O colapso total da economia venezuelana não deixa a muitas famílias outra opção, senão fugir do país, muitas vezes a pé, em condições dramáticas.
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domingo, 15 de julho de 2018
quarta-feira, 27 de junho de 2018
O INSOLÚVEL PROBLEMA DOS REFUGIADOS/ IMIGRANTES

Muitas pessoas, no Ocidente, têm uma abordagem do problema centrada nos princípios dos Direitos Humanos, da igualdade de tratamento, da não-discriminação. Porém, o que se tem passado nos últimos 5 ou seis anos, com os afluxos de refugiados das guerras no Iraque, Afeganistão, Sudão, Líbia e Síria, juntamente com os vindos de países sub-saarianos, deveria ser analisado sobretudo em relação às suas causas. Ou seja, nós para resolvermos um problema, temos de ir às origens desse problema; sem resolvermos as causas, os problemas permanecem, mesmo quando escondidos da superfície. Ora, o problema nº1 chama-se guerras imperialistas desencadeadas pelos EUA, com o apoio explícito e participação de muitos dos seus parceiros europeus da NATO. Note-se que os EUA não sofreram consequências por aí além destas guerras devastadoras, quem teve de suportar o afluxo de refugiados foram, em primeira linha os países fronteiriços, Líbano, Turquia, Jordânia, assim como os países europeus do Mediterrâneo, Grécia, Itália, Espanha... Os países do Médio Oriente e de África, destruídos pelas guerras fomentadas pelo «Ocidente», ficam entregues a bandos armados rivais que ocupam vários territórios e onde a autoridade do governo central não existe de facto, como na Líbia, mas também na Somália e noutros pontos.
A política criminosa de Barack Obama e de Hillary Clinton, que já tinha sido inaugurada por G.W. Bush e Bill Clinton, foi de invocar pretextos falaciosos para intervir militarmente, ao arrepio de qualquer verdadeiro humanitarismo, embora usando forte propaganda para fazer crer que estavam a fazer estas intervenções ao abrigo de (inexistente) «lei» internacional de «ingerência humanitária».
Os segundos responsáveis por esta crise são as ONG (Organizações não-governamentais) fortemente subsidiadas por George Soros (o multi-bilionário globalista, decido a moldar a geopolítica mundial às suas visões). Com efeito - estas ONG - têm comprado barcos para transportar refugiados de um lado para o outro do Mediterrâneo com pretexto de que assim não cairiam nas mãos de passadores sem escrúpulos. «De boas intenções está o inferno cheio», como se costuma dizer, pois estes refugiados, sobretudo económicos, têm à chegada que ficar em campos, pedir asilo, ver o seu pedido recusado e regressarem ao ponto de partida - a expensas dos Estados de acolhimento, sobretudo Itália, Grécia, Espanha, mas também França e Alemanha. Uma longa cadeia de intermediários - entretanto - foi explorando este «gado humano», que escravizam, dentro dos países africanos, antes deles serem acolhidos pelos humanitários das ONG supra-citadas.
A outra rota das emigrações forçadas pela guerra tem sido a do Médio-Oriente ---> Europa central, via Turquia e Balcãs. Aqui, o regime de Erdogan, um dos responsáveis pela guerra «civil» da Síria, exigiu (e conseguiu) que os países da Europa subsidiassem os campos de refugiados que se acumulavam do lado turco da fronteira com a Síria. Mas, em breve, houve desentendimentos, entre o ditador Turco e seus aliados europeus (sobretudo Alemanha), ao ponto de a CIA executar um plano (falhado) de golpe de Estado contra Erdogan. Nessa altura, como vingança ou retaliação, os turcos simplesmente deixaram de reter os refugiados e estes foram encaminhados (pelas ONG subsidiadas por G. Soros, quem mais poderia ser?) para o centro e norte europeu.
Como consequência desta onda, os países República Checa, Hungria, Polónia e Eslováquia, que decidiram que não tinham de pagar o preço de guerras alheias e que não estavam disponíveis para serem invadidos por uma maré de imigrantes não desejados, criaram um grupo dissidente das políticas migratórias, fazendo frente ao directório franco-alemão e à comissão de Bruxelas. Em consequência também desta crise dos refugiados, subiram em popularidade e em votos os partidos de extrema-direita ou soberanistas, em todo o espaço em que tais vagas de migrantes desembarcaram.
Agora, temos de compreender a razão de ser disto tudo.
- Este tipo de caos organizado é do interesse dos globalistas, para terem sempre uma mão no Médio Oriente, mas também porque conseguem assim outros objectivos.
- Diminuição da fertilidade das populações com a mais alta taxa de natalidade, as árabes e africanas, pelo método bárbaro da guerra civil, do empobrecimento e da rapina dos recursos. Não esqueçamos que, para o «credo globalista» (Soros, Clintons, Rothchilds, Rockefellers, Gates...), o maior problema mundial é a «sobrepopulação» (malthusianismo)!
-A homogeneização das culturas e das etnias, faz parte do «credo globalista», ao qual muitos ingénuos de esquerda aderem: defender o território contra indesejados seria sinónimo de «racismo», de «xenofobia». Como se defender as suas casas e localidades contra intrusos, contra pessoas que não se conhece, que não foram convidadas, que são impostas pelo Estado... não fosse legítimo!
Os globalistas precisam de homogeneizar as populações, para conseguirem que as massas tenham menos capacidade de resistência, divididas entre comunidades que se guerreiam entre elas, sem a coesão de uma cultura comum. É essa cultura comum que permite a criação de movimentos reivindicativos, de sindicatos ou partidos com grande implantação, que possam fazer frente ao patronato e ao Estado.
- O enfraquecimento dos governos e parlamentos nacionais, permite que a clique globalista melhor avance, no seu projecto de «Nova Ordem Mundial», implícita em muitas das instituições e políticas mundiais: Trilateral, ONU, OMC, FMI/Banco Mundial, NATO, UE.
O projecto consiste em transferir a governação, nos seus aspectos essenciais, para organismos supra-nacionais, internacionais ou regionais, ficando os parlamentos e governos nacionais numa postura de subserviência, sem autonomia, sem soberania, apenas com a aparência de Estados/Nações independentes.
Mapa abaixo retirado de: https://www.zerohedge.com/news/2018-06-26/migration-problem-europe-unsolvable-heres-why
Quando vemos a enorme confusão de políticas, as contradições patentes entre governos da UE a propósito desta crise dos refugiados, compreendemos melhor a reacção popular (que eles, globalistas, chamam de «populista») para com os governos que persistem nos mesmos erros, apesar das consequências desastrosas para os cidadãos. É que as elites (oligarquias) que governam estão comprometidas, não com a defesa dos interesses dos povos, mas com a agenda globalista.
Os povos nem sempre acertam, mas compreendem muito melhor os seus interesses fundamentais, do que os políticos.
Tenho confiança na capacidade que possuem muitos europeus, de perceberem o que está em jogo e não se deixarem mais manobrar pelo medo.
domingo, 16 de julho de 2017
A CRISE DOS REFUGIADOS É UMA CATÁSTROFE CONSTRUÍDA
Não me interpretem mal, quando digo que é uma catástrofe construída.

Não quero dizer que se trata de uma pseudo-catástrofe: pelo contrário, é uma real e autêntica catástrofe humanitária e com dimensões muito sérias, que se extende pela a Europa mediterrânea, especialmente a Itália e a Grécia, com um agravamento substancial desde que foi lançada a guerra suja, dita civil, contra a Síria, pelas potências da NATO.
Quando digo que é construída, estou a apontar para aqueles que estão no comando da globalização, que decidem qual o destino dos povos. Não é sequer duvidoso que a chamada «primavera árabe» foi aproveitada desde muito cedo, mesmo que os acontecimentos iniciais fossem essencialmente espontâneos, pela administração Obama/Clinton, para lançar o caos em todo o mundo árabe.
O objectivo era o de conseguir ter domínio sobre a região mais estratégica do Mundo por concentrar os maiores depósitos de combustíveis fósseis (petróleo e gás) e as estratégicas vias de comunicação marítimas (canal de Suez) ou terrestres (oleoductos e gazoductos).
O papel dos neocons - que dominam a política externa de Washington desde Bill Clinton - tem resultado numa série de fracassos e de terríveis rupturas nos países alvo. São criminosos de guerra sem quaisquer escrúpulos que se escondem por detrás de uma fachada de políticos eleitos e corruptos.
A oligarquia que governa a nível mundial queria a todo o custo impedir que a Europa se autonomizasse - o que implicava dispor de um fluxo seguro e constante, a preço moderado, de gás natural proveniente da Rússia.
Na Ucrânia, em Fevereiro de 2014, o golpe neo-nazi orquestrado pelos EUA, sob batuta directa de Victoria Nulan (esposa de um neocon da primeira hora, P. Kagan) foi parcialmente eficaz para dificultar o acesso de gás natural à Europa ocidental e sobretudo à Alemanha. Esta, pragmatica, continuou em relação de negócios com os Russos, apesar das sanções (a que foi obrigada a contra-gosto a aceder).
Mas a necessidade de submeter por todos os meios a Europa renitente, continua, visto que o gang dos neocons está manifestamente ao comando, sendo Trump destituído de verdadeiros aliados ao nível do Estado Profundo.
Neste mundo unipolar que querem instaurar, têm de manter a Europa Ocidental firmemente nas garras da águia americana, só assim podendo manter a superioridade em relação ao eixo Russo-Chinês. Eles não podem aceitar que se forme e consolide um poder contiental (no chamado «heartland» ou seja, na grande massa do continente euroasiático)
É assim que eles raciocinam; é esta a sua lógica, que se vem reproduzindo desde os tempos de Mackinder, em todo o mundo anglo-saxónico.
A política do caos é portanto lançada sobre os países europeus da NATO, formalmente aliados, na realidade vassalos, tal como foi planeada, através destas ondas migratórias maciças vindas das zonas que eles próprios ou seus aliados bombardearam (Iémen, Síria, Iraque, Líbia, África negra...).
O próprio Estado Islâmico ou ISIS é uma grotesca construção de forças mercenárias constituída por variadíssimas nacionalidades, recrutada e encaminhada por redes salafistas/ wahabitas, enquadrada por agentes encobertos da CIA, do MI5, do Mossad, financiada por várias monarquias sunitas, reaccionárias e aliadas de Washington, do Golfo, a começar pela Arábia Saudita...
É fundamental compreender que a elite mundial precisa do caos e do terrorismo para poder dominar, não apenas os povos dos países de onde extrai imensas riquezas, como também os seus próprios povos (norte-americano e europeus, essencialmente).
O seu domínio depende da aceitação pelos povos de que a necessidade de combater o terrorismo (fabricado em larga escala pelos poderes, mas que eles não sabem) «justifica» praticamente tudo em nome da segurança.
Como dizia Benjamin Franklin «Um povo que renuncia à liberdade em nome da segurança, não é merecedor nem duma nem doutra».
As pessoas não conseguem ver como estão a ser impiedosamente tratadas como «lixo», porque estão cheias de preconceitos sobre as suas próprias sociedades, os seus Estados, os seus sistemas políticos... Mas elas já perderam o respeito por si próprias ao negarem o estatuto de seres humanos e a dignidade a tantas vítimas dos seus próprios governos, aqueles mesmos que, através da NATO ou de outros instrumentos de guerra, têm espalhado a morte a destruição em larga escala nos países e nos povos mais débeis (Afeganistão, Iraque, Síria, Líbia, Iémen, Sudão, etc, etc...)
Penso realmente que as pessoas na Europa têm de acordar e compreender o que se tem estado a passar. Só têm que fazer uma coisa para que isto tudo acabe; é deixarem-se de encolher os ombros e dizer... «não há nada a fazer; de qualquer maneira, não é nada comigo». A partir daí, procurar realmente saber como é que as coisas chegaram ao ponto em que estão e até que ponto as elites as traíram.
Se essas elites traíram todos os príncípios morais que enformam a civilização ocidental, tem de se impedir - por todos os meios - de continuarem a fazer o mesmo.
domingo, 19 de março de 2017
INTERNACIONALISMO OU CARPIDEIRAS HUMANITÁRIAS?
Uma acção implica necessariamente uma reacção. É uma lei
geral da física. Também se aplica, como não podia deixar de ser, nos assuntos
humanos. Vem isto a propósito do que o «Ocidente» tem feito nos últimos anos em
terras do Médio Oriente e Norte de África.
O imperialismo dos EUA,
com os seus apêndices Britânico e Francês, antigas potências imperiais dominantes
no vasto mundo não europeu, devastou os países árabes, usando uma táctica de
desestabilização que designou propagandisticamente de «Primavera Árabe». Hoje
sabe-se, para além de toda a dúvida, que a política do Departamento de Estado,
sob a chefia de Hillary Clinton, é responsável: as operações «Primavera árabe» foram planeadas
e executadas friamente, usando - como sempre- os anseios legítimos de
populações empobrecidas e descontentes com os ditadores domésticos, para
propulsionar a subida ao poder de facções favoráveis aos poderes «ocidentais»,
tais como a Irmandade Muçulmana, uma sociedade semi-secreta que não tem nada de
progressista ou anti-imperialista, mas que soube avançar com a sua agenda
desestabilizadora para destronar os regimes «laicos» ou seja em que a lei
corânica não é considerada lei geral: nomeadamente, o Egipto, a Líbia e a
Síria. O efeito foi desastroso, conduziu a morticínios dos quais os maiores
responsáveis são justamente os que se arvoram em juízes dos outros, o poder nos
EUA e nos países da EU…
A destruição, a guerra civil, a guerra religiosa, que o
chamado Ocidente semeou, está agora a colher «fruto», sob forma de ataques
terroristas, de afluxo de refugiados não desejados, temidos por grande parte da
população, sob forma de crescimento da extrema-direita, dos movimentos
xenófobos, racistas. Tudo isto, no meio de uma crise económica profunda, que os
poderes do dinheiro nunca tiveram coragem de reparar. As bolhas especulativas
causadoras do abalo de 2008 estão constantemente a ser re-insufladas na
esperança vã de reacenderem uma economia definhando numa espiral deflacionária.
As pessoas de «bons sentimentos» mas fraco juízo crítico,
manipuladas, pensam que é seu dever mostrar-se muito humanas face a uma onda de
refugiados, quando – na verdade – graças a uma média completamente manipulada
pelos Soros e companhia, estão a vender-lhes uma aceitação das políticas
imperiais acriticamente, uma submissão de súbditos do império, aos ditames
dessa «elite» plutocrática que domina o poder na EU.
Estas pessoas, na melhor hipótese são míopes, na pior, são
coniventes dos desígnios dos poderes. A realidade pode situar-se algures entre
os dois. Pois o lógico, face aos dados objectivos de que dispomos em
abundância, não era tomar uma posição hipócrita de equidistância: Quando existe
um agressor e um agredido, como tem sido o caso com a destruição da Líbia, com
a guerra suja contra o regime e o povo da Síria, como a guerra de genocídio
contra o povo do Iémen, alguém que se coloca numa posição de «neutralidade» está
apenas a dar espaço de manobra a um dos lados, ao lado agressor. Vemos que,
quer do ponto de vista ético, quer numa perspectiva realista para acabar com
essas guerras fomentadas pelo Império, só há uma atitude a tomar: as pessoas
com reais e profundas preocupações humanitárias nos países europeus deveriam
energicamente lutar contra as políticas imperialistas dos poderes, aderir a
campanhas pelo desarmamento, contra vendas de armas a ditaduras sanguinárias e genocidárias,
como a Arábia Saudita, exigirem que os seus governos se desvinculem das
campanhas orquestradas pelos EUA, que arrastam os países europeus, através da
NATO, para um confronto.
Na realidade, o que me
entristece e enfurece mais - nisto tudo - é constatar a impotência fabricada.
- Com é que procedem?
As falsas campanhas humanitárias, de ONG’s subsidiadas pela Fundação George
Soros, pelo Departamento de Estado dos EUA, etc., em vez de se atacarem à raiz
dos males, «choram» sobre os seus efeitos, sem nunca porem o dedo na ferida.
É assim que os poderosos continuam a ditar as políticas dos
países da EU, conseguindo arregimentar a opinião pública: uma parte, «sentimental»,
julga lutar por causas elevadas ao fazer campanha pelo acolhimento dos
refugiados, mas - na verdade- está a ser manipulada, a ser usada
desavergonhadamente. Outra parte da opinião pública, «xenófoba», só vê perigos
na imigração maciça, mas não sabe identificar a causa verdadeira dessas
catástrofes, que são precisamente os seus governos e suas políticas criminosas.
No meio disto, algumas personalidades, algumas organizações
cívicas e políticas têm tido um papel nada positivo, pelo facto de se colocarem
numa falsa equidistância, numa política do «nem, nem». Não vêm que estão a
permitir que se perpetue a política de agressão a certos Estados, que – obviamente-
são também de agressão aos respectivos povos.
Uma esquerda verdadeiramente internacionalista deveria ter
forte motivação para lutar contra as políticas criminosas dos Estados e
governos da UE, quer em relação à Ucrânia, quer à Síria, ou em relação a outros
teatros de guerra ou de tensão.
Estou convencido que esta fraqueza tem a ver com o abandono da
concepção classista, internacionalista. Em vez disso, temos uma política
«mole», «de causas fracturantes» e um retraimento das lutas sociais, de classe.
O «humanitarismo» despojado de quaisquer análises sobre a luta de classes e a
luta anti-imperialista é apenas um encobrimento, um branqueamento.
Se todos os povos são nossos irmãos, se não existem guerras
humanitárias, se todas as guerras são actos bárbaros e os responsáveis estão ao
comando nas cadeiras do poder nos nossos países, então a tibieza e timidez na
luta contra a guerra revela cobardia e comprometimento com os nossos piores
inimigos.
Esse triste cortejo de hipocrisias, tão cheias de sentimentos
humanitários, dá-me náuseas, dá-me vontade de vomitar.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017
A GESTÃO DAS CRISES PELA ELITE
A elite do poder e do capital só tem uma verdadeira preocupação: sobreviver!
A técnica apurada de lançar sucessivos casos com que entreter a opinião pública, generosa, mas crédula, tem-se verificado nos últimos tempos... basta pensar em toda a histeria inflamada pela media (ao serviço da elite) em torno da eleição de Trump, ou nas inúmeras reportagens sobre os refugiados que são retidos nas fronteiras da Europa (refugiados causados pela destruição de países, pela NATO e seus aliados do Estado Islâmico, Al Quaida, e outros... como está mais que provado).
Assim a extrema direita ou extrema esquerda têm «água para o seu moinho»... Mas o principal não é colocado nas primeiras páginas dos jornais! Isso é cuidadosamente mantido nos segmentos de negócios e nas publicações especializadas em finanças. Falo do maior ataque à liberdade nos países «ocidentais», mas que ninguém considera como grave. O plano agora até já é oficial, na UE, mas não emociona as «massas» entretidas com causas humanitárias que parece terem sido infladas a preceito para que não olhem para onde deveriam olhar!
Trata-se de banir o «cash», o que já está em curso pela impossibilidade de se pagar somas em «cash» para além de um certo montante, variando de país para país. A fase seguinte é o desaparecimento de notas de elevado valor. Veja-se o caso da Índia; funcionou como balão de ensaio.
A oligarquia que nos rege diz que se trata de banir o «cash» para evitar a evasão fiscal e melhor lutar contra o terrorismo. Esta falsidade já foi desmontada por mim aqui, assim como por outros autores, porém este assunto não tem eco nenhum nos media, porque o que se vê são transcrições acríticas das decisões das «autoridades monetárias e outras». Volto a insistir porque quando os poderes apresentam uma coisa como sendo em benefício da população é preciso desconfiar. Neste caso há vastas razões fundamentadas de desconfiar, pois a luta contra a evasão fiscal é simplesmente uma anedota, estes anos todos, em que os muito ricos (incluindo governantes) têm contas off-shore em paraísos fiscais, com pleno conhecimento das autoridades fiscais, policiais e judiciais!
Quanto ao combate ao terrorismo: acabem com o apoio em armas, material, fundos etc. ao ISIS e outros grupos e deixem de chamá-los «rebeldes moderados», podiam ter feito isso desde 2014 pelo menos, teriam evitado a tragédia da Síria. Já agora, expliquem-me porque votaram a Arábia Saudita (culpada de crimes de guerra contra os civis no Iemen!) para presidir à comissão dos direitos humanos da ONU???
São «pequenos» factos como estes que lhes «destapam a careca»... espero as pessoas de boa fé deixem de ser enganadas!
O problema de a totalidade das transações ser feita electronicamente é o seguinte: os governos vão ter um controlo a 100% SOBRE O QUE CADA CIDADÃO FAZ OU DEIXA DE FAZER. Ou seja, o sonho molhado de qualquer TOTALITARISMO. Pior ainda: vão poder «matar economicamente», bloqueando o acesso às SUAS contas bancárias, qualquer indíviduo suspeito de «terrorismo»: pode ser qualquer pessoa, basta uma denúncia anónima... Tu, leitor/a, podes estar a ser discretamente investigado/a, as tuas contas devassadas, os teus mails lidos, os teus telefonemas escutados...sem saberes rigorosamente nada sobre isso.
Esta mortal ameaça à liberdade está a pairar sobre todos nós, assim a elite globalista terá maior controlo, garantindo a transição para o GOVERNO DA NOVA ORDEM MUNDIAL.
É certo que eles não o instalam de uma só vez, este processo está em curso... fazem-no discreta e camufladamente.
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