PÁGINAS
sábado, 18 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
REVIVER O ECOSSISTEMA ATRAVÉS DE (RE)INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES SELVAGENS
NA SERRA DE GUADALAJARA, EM ESPANHA
https://www.youtube.com/watch?v=2puOUHPivH8
quinta-feira, 16 de abril de 2026
«O PARADOXO DO TEMPO» (Richard Feyman)
A melhor divulgação científica pelo físico e Prémio Nobel Richard Feynman
quarta-feira, 15 de abril de 2026
LÍDER DA OPOSIÇÃO DE TAIWAN EM VISITA À CHINA + «blackout» mediático sobre BRI
https://www.youtube.com/watch?v=fiDtfdBYHBQ
terça-feira, 14 de abril de 2026
O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO AMERICANO (PROF. JIANG)
segunda-feira, 13 de abril de 2026
ROTAS DA SEDA COM MILHARES DE ANOS
Um manancial de factos históricos que são ignorados no Ocidente!
domingo, 12 de abril de 2026
O MENINO DE LAPEDO, UM ACHADO DA MAIOR IMPORTÂNCIA
Datado do paleolítico superior
sábado, 11 de abril de 2026
MARROCOS: DESCOBERTAS RELACIONADAS COM GÉNESE DOS HUMANOS MODERNOS
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Corbett report: «Nova Ordem Multipolar = Nova Ordem Mundial»
quinta-feira, 9 de abril de 2026
A VELOCIDADE DA LUZ - Leonard Susskind
quarta-feira, 8 de abril de 2026
FIASCO DE OPERAÇÃO DE "SALVAMENTO" E CONSEQUÊNCIAS [CRÓNICA DA IIIª GUERRA MUNDIAL Nº60]
Este fiasco teve consequências, de certeza, pois fez Trump mudar de tom, contrastando com a arrogância e grosseria exibida algumas horas antes, com um ultimatum que implicava a destruição de estruturas absolutamente indispensáveis para a vida civil, como as centrais elétricas, as unidades de dessalinização e as pontes, caso o Irão não «abrisse» o Estreito de Ormuz.
[Crónica da IIIª Guerra Mundial nº 59] QUANDO OS EUA CAIRAM NA ARMADILHA
terça-feira, 7 de abril de 2026
CRIMES DE GUERRA E SEU ENCOBRIMENTO [PROPAGANDA 21, Nº31]
segunda-feira, 6 de abril de 2026
O QUE SE ESPERA DAS FORÇAS POLÍTICAS E SOCIAIS CONTRÁRIAS A ESTA GUERRA E AO AUTORITARISMO?
- Estamos em guerra, é a IIIª Guerra Mundial.
- Esta evidência, infelizmente, toda a gente a tem, hoje. Porém, eu já tinha esta noção de que estávamos numa IIIª Guerra Mundial, desde 1999 e do ataque da OTAN (ilegal face à Lei Internacional), contra a Sérvia; a chamada guerra do Kosovo.
A quantidade de «palcos» de confronto violento multiplicaram-se, é impressionante. A maioria concentra-se no Médio Oriente. Muitas guerras atuais estão no prolongamento de guerras que já vêm do século XX (e algumas, desde o final da 1ª Guerra Mundial).
O que os ocidentais têm tido como «desenvolvimento», não é senão a continuidade da exploração colonial, e depois ex-colonial. Claro que as pessoas que beneficiam de uma situação de abundância e privilégio, vão dizer que ela se deve ao seu mérito próprio. Os ocidentais pensam-se como civilização superior, com um nível de desenvolvimento maior que as outras partes do globo. Mas isto é falso, sem dúvida, por dois motivos:
- A maneira como podemos medir o grau de civilização é, antes de mais, como os cidadãos de um determinado espaço civilizacional reagem em defesa dos valores da civilização onde estão banhados. Os ocidentais pretendem ser democráticos e viver em democracias. Mas, logo que algo se torne menos confortável para eles, abandonam - na prática - os princípios democráticos. Logo que se verifica uma corrente emancipatória dos oprimidos doutras partes do Globo ou até de seu próprio país, deixa de haver democracia.
A repressão feroz aos movimentos emancipatórios de ex-colónias, em África, na Ásia e na América Central e do Sul, mostrou a «democracia» deles, os oligarcas e seus lacaios, os governos ocidentais. Igualmente, em relação à classe operária, ou pessoas em rutura política dos sistemas ditos democráticos, verificaram-se episódios de uma violência inultrapassável.
Os sucessivos crimes contra a humanidade da parte do governo sionista de Israel tiveram o aplauso de muitos e o silêncio envergonhado de outros. O mesmo se está a passar hoje, com o Líbano e com o Irão.
Outra medida do estádio civilizacional é procurar de saber e compreender as ideias, os costumes, o modo de ser e pensar dos outros povos. Porém, na sociedade ocidental atual, não existe sequer tolerância para com outras etnias, outras culturas, outros modos de estar. Quanto muito, existe condescendência em relação às formas de cultura dos não-ocidentais, um reflexo do colonialismo: O civilizado ignora as formas artísticas, filosóficas e científicas de outras culturas, não as percebe nem tenta fazê-lo, ele ignora as histórias das sociedades extra-europeias respectivas.
O nacionalismo tornou-se a forma estereotipada de rejeição do outro. Esta visão foi incutida pelos elementos mais retrógados e opressores das classes oligáriquias ocidentais, como forma de impedir a solidariedade com povos coloniais ou ex-coloniais, da parte dos povos que foram, num certo momento histórico, seus colonizadores. Este racismo e colonialismo das mentalidades ocidentais, permite que a oligarquia desvie de si própria a raiva e frustração dos explorados. Canaliza este ódio em direção aos outros povos, sobretudo aos emigrantes.
A natureza desta Guerra Mundial é de se desenrolar num processo contínuo de aumento de tensões, provocações e das várias formas de guerra : Económica, com as sanções, a ingerência ou subversão dos países inimigos ou ainda, o isolamento diplomático, o bloqueio e, por fim, guerra dita «cinética».
A lenta e inexorável erosão das liberdades nos países que se afirmam como «democracias», acompanha a marcha em direção à guerra. O empobrecimento das populações, a diminuição drástica dos orçamentos sociais dos Estados, vai de par com o reforço - em efetivos e em equipamentos - das forças armadas e policiais, em prevenção de prováveis insurreições. As pessoas que criticam a deriva autoritária, sem terem - no entanto - feito nada contra as leis, apenas exercendo o seu direito à livre palavra, ao pensamento crítico, são perseguidas, sujeitas a sanções extra-judiciais, confirmando-se deste modo a morte do Estado de Direito, do respeito pela legalidade constitucional. As leis e atuações dos Estados, também vão sendo transformadas, com vista ao controlo social total.
O totalitarismo não se instaura, necessariamente, por um golpe de Estado ou uma subversão brusca da ordem constitucional. Existem bastantes exemplos que mostram o deslisar dos Estados: Eles aparentam ser democráticos, mas são Estados onde a democracia verdadeira desapareceu, ou seja, restam leis e constituições democráticas, sem qualquer relação com a realidade, pois estão constantemente a ser pisadas, pelas próprias entidades que tinham o dever de defendê-las.
A inadequação das pessoas e das organizações para enfrentar e combater este «fascismo deslizante», é trágica: Ela configura a incapacidade dos líderes em ver o presente tal como ele é. Alguns estão imbuídos de modelos históricobs passados, que os impedem de captar o que a situação atual tem de inédito.
É preciso e urgente uma viragem para nova visão da política. O objetivo deve ser construir uma organização flexível, para combater o autoritarismo, que abafa e acaba por estrangular os elementos de democracia ainda presentes em nossas sociedades. Sem auto-censura, nem anátemas, deve-se agrupar, de forma ampla, as numerosas pessoas, as diversas forças sociais e políticas, realmente interessadas em impedir que um regime autoritário se instale.
A «PLANDEMIA» E AS VACINAS «MILAGRE» NÃO APARECERAM POR MILAGRE...
Eles sabiam todos - à partida - que a «vacina» anti-COVID era um veneno.
As supostas teorias da conspiração são agora objeto, na Holanda, de uma ação legal. Só pelo facto dela ter sido aceite, isso significa que existem factos que estiveram escondidos e que apareceram, mais tarde, à luz do dia.
Várias evidências apontam para a monstruosa conspiração (sem aspas), da oligarquia:
- Bill Gates e a sua fundação, mas não só (também J. Epstein e JP Morgan);
- Os gigantes da indústria farmacêutica (Pfizer e as outras)
- O «fanfarrão» da OTAN, o 'inefável' Mark Rutte, o ex-primeiro ministro holandês e o DoD ((Department of Defense, EUA)
https://www.youtube.com/watch?v=lQiubYh2bsI
RELACIONADO:
Na conferência, o Prof. Werrner descreve, sem hesitações, a questão do COVID como uma conspiração:
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2026/04/sobre-cbdcs-conferencia-do-prof-richard.html
[Segundas-f. musicais nº55 ] CONCERTO DE VIVALDI PARA FAGOTE
Antonio Vivaldi: Bassoon Concerto in D minor R.V. 481
domingo, 5 de abril de 2026
BOLHA DE IA PRESTES A REBENTAR...
... O motivo não é uma deficiente procura de ativos de empresas de IA, em relação à oferta, ou de qualquer desequilíbro entre a oferta e a procura, nos mercados bolsistas...
AI Bubble Pop - Half of AI Data Centers Cancelled or Delayed
sábado, 4 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Obras de Manuel Banet : «VIAGEM INAUGURAL DA BORBOLETA»
Estou no meu berço-tumba
Crisálida aguardando a primavera
Meu corpo não mexe
Mas meu espírito agita-se
Tenho um mundo novo
A descobrir e a percorrer
Cada vez que isto me acontece
Tenho a impressão de renascer
Apenas a impressão, afinal
Pois aquele envólucro
Apenas protege a substância
Do ser; o qual permanece
Como todas as minhas irmãs
Tomo rumo pelo Sol
Sei de que néctar me nutrir
E que flores fecundar
Ninguém me ensinou
O que tenho encriptado.
Meu corpo é efémero,
A mensagem é intemporal
PÁSCOA 2026: Dois Concertos Para Violoncelo, de Vivaldi
Um dos concertos para violoncelo de Vivaldi...RV 407
O outro, RV 401, é menos conhecido, mas tem um charme muito próprio...
RELACIONADO:
Pode aqui apreciar o concerto para dois violoncelos, em Sol menor RV 351, NOS 2 LINKS ABAIXO:
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2018/05/concerto-para-dois-violoncelos-em-sol.html
https://www.youtube.com/watch?v=km40O4fqdC8&list=RDKANWHcJVNNU&index=2
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Resumo crítico da atuação de Trump
SOBRE "CBDCs": conferência do Prof. Richard Werner no Parlamento Europeu
quarta-feira, 1 de abril de 2026
PORQUÊ A COTAÇÃO DO PETRÓLEO EM YUAN É UMA MUDANÇA SISTÉMICA?
Todos nós sabemos como é extravagante e mutável o temperamento do (ainda) Presidente dos EUA. As decisões que saem diretamente da sua cabeça, a maioria delas é influenciada pelas pessoas que o rodeiam. Que estas pessoas sejam muito ricas e tenham interesses que divergem muitíssimo do americano comum, está para além de qualquer dúvida. É um sistema oligárquico. Como sistema de governo, não existe nada mais repugnante e -sobretudo - perigoso, para uma nação que ainda é a mais poderosa financeiramente e militarmente. Mas, este estatuto tem um fim, como tiveram todos os impérios no passado. Realmente, os dois pilares principais do poderio dos EUA sobre o Mundo estão fortemente postos em causa: a força militar, desafiada com sucesso pela resistência tenaz e a estratégia inteligente do Irão e dos seus aliados regionais. A hegemonia do dólar, posta em causa através de trocas em moedas locais, ensaiadas com grande sucesso pelos países dos BRICS. Num futuro próximo, a generalização do sistema de pagamento «M-BRIDGE» vai permitir uma expansão e agilização das trocas comerciais completamente fora do sistema SWIFT, controlado pelos EUA. Se houver dois sistemas em concorrência para os pagamentos internacionais, as sanções, armas de guerra económica consideradas ilegais, face à lei internacional, já não terão qualquer eficácia. O próprio sistema financeiro e económico, que durante oitenta anos permitiu que os EUA tivessem um défice comercial e orçamental crónico e cada vez mais acentuado, já não será sustentável. O vídeo abaixo explica em detalhe porquê, tal como outros artigos e vídeos, que tenho postado neste blog.
Páscoa em Paz Para Todos os Povos!
VEJA TAMBÉM COMO UMA «PIADA» INSULTUOSA DE TRUMP A MBS PODE SAIR-LHE MUITO CARA:
PS: Veja o vídeo seguinte:
https://manuelbaneteleproprio.blogspot.com/2026/03/o-fim-do-dolar.ht
VEJA TAMBÉM:
https://youtu.be/PceLdBNlKRU?is=8LNH44uR8HqyQQct
terça-feira, 31 de março de 2026
EM 2026, CHOQUE PETROLÍFERO MAIOR QUE 1973 ?
segunda-feira, 30 de março de 2026
VIVALDI concerto para fagote RV 497
domingo, 29 de março de 2026
Portugal: ESTÁDIO FINAL DA DEPENDÊNCIA
sábado, 28 de março de 2026
O FIM DO DÓLAR
sexta-feira, 27 de março de 2026
O REINO DO ANTI-CRISTO
A leitura do artigo de Israel Shamir, «The Last Stand», impressiona!
Com sua sinceridade, condensa a batalha decisiva entre a Era das brilhantes civilizações, no Oriente e Ocidente, e a nova Era da negação do Espírito Cósmico, da mercantilização de toda a Terra, incluindo dos seres humanos, reduzidos (pela bestialidade dos poderosos) em menos do que as ruínas das cidades e aldeias debaixo das quais estão soterrados.
O Autor não nos indica um sinal de que após este «Apocalipse» possa vir, em tempo de vida humana, nova era de Paz, de Harmonia, de Civilização.
O que se passa agora, porém, não é uma fatalidade. Se temos de aguentar isto, devemos compreender que é consequência da loucura e brutalidade dos que estão agora ao comando (a oligarquia). Mas também, da cobardia de quem se deixa comprar, não fazendo obstáculo, ou mesmo «uivando com os lobos», enquanto as destruições ocorrem diante dos nossos olhos.
Pior do que uma «civilização ateia» - ensaiada em várias nações, mas nunca conseguida - é uma (não)civilização do hedonismo materialista. Este, conseguiu apoderar-se por dentro das civilizações que - embora cheias de defeitos - tinham trazido comunidades humanas para um patamar mais elevado. Patamar esse, de onde os humanos puderam aproximar-se (de mil e uma maneiras) do Divino, da Transcendência, dos Valores Espirituais.
Se pensarmos nos centros de elevada cultura que se transformaram em capitais do culto demoníaco, do hedonismo materialista, verificamos também que a sua degradação não afetou somente a componente exterior, estética, arquitetónica das cidades, mas também o interior do ser humano, das sociedades.
É triste, mas inevitável, constatar que cada vez mais cidadãos se mostram indiferentes aos males, às guerras, à miséria que eles veem quotidianamente. Apenas centrados neles próprios, com o seu ego satisfeito, com o seu «status», não têm sequer um pensamento para a degradação em que a sociedade mergulhou.
Estamos a atravessar um período de loucura colectiva, de desrazão, onde a fúria destruidora prevalece sobre as noções de justiça, de equanimidade, de construção coletiva. Nestas ocasiões, que a humanidade já viveu várias vezes, a cultura, a arte, a ciência, são arrastadas juntamente com a destruição das bases políticas nacionais e internacionais, fundamentos das relações entre indivíduos e entre povos.
Perante esta perspectiva aterradora, interrogo-me se esta convulsão será a última, pois a brutalidade e crueldade são exatamente iguais nos humanos de agora e nos de há milhares de anos atrás.
Mas, os humanos de hoje, têm capacidade de destruição definitiva da sociedade humana e mesmo da vida no Planeta Terra. As armas nucleares, as outras, ditas «convencionais» e as invenções tecnológicas desviadas para fins bélicos, todo esse arsenal, está sob o comando de loucos, psicopatas, criminosos.
A minha possibilidade de intervenção, é junto das pessoas da família, dos amigos, de gente que eu conheço pessoalmente.
Peço a Deus, que pensem nos meus avisos; eles são comuns aos de muitas pessoas sábias e boas (como Israel Shamir e outros). Estas palavras não se destinam a semear mais pânico do que já existe, mas antes é um convite para encontrarmos estratégias para aplacar as desgraças que nos vão (estão a) entrar «pela porta dentro» em nossas vidas.
Quem está atento, tem hipóteses de não se deixar devorar, nesta época de trevas.
Depois das trevas vem a luz, não esqueçam!