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domingo, 1 de março de 2026

Crónica da IIIª Guerra Mundial [ nº56]: SERÁ ESTA A ÚLTIMA?

 Quando rebentou a 1ª Guerra Mundial, numerosos jovens recrutas estavam contentes: « Esta guerra será a última!» clamavam eles. Os propagandistas da guerra, de todas as nações e facções, reforçavam este mito. A guerra mais cruel e destruídora que a humanidade tinha visto, até então, acabou num «armistício». Mas, este «armistício» não deu azo a que se construísse uma verdadeira paz. Na verdade, o período de 20 anos entre as duas Guerras Mundiais, foi um longo «falso armistício», entrecortado por guerras e pela subida de forças totalitárias apoiadas em ideologias e em sentimentos de raiva, de «desforra», de nacionalismos e ódios étnicos. 

Mas, tudo isso era insuflado, discretamente, pelos grandes potentados industriais das nações maiores, os quais tinham consolidado os seus impérios graças à Iª Guerra e estavam desejosos por ver de novo as diversas nações escoar o sangue dos seus jóvens em amplos rios tingidos de vermelho. 

Eles- os industriais - sabiam que seriam eles os vencedores, quer fossem  alemães, britânicos ou americanos... Não esqueçamos que o grande capital já estava muito internacionalizado, nas décadas de 1920 e de 1930. As empresas industriais do aço podiam fornecer aço para fabricar blindados alemães, americanos, ou franceses. 

Os produtos das indústrias químicas eram produzidos numa nação, ou em várias, mas revertendo sempre o lucro para um número pequeno de grandes empresas e seus proprietários, que detinham as patentes destes produtos. 

A banca também lucrava, de várias maneiras, com a guerra: Receptadora de contas bancárias, intermediária em negócios multimilionários, emprestando (com juros) aos Estados endividados, etc.

Desta vez (como tenho escrito repetidamente), na «IIIª Guerra Mundial» não existe uma declaração de guerra, nem, por vezes, atos de hostilidade, continua a haver comércio, as embaixadas continuam abertas, em muitos casos. Mas, existe uma sucessão de guerras, cada uma delas trágica para os que nela estiveram envolvidos, desde a re-balcanização da ex-Jugoslávia, às guerras em África, ora no Norte de África, ora no Sul, no Leste ou Oeste. Nestas, os campos opostos estavam a ser armados por potências, das quais os países africanos foram ex-colónias, ou regimes neo-coloniais. Um cenário semelhante tem existido nas guerras da Ásia Ocidental e Central. Enquanto uma zona estava em pleno furor, noutra abrandavam os atos bélicos, sem garantia de não voltarem a reacender-se amanhã. 

- E os grandes poderes? Os que acumulam riqueza à custa dos outros povos, principalmente e que se serviram dos seus conhecimentos do estado interno daquelas nações, para colocar uns contra os outros, atiçando guerras civis, apoiando ou derrubando um ditador, mas para exclusivo proveito do seu domínio?

- As potências tecnológicas? Estarão elas «inocentemente» a desenvolver maravilhas microinformáticas, que depois são desviadas para fins bélicos? Ou são parte integrante do complexo militar-industrial dos países mais poderosos? São «unha com carne» com as indústrias armamentistas, que usam seus «chips» (processadores) e sua tecnologia informática, desde a espionagem, até aos mais sofisticados drones e mísseis ?

- E os bancos, que estão eles a fazer? Não creio que fiquem «de mãos cruzadas». Eles se posicionaram, desde há longo tempo, para dominar a cena internacional. Têm sido eles, os vencedores reais, quaisquer que sejam os vencedores nominais! Amshel Rotschild dizia: «não me interessa quem governa uma nação, desde que seja eu quem controla o seu banco central». Com efeito, através dos empréstimos, a grande banca tem as nações presas pelo mecanismo da dívida pública, sendo esta um tipo de empréstimo especial, cujos contratos são assinados pelos poderes políticos do momento; mas o pagamento recai sobre o povo desse país e mesmo, sobre seus descendentes. As pessoas e seus descendentes são  ignorantes e não-participantes em tais negócios. Mas, são sempre eles que pagam (com juros) os empréstimos para as guerras.

E por falar em pagar... Já viram que os povos estão a contribuir para acções militares para as quais nunca foram consultados? Quem diria que a questão da guerra e da paz, certamente  questão da maior relevância política, nunca é discutida publicamente, seriamente, com candidatos que têm uma clara visão sobre o assunto e com posições afirmadas nos órgãos legislativos? É como se o povo... não fosse chamado para o assunto. 

A «questão da guerra», dizem os dirigentes entre si, «não deve nunca ser discutida pelo povo, especialmente quando as nações se preparam para a fazer»!

Enquanto as pessoas viverem numa infância prolongada, pela irresponsabilidade e mantida pelo circo eleitoral e «democrático», continuará a haver guerras...

Como dizia Einstein, «Não sei, ao certo, como será combatida a IIIª Guerra Mundial, mas a IVª sei: Será combatida com pedras e paus». 


Haverá ou não mais guerras?

- A questão desdobra-se em duas alternativas: Consoante o futuro se assemelhe mais a uma ou a outra, assim teremos, ou não, guerras.

A) A cidadania dos diversos países toma controlo dos assuntos políticos, tendo poder de decisão democrática em tudo o que respeita às nações respectivas. 

A guerra torna-se impossível porque, naturalmente, as contendas serão resolvidas diplomaticamente, à mesa de negociações, nunca no terreno de batalha, pois os povos sabem perfeitamente que esta última hipótese nunca traz resolução justa verdadeira.


B) A cidadania dos diversos países continuará a seguir os líderes do momento, os quais serão, na verdade, os paus-mandados das grandes fortunas (industriais, financeiras, tecnológicas...). Continuará a haver guerras. Porque a lógica do poder fará com que a guerra continue sendo um negócio muito lucrativo para esse mesmo poder.

Vemos que o futuro está nas nossas mãos. Além disso, somos todos/as responsáveis pelo que se está a passar. Quer tenhamos apoiado ou não os atuais dirigentes políticos, a nossa responsabilidade é de não permitir que as nações continuem a recorerr à violência maior de todas, ao crime mais hediondo, para resolver suas contradições. A nossa abstenção - não no voto, mas na ação - é, afinal de contas, conivência com o que se está a passar. Independentemente de apoiarmos, ou não, um dos lados em contenda. 

Porquê? Porque os cobardes que nos (des)governam só conseguem chegar aos seus fins, se houver nossa anuência, nossa tolerância, nosso «deixar fazer». Reparem que, em situações passadas, relativamente próximas de nós: Vários governos foram obrigados a negociar acordos de paz com o outro lado, por pressão da opinião pública do seu país, mesmo quando a situação militar, só por si, não tinha chegado ao colapso.


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PS1: Tenho lido críticas sobre a «fraca resposta» da Rússia e da China em defesa da Venezuela ou, agora, do Irão:

As grandes potências que são a Rússia e  a China, não iriam cometer o erro de confrontar diretamente os EUA e a OTAN, para salvar um regime, por mais que - em termos geoestratégicos - seja importante. 

Com efeito, nem Irão, nem Coreia do Norte, nos seus acordos bilaterais com a Rússia, têm cláusulas que obriguem esta última a ir combater em defesa das primeiras, quando agredidas. O contrário acontece com o tratado da OTAN: Segundo o artigo 5º, quando atacada, uma nação da OTAN recebe automaticamente apoio militar das outras.
Os BRICS são um conjunto de nações que se reúnem para decidir sobre estratégias económicas, sobretudo. Não existe componente militar nos BRICS. A Organização de Cooperação de Xangai, tem como objeto explícito combater ameaças terroristas. Tem sido mobilizada para combater infiltrações de organizações terroristas no interior dos territórios dos seus membros. 
Na verdade, pode-se argumentar que Israel e os EUA são estados terroristas. Mas, a guerra total entre blocos é desejada pelos neocons. Os dirigentes da Rússia e da China, pelo contrário, estão a ajudar o Irão (na frente diplomática, isolando os EUA e Israel, fornecendo armas poderosas, etc.) sem se envolverem diretamente. Eles sabem que isso implicaria um confronto direto com os EUA. 
Os que controlam a agressão ao Irão, serão os EUA ou Israel? Penso que -de novo - Trump fez a vontade a Netanyahu: Receio que este último disponha de poderosos meios de chantagem, em relação a Trump e a outros membros da Administração. Só isso pode explicar a fuga para a frente, que corresponde a este ataque, não motivado, contra o Irão.
Nas muito recentes* conversações de Genebra, o ministro dos Estrangeiros iraniano tinha proposto ao lado americano um mecanismo para não haver acumulação de material radioativo no Irão, o que implicava a impossibilidade de possuir as quantidades necessárias para fazer uma bomba. Esta proposta ia mais além das garantias dadas nas conversações de 2015, que desembocaram no acordo designado por JCPOA, do Irão com os EUA, Alemanha, França e Reino Unido. Este acordo foi denunciado unilateralmente aquando da 1ª presidência Trump, em 2018.

PS2: 



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*Iniciadas a 6 de Fevereiro de 2026 e terminadas (interrompidas) a 26 de Fevereiro do mesmo ano. Na altura, Israel estava já ameaçando com ações «punitivas» o Irão. Os israelitas desencadearam o primeiro ataque com mísseis pouco tempo depois, a 28 de Fevereiro, seguidos imediata e coordenadamente, por ataque dos EUA.




segunda-feira, 16 de maio de 2022

Declaração Global COVID Summit Representando 17.000 Médicos e Cientistas Médicos



Por Dr. Robert Malone

Uma declaração conjunta*, representando 17.000 médicos e cientistas médicos para acabar com a emergência nacional, restaurar a integridade científica e abordar crimes contra a humanidade


A hora é agora. Como a maioria dos leitores já sabe, não se trata apenas do COVID. A constituição está na balança. Por favor, ajude-nos a espalhar essas mensagens por toda parte. Os 17.000 médicos e cientistas médicos em nossa organização, que não estão em conflito financeiro e permanecem comprometidos com o Juramento de Hipócrates, estão fazendo a sua parte. Agora, pedimos que você nos ajude a ajudá-lo. Nós precisamos da sua ajuda.

Cimeira Global COVID, Declaração IV

Uma Declaração Conjunta, representando 17.000 Médicos e Cientistas Médicos 

Para restaurar a integridade científica

17.000 médicos e cientistas médicos declaram que o estado de emergência médica deve ser levantado , a integridade científica restaurada e os crimes contra a humanidade abordados.

Nós, os médicos e cientistas médicos do mundo , unidos por nossa lealdade ao Juramento de Hipócrates, reconhecemos que as desastrosas políticas de saúde pública COVID-19 impostas aos médicos e nossos pacientes são o culminar de uma aliança médica corrupta de farmacêuticos, seguros e instituições de saúde, juntamente com os fundos financeiros que os controlam. Eles se infiltraram em nosso sistema médico em todos os níveis e são protegidos e apoiados por uma aliança paralela de grandes empresas de tecnologia, mídia, acadêmicos e agências governamentais que lucraram com essa catástrofe orquestrada.

Essa aliança corrupta comprometeu a integridade de nossas sociedades médicas de maior prestígio às quais pertencemos, gerando uma ilusão de consenso científico ao substituir a verdade pela propaganda. Essa aliança continua a promover alegações não científicas censurando dados e intimidando e demitindo médicos e cientistas por simplesmente publicar resultados clínicos reais ou tratar seus pacientes com medicamentos comprovados que salvam vidas. Essas decisões catastróficas ocorreram às custas dos inocentes, que são forçados a sofrer danos à saúde e morte causados ​​pela retenção intencional de tratamentos críticos e urgentes, ou como resultado de injeções de terapia genética coagidas, que não são seguras nem eficazes.

A comunidade médica negou aos pacientes o direito humano fundamental de fornecer consentimento informado verdadeiro para as injeções experimentais de COVID-19 . Nossos pacientes também estão impedidos de obter as informações necessárias para entender os riscos e benefícios das vacinas e suas alternativas, devido à ampla censura e propaganda espalhada por governos, autoridades de saúde pública e mídia. Os pacientes continuam a ser submetidos a confinamentos forçados que prejudicam a sua saúde, carreira e educação dos filhos e prejudicam os laços sociais e familiares críticos para a sociedade civil. Isto não é uma coincidência. No livro intitulado “COVID-19: The Great Reset”, a liderança desta aliança afirmou claramente que sua intenção é alavancar o COVID-19 como uma “oportunidade” para redefinir toda a nossa sociedade, cultura, estruturas políticas e economia globais.

Nossos 17.000 médicos e cientistas médicos do Global COVID Summit representam uma comunidade médica global muito maior e esclarecida que se recusa a ser comprometida e está unida e disposta a arriscar a ira da aliança médica corrupta para defender a saúde de seus pacientes.

A missão do Global COVID Summit é acabar com essa crise orquestrada, que foi ilegitimamente imposta ao mundo, e declarar formalmente que as ações dessa aliança corrupta constituem nada menos que crimes contra a humanidade.

Devemos restaurar a confiança do povo na medicina , que começa com o diálogo livre e aberto entre médicos e cientistas médicos. Devemos restaurar os direitos médicos e a autonomia do paciente. Isso inclui o princípio fundamental da sagrada relação médico-paciente. A necessidade social para isso está atrasada há décadas e, portanto, nós, os médicos do mundo, somos obrigados a agir.

Após dois anos de pesquisa científica, milhões de pacientes tratados , centenas de ensaios clínicos realizados e dados científicos compartilhados, demonstramos e documentamos nosso sucesso na compreensão e no combate ao COVID-19. Ao considerar os riscos versus benefícios das principais decisões políticas, nosso Global COVID Summit de 17.000 médicos e cientistas médicos de todo o mundo chegaram a um consenso sobre os seguintes princípios fundamentais:

  1. Declaramos e os dados confirmam que as injeções de terapia genética experimental COVID-19 devem terminar.
  2. Declaramos que os médicos não devem ser impedidos de fornecer tratamento médico que salva vidas.
  3. Declaramos que o estado de emergência nacional, que facilita a corrupção e prolonga a pandemia, deve ser imediatamente encerrado.
  4. Declaramos que a privacidade médica nunca mais deve ser violada e todas as restrições sociais e de viagem devem cessar.
  5. Declaramos que as máscaras não são e nunca foram uma proteção eficaz contra um vírus respiratório transmitido pelo ar no ambiente comunitário.
  6. Declaramos que o financiamento e a pesquisa devem ser estabelecidos para danos, morte e sofrimento da vacinação.
  7. Declaramos que nenhuma oportunidade deve ser negada, incluindo educação, carreira, serviço militar ou tratamento médico, por falta de vontade de tomar uma injeção.
  8. Declaramos que as violações da Primeira Emenda e a censura médica por parte do governo, empresas de tecnologia e mídia devem cessar, e a Declaração de Direitos deve ser mantida.
  9. Declaramos que Pfizer, Moderna, BioNTech, Janssen, Astra Zeneca e seus facilitadores retiveram e omitiram intencionalmente informações de segurança e eficácia de pacientes e médicos, e devem ser imediatamente indiciados por fraude.
  10. Declaramos que o governo e as agências médicas devem ser responsabilizados.

*Retirado do site de Global Research. Versão em inglês, aqui: https://www.globalresearch.ca/global-covid-summit-declaration-iv/5780294

Nota aos leitores: Sinta-se à vontade para republicar e compartilhar amplamente os artigos da Global Research.

A imagem em destaque é da Children's Health Defense