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sábado, 7 de fevereiro de 2026

MISTÉRIOS QUE ESTE QUADRO ESCONDE... À VISTA DE TODOS

 




O famoso quadro de Bruegel, o Velho, surge como um apanhado de cenas da colheita de trigo e da vida camponesa, que ele pode ter muitas vezes observado na Flandres, sua terra natal, então pertencente ao Império dos Habsburgs.

Mas será que este é um quadro  apenas sobre um momento idílico da vida camponesa? A comentadora, pertencente ao Metropolitan Museum of Art, aprofunda os detalhes, as incoerências, no quadro deste mestre, pintado cerca de 1565. Se ouvir atentamente, vai descobrir que a pintura de Bruegel não é assim tão fácil de decifrar, como pode parecer, à primeira vista.

NOTA: Na tradição realista europeia, era comum pintar personagens do povo, não como figurantes, mas como protagonistas da cena pintada. Naturalmente, pensamos em Bruegel, o célebre pintor que nos dá a ver as autênticas tradições, de um povo com suas corveias e prazeres. Mas, não podemos esquecer que ele não foi o único; Jerónimo Bosch, antes de Bruegel, já tinha representado o povo, com verve e realismo. Muitos artistas da Flandres e Países Baixos especializaram-se, na mesma época e posteriormente, em pintar cenas campestres. 
Também na Itália, Península Ibérica e noutras regiões, era frequente cenas camponesas estarem inseridas na paisagem de fundo duma tela, cujo tema em primeiro plano, era uma cena religiosa ou profana. Tratava-se então de «um quadro dentro do quadro». Como também é o caso no quadro d'«A Colheita», aqui apresentada.

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