mais banais, quanto passamos dos Animais, para as Plantas e destas, para os Fungos. As modalidades concretas de fusão das células sexuais (os gâmetas), são muito diversas; as barreiras para haver interfecundidade entre espécies distintas, mas aparentadas, são grandes mas não absolutas, etc.

A centralidade do fenómeno da reprodução sexuada nos animais ditos superiores (os vertebrados...), ajuda-nos a compreender a vantagem evolutiva desta modalidade de reprodução. Ao contrário  das modalidades  de reprodução assexuada, em que os descentes são essencialmente cópias geneticamente idênticas, gera-se - com a reprodução  sexuada - uma descendência heterogénea, com fenótipos distintos, capazes de enfrentar condições ambientais das mais diversas. Daí que muitos seres vivos conservem esta modalidade. Ela não é isenta de problemas, desde o do encontro entre gâmetas para a fecundação, até à limitação do número de descendentes: Em geral, na espécie humana e noutros grandes mamíferos, há apenas um ou poucos descendentes por cada fecundação, enquanto num fungo, planta, ou animal invertebrado com reprodução assexuada, é corrente produzirem-se muitos milhares de novos indivíduos, nalguns casos.

Todas estas noções da biologia evolutiva, da sexualidade e da biologia populacional são deficientemente ensinadas nos sistemas de ensino. Para isso, contribui a influência da visão tecnocrática e dos resquícios de mentalidade falsamente religiosa. Este complexo de razões, contra as quais me bati enquanto fui professor de biologia no ensino secundário, tem consequências ao nível da imagem difusa, da «sopa cultural», que prevalece na sociedade. Felizmente, há pessoas que educam as novas gerações, em família, desfazendo os mitos em torno da sexualidade e da biologia humana em geral; mas estes casos ainda são muito minoritários nas nossas sociedades.

Não me repugna reconhecer a existência da grande maleabilidade comportamental nos humanos: Verifica-se que a rigidez em consignar tarefas, por supostas inclinações dos homens ou das mulheres, é constantemente negada na prática. A visão dita tradicional da família não é mais do que pretexto para negar aquela flexibilidade. Porém, a questão da família não se resume à própria família, mas alarga-se à sociedade no seu todo.

Durante milénios, a família era simultaneamente a unidade de reprodução da espécie humana, de produção de géneros alimentares (cultivo da terra) e de transmissão cultural. Nesta tripla função, a família tinha de ser alargada, incluindo irmãos e irmãs, tios e tias, primos e primas, avós... Estes elementos da família contribuiam para a subsistência e educação dos jóvens, fossem ou não seus descendentes directos. Isto era uma necessidade, pois muitas pessoas adultas morriam cedo, especialmente mulheres, que frequentemente morriam de infecções pós-parto. As crianças órfãs não eram deixadas ao abandono.

Esta família alargada tornou-se apenas «teórica» quando evoluíu para "família  nuclear" devido ao modelo imposto pela sociedade industrial. A família passou a ser composta exclusivamente, pelos progenitores e os seus filhos [A família nuclear]. Tal família ficou relegada ao papel de reprodutora (produzindo filhos), sendo a função de subsistência obtida com trabalho externo (geralmente assalariado). Quanto à função educadora e sociabilizadora, esta foi entregue a entidades coletivas externas, estatais ou privadas. Já se vê que a organização social contemporânea é muito menos protetora no sentido de assegurar que - em caso de falta de um ou dos dois progenitores - as crianças ou adolescentes possam ter as necessidades básicas cobertas. Os Estados procuram suprir estas funções, mas fazem-no de forma mais incompleta, mais tardia e - sobretudo - menos humana, que a comunidade da família alargada.

A mentalidade prevalecente nos costumes, que acompanhou a instalação dos Estados neo-liberais e a anulação ou desvirtuação dos Estados de Bem-Estar Social, enfatiza uma espécie de liberdade: Um individualismo extremado, que pode seduzir algumas pessoas a pensar que todas as matérias respeitantes à sua individualidade (a determinação sexual, nomeadamente) são direitos inerentes à sua pessoa, que ninguém tem o direito de objetar. Esta visão coloca as pessoas jovens como «super-homens» ou «super-mulheres», para lhes fazer carregar com a responsabilidade exclusiva pelo seu «sucesso». Mas, o sucesso entendido por eles, geralmente, é o de passar para a classe «superior», a que está acima da contingência de viver, mês após mês, do magro salário. Obviamente, muitas dessas pessoas fracassam nesta ambição. Se algumas interiorizam este fracasso e culpabilizam-se a si próprias, outras deitam as culpas para aspectos sociais parciais; por exemplo, estrangeiros de cor e de baixo estatuto social, etc. Poucas pessoas tomam consciência de que seu fracasso é resultado da selecção classista.

Sou optimista, no entanto. Muitos jóvens estão cada vez mais capazes de compreender o condicionamento a que estão sujeitos, podendo assim descondicionar-se e ficar realmente responsáveis pela sua vida, sem se esquecerem de ajudar os outros à sua volta, a compreender as causas reais dos problemas.

sábado, 1 de março de 2025

NO MUNDO INTEIRO , AÇÕES DIRETAS PELA PAZ

UMA DESTAS ORGANIZAÇÕES PACIFISTAS E FEMINISTAS É CODE PINK. 

CONSULTA AQUI O CALENDÁRIO DE MARCHAS PACIFISTAS EM VÁRIOS PONTOS DO GLOBO

 Marching Along: What’s Happening at CODEPINK


Jasmine & Grace, CODEPINK 

15:06 (il y a 2 heures)


CODEPINK

Women's History Month at CODEPINK!

Welcome to March at CODEPINK! This month, as we celebrate International Working Women’s Day, we invite you to reflect on the revolutionary women who have paved the way for our movements today. As reproductive justice and trans healthcare are under attack domestically and the U.S. continues to arm conflicts abroad, we stand in solidarity with the working women of the world, who deserve a life free from harm. 

👇☮️ Join us this month for a full slate of webinars, mobilizations, and ways to plug into your local IWWD actions!

Onward toward peace and justice,
Jasmine, Grace and the entire CODEPINK team

PS: Sign up to organize with us and we will reach out to you for a one-on-one. For questions, or to have local CODEPINK events posted, email Jasmine.

February Actions

CODEPINK was all across the country this month demanding the closure of military bases, standing up against Trump's ethnic cleansing plan, and calling for the arrest of Netanyahu in DC! Check out some highlighted events!

Our DC Organizers gathered at the White House to protest the meeting between President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu. We called for the immediate arrest of Netanyahu and rejected the ongoing partnership between the U.S. and Israel.

CODEPINK Bay Area and other local CODEPINK chapters across the country took to military bases as a part of World Beyond War’s Global Day of Action to #CloseBases to highlight the importance of closing all all 800 foreign and domestic U.S, military bases. As we fight to dismantle the war machine globally, we demand our government invests that money and time into life-affirming resources. 


Upcoming March Actions

Mon, Mar 3

Revolutionary Women: Histories, Principles & Practices of International Working Women’s Day, 8pm ET

Join our webinar on the histories of IWWD, a look into some historic and present women on the frontlines of the resistance and how we can implement our transnational feminist values into our everyday lives.

RSVP HERE


Tues, Mar 4

Know Your Rights! Community Safety Training for Direct Actions, 7pm ET

Join CODEPINK and NLG Chicago for a virtual direct actions training! Bring questions, thoughts, and a friend!

RSVP HERE


Tues, Mar 4

CODEPINK Congress Capitol Calling Party, 8pm ET

Join CODEPINK Congress as we educate, activate, and mobilize for peace legislation!

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Thurs, Mar 6

CODEPINK New Organizer Onboarding, 8pm ET

Ready to organize for peace in your local community? Want to know the history of CODEPINK and our role in the anti-imperialist movement? Want to learn more about how we organize and how you can get started? Join us for our monthly new organizer onboarding call to learn all this and more! 

RSVP HERE


IWWD 2025: Cut the War Budget! Invest in Women's Lives!

Our feminism on International Working Women’s Day, and every day, means standing with all women around the world! This IWWD, we call on you to embrace a feminist outlook that includes women in the Global South. We live in a country that gives over a trillion dollars to fund wars, military bases, and occupations that harm women and communities around the world; feminist values require us to be in solidarity with them!

For our sisters all over the world, it’s time we divest from war and militarism and invest in social services that support our communities! 

Join us on IWWD 2025!

Find a local event or start one of your own!


Mon, Mar 10

Missing Peace Monday with Dr. Rupa Marya, 8pm ET

This MPM, we will be joined by Dr. Rupa Marya, a renowned physician and professor of medicine at UCSF, who is on administrative leave for simply asking that the university examine the implications of inviting students with military backgrounds to join academic and health care institutions without accountability or screening. We need doctors like her ringing the alarm about blatant attacks on medical staff in Palestine!

RSVP HERE


Wed, Mar 12

Time & the War Economy, 8pm ET

Join us as we dissect the interplay between the war economy and the experience of time, and how the peace economy gives us back a sense of abundance and fulfillment in our lives.

RSVP HERE


Tues, Mar 18

CODEPINK Congress Capitol Calling Party, 8pm ET

Join CODEPINK Congress as we educate, activate, and mobilize for peace legislation!

RSVP HERE


Wed, Mar 19

Women in Conflict Zones, 12pm ET

The Women in Conflict Zones webinar, sponsored by World BEYOND War, Southern Anti-Racism Network, International Peace Bureau, Convention for Pan-Africanism and Progress (CPP), and CODEPINK, aims to shed light on the profound impacts of war on women and children and to discuss measures being taken to mitigate these effects.

RSVP HERE


Thurs, Mar 27

CODEPINK Community Call, 8pm ET

Join CODEPINK for our monthly community call! This is a space for our organizers to connect, share updates from the past month, and strategize on upcoming actions.

RSVP HERE


PINK Keffiyeh!

Show your support for Palestine loud and proud with a pink keffiyeh manufactured in the West Bank! Every purchase supports CODEPINK's mission to end U.S. wars and militarism and spread peace and human rights. 

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CODEPINK · 578 Washington Blvd, #395, Marina Del Rey, CA 90292, United States

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

FEMINISMO RADICAL - INSTRUMENTO DA CLASSE NO PODER

Hoje em dia, devido à ideologia identitária e à sua ubiquidade, muitas pessoas, pelo simples facto de serem do sexo masculino, heterossexuais e de pele branca, são perseguidas, humilhadas e discriminadas. 
Em causa está uma concepção completamente falsa, ideológica do feminismo. 
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A histeria anti-«macho» chegou a pontos extremos, que se traduzem por punições, caso um homem use expressões como «violação» num contexto diferente do sentido  de «acto sexual forçado exercido por homem sobre mulher». Sim, parece incrível, mas é verdade: um treinador de futebol americano foi punido por usar o termo, a propósito de um jogo disputado entre sua equipa e uma equipa adversária.

                        Resultado de imagem para Kavanaugh
                                    [Kavanaugh e sua acusadora,  perante a comissão do Congresso]

Um candidato a juiz do Supremo Tribunal dos EUA foi interrogado pelo facto de uma mulher o acusar de «violação»: as alegações sobre os factos, ocorridos há mais de três décadas, são confusas e pouco substanciadas, havendo cada vez maiores suspeitas de que tudo foi uma peça montada para contrariar a subida deste juiz a um cargo, pelo facto de ele ter uma postura conservadora, não por qualquer comportamento inadequado, que - provavelmente - não teve
Acresce que o caso é «julgado» na praça pública, arrasando a reputação pessoal de Kavanaugh e  afectando brutalmente a sua família. O único processo que poderia ser considerado digno, num país civilizado, seria o da referida Senhora apresentar queixa judicial, abrir-se um processo judicial e ser o tribunal competente a decidir, se sim ou não, houve crime. 
Em vez disso, há uma farsa de «julgamento» em que parlamentares (deputados e senadores) conduzem os interrogatórios e decidem, com base nesse pseudo-inquérito público, se Kavanaugh tem ou não o direito de tomar assento no referido Supremo Tribunal. 

O cúmulo da hipocrisia foi atingido na Suécia, onde um Professor de neurofisiologia foi posto em causa por ter afirmado uma coisa tão simples e evidente: que existem diferenças anatómicas entre homens e mulheres. Foi o suficiente para uma campanha de difamação das feministas radicais, ao ponto do reitor ter de abrir um inquérito. O professor em causa afirma que apenas é motivado por ensinar factos científicos, sem qualquer intenção ideológica por detrás. 
Assim, a liberdade dos cientistas e dos professores universitários já está começando a ser posta em causa em várias instâncias, como relatado por Paul Craig Roberts, entre outros. 

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                 [publicidade a brinquedo «não-discriminatório», na Suécia]

A discriminação contra os homens heterossexuais brancos tornou-se tão comum ao nível das relações de trabalho e não só no meio académico, que existem cada vez mais casos em que pessoas competentes são simplesmente discriminadas, preteridas. 
Por outro lado, em profissões com prestígio social, o favorecimento sistemático de mulheres, simplesmente por o serem, ou de pessoas de raça não branca, simplesmente para satisfazer a «quota de diversidade», conduz ao abaixamento geral da qualidade, tanto nas instituições universitárias, como nas outras. 
   
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           [As mulheres já são maioria dos magistrados em muitos países] 

As mulheres verdadeiramente livres, deveriam combater esta onda de discriminação, não apenas pelo simples facto de que a igualdade entre pessoas - igualmente dignas de respeito e usufruindo dos mesmos direitos - está a ser posta em causa. Nalguns casos, é legítimo pensar que determinadas pessoas alcançam determinado cargo, simplesmente pela anatomia (raça, sexo); isto não favorece a luta contra a desigualdade e contra as discriminações, antes vai acirrar a «guerra entre os sexos» e a «guerra racial», o que serve às mil maravilhas a classe dominante nos EUA ou noutras paragens. 

Imaginem o que seria se toda a energia, para não dizer o ódio, das feministas radicais se virasse contra os verdadeiros/as opressores/as! 
Mas estes grupos vivem de criar e avivar divisões entre oprimidos.                         
A oligarquia, os muito poucos, conseguem dominar assim a multidão, pela velha técnica de «dividir para reinar».