Um grande vulto do humanismo cristão, que sacrificou a carreira e tudo de sua vida, para salvar um número elevado (de 10,000 a 30,000 pessoas) de refugiados, em 1940 no consulado de Bordeaux, em França.
Foi reconhecido como um justo pelas autoridades religiosas judaicas de Israel; o seu reconhecimento em Portugal e a reparação do que Salazar lhe fez, veio apenas no decurso da IIIª República, posterior ao 25 de Abril de 74.
Os seus restos mortais repousam no Panteão nacional, junto de outras grandes figuras homenageadas por seus méritos.
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