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segunda-feira, 6 de abril de 2026

A «PLANDEMIA» E AS VACINAS «MILAGRE» NÃO APARECERAM POR MILAGRE...

Eles sabiam todos - à partida - que a «vacina» anti-COVID era um veneno. 

As supostas teorias da conspiração são agora objeto, na Holanda, de uma ação legal. Só pelo facto dela ter sido aceite, isso significa que existem factos que estiveram escondidos e que apareceram, mais tarde, à luz do dia. 

Várias evidências apontam para a monstruosa conspiração (sem aspas), da oligarquia: 

- Bill Gates e a sua fundação, mas não só (também J. Epstein e JP Morgan); 

- Os gigantes da indústria farmacêutica (Pfizer e as outras) 

- O «fanfarrão» da OTAN, o 'inefável' Mark Rutte, o ex-primeiro ministro holandês e o DoD ((Department of Defense, EUA)




https://www.youtube.com/watch?v=lQiubYh2bsI


(extraído do texto de apresentação do vídeo)
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Sasha Latypova joins us to break down her latest reporting on leaked internal AstraZeneca audio and what she says it reveals about the real structure behind the COVID response. We dive deep in the latest civil lawsuit in Amsterdam which saw Bill Gates, Albert Bourla, and Mark Rutte forced to testify about how they conspired to create "Project Covid."

In this interview, we dig into Sasha’s claims about DARPA’s early pandemic planning, the role of the Department of Defense, the February 4, 2020 timeline, and why she believes the public was sold a very different story from what was happening behind the scenes. If her interpretation is correct, this was not just a public health response — it was something much bigger."

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RELACIONADO:

Na conferência, o Prof. Werrner descreve, sem hesitações, a questão do COVID como uma conspiração:

https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2026/04/sobre-cbdcs-conferencia-do-prof-richard.html

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

CONTROLO DE PRAGAS OU GUERRA BIOLÓGICA?

                

Uma nova invenção à «Dr. Frankenstein» prepara-se no segredo dos laboratórios da DARPA 

Segundo os proponentes da nova biotecnologia, trata-se de fazer com que vírus vegetais capazes de integrar o seu material genético no genoma das plantas infectadas sejam vectores de genes conferindo resistência a pragas, a condições adversas como secas, etc:

        

No entanto, os críticos deste desenvolvimento apontam o facto de que este tem um potencial de dualidade de utilização: ou seja, tanto pode servir para ajudar a proteger culturas, como a disseminar doenças das plantas que arruinariam as culturas de um país inimigo. Este tipo de tecnologias com uso «dual» é explicitamente proibido no âmbito da convenção (assinada pelos EUA) de proibição de armas biológicas. Aquilo que mais faz as pessoas duvidar das boas intenções do referido programa da DARPA é que são bem conhecidas e dominadas as tecnologias de pulverizar aerossóis com vírus (sem necessidade portanto de insectos como vectores). Os críticos da DARPA argumentam, com bom-senso, que a pulverização de tais vírus seria suficiente para proteger as culturas, não sendo de todo necessário os tais insectos-vectores. Além do mais, esses insectos-vectores não são controláveis, ao contrário da pulverização com vírus. 
Por outro lado, o desvio deste instrumento como arma biológica é facílimo, pois basta serem inseridos, nos vírus-vectores, certos genes que inviabilizem as culturas e disseminados os insectos, num país inimigo.

Alguns entusiasmam-se com o desenvolvimento de instrumentos de biotecnologia que tal programa irá trazer, como efeito «colateral». Porém, creio que o risco de uso indevido é demasiado elevado e que estes progressos tecnológicos podem ser levados a cabo noutro tipo de programas, que não tenham o aspecto «Dr. Frankenstein» deste!