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segunda-feira, 15 de junho de 2026

RÃO KYAO - tão internacional e tão português [Segundas-f. musicais nº62]

UM ARTISTA TÃO INTERNACIONAL E TÃO PORTUGUÊS


(Para ouvir os 14 temas seleccionados da playlist, clicar AQUI)


https://www.youtube.com/playlist?list=PLUv1WgIwP9IObZQNNgQGKkyLdHF2iqms6

Conheci pessoalmente, por acaso, Rão Kyao nos bastidores dum festival de Jazz de Cascais, há muitos anos, não me lembro exactamente quando; apenas sei que foi nos anos 1980.

Ele domina um vasto espectro de instrumentos e de estilos musicais. Além das adaptações instrumentais, belíssimas, de música popular portuguesa, na flauta de bambu e saxofone, ele tem muitas composições originais. 

A playlist que aqui apresento, dá uma ideia do sincretismo musical de Rão Kyao: além de se inspirar no folclore de Portugal, também recorre a temas da Índia, do Norte de África, da China, etc.

A sua discografia é muito vasta. Os discos meus preferidos são «Fado Bailado» e «Estrada da Luz».  

Sua produção tem mantido uma elevada qualidade, ao longo dos anos. 


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

[Joan Baez] There But For Fortune + So We'll Go No More A-Roving



... E surgiu uma voz que iluminou os palcos, mas sobretudo os espaços livres, os espaços públicos.
Era uma voz aguda, cristalina, sem afetação, com a segurança e expressividade de alguém com perfeita formação vocal. 
Em 1964-65 era simplesmente outra coisa, não era folk, não era clássico, não era blues, nem pop. Era simplesmente Joan Baez. 

Surgiu, como por encanto, na minha vida, como na vida de muitos milhares de jovens dos anos sessenta. Sempre me acompanhou na minha vida, o disco agora reproduzido; pelo menos, na minha memória auditiva. 



[Fui buscar à Poetry Foundation a  balada de Lord Byron, parece-me que é uma versão ligeiramente diferente da cantada pela Joan Baez, mas gosto de ambas!]

So We'll Go No More a Roving

Related Poem Content Details

So, we'll go no more a roving 
   So late into the night, 
Though the heart be still as loving, 
   And the moon be still as bright. 

For the sword outwears its sheath, 
   And the soul wears out the breast, 
And the heart must pause to breathe, 
   And love itself have rest. 

Though the night was made for loving, 
   And the day returns too soon, 
Yet we'll go no more a roving 
   By the light of the moon.